
RUA PROJECTADO SEM Nº BEIRA RIO. o 2° PARTE nosso bairro era Mais conhecido como; o RABO DA GATA, era assim que eu ouvia falar, a mamãe, tinha alugado uma casa do lado da casa da Dan, nosso mudança era duas redes de dormir umas panelas e um fogareiro[ recipiente usado como fogão ,pra fazer comida] e algumas roupas dela, meu primo tinha, muitos brinquedos, mais gostava mais de brincar, as vezes oFlávio mi pegava sentado no quintal de casa, matando formigas, eu passava horas e horas matando formigas, eu acho, que ele pensava que eu era maluco e retardado, um garoto de 10 anos que tinha acabado de sair, de um lugar onde eu só brincava, com os bichos, falava com as galinhas,, com os passarinhos, com as matas, sem amigos, o tempo foi passando, e aos sábados e dumigos a Dan levava eu meu primo, os amigos do meu primo, pra igreja, aos poucos eu fui voltando, pra vida de novo, eu começava a fazer amigos, meus amigos eram, o AIRES, O CAREQUINHA, O BOFEIRO, O MICHAEL, O JÚNIOR, depois conhecei, outro,JÚNIOR, O CLEITON, O GLEITSON, O EDSILSON, O ROMARINHO que se chamava, MARCOS, o JOSIÉL, O JOSÉNIAS O JADIEL, E O CHICO, mais a minha galera era o AIRES e o CAREQUINHA, o AIRES era muito engraçado mi fazia rir atoa, ele era muito medroso, qualquer, coisa que batia no mato ele corria e fazia uma cara engraçada, eu morria de rir dele, O CAREQUINHA,esse era o menor de nós dois, e o mais inteligente, ele era filho de um americano, misturado com indio, agente pedia pra ele falar; fala fungão Carequinha! fudão, fala fogareiro, fudarero, o Aires ficava vermelho de tanto rir, agente brincava com ele, Carequinha, tu é menor que agente, e já ta careca, ele ficava bravo com agente, era palavão de tudo quanto era nome, inglês em japonês, em africano,[ fio depaiga ], que era filho de uma raparariga,[ aia pute] que era filho da puta, só agente que consegui traduzir ele, era muito engraçado, as vezes a gente se reuniam, pra jogar bola, era um máximo,, o edilson, romarinho, aires, eu,o michel o junior, o cleiton o irão dele o cleidson, o edson, da outra rua eram um monte de gente, todo mundo perna de pau, o nosso juiz era o Jadiel, agente chamava ele de zagolo, eu ria mais do que jogava, não tenha como eu esquecer esses momentos, o melhor de todos era o cleiton, niquem tirava a bola dele, em compensação o romarinho era do nosso lado, ele corria, e neguem pegava ele, entrava com bola i tudo no gol, nem eu conseguia se parar, o aires saia correndo com a bola pra dentro dos matos cheio de espinhos e ma lisa, só ele cosequia pesar, nesse mato, os outros saiam pulando, morrendo de raiva, eu quando pegava na bola, eu era muito lento, qualquer coisa mi derrubava no chão eu sempre era o mais mole e eles sabiam disso, quase não jogavam, a bola pra mim pegar, Michael era briguento, sempre tinha uma confusão, no campo com ele, quando isso acontecia a gente se escondia na hora, por quer era pau pedra pedaço de tijolos voando pra todo lado, uma vez o Aires foi pra casa com a cabeça furada de pedra, ele não tinha sorte, sempre sobrava pra ele, agente ficava escondido ate o Michael ir pra casa dele, o outra sempre saia correndo, sabia como era o Michael, o jadiel era o mais velho da gente ele tinha uns 18 anos, era o primeiro a correr, no final de tudo, o cleton levava bronca da mãe dele, eu com as pernas e os joelhos machucado, o Aires com dor nas costa de uma pedrada que tinha levado do michel,o edilson some na hora, que neguem ver, vai todo mundo pra casa machocado, no outro dia nossa comversa era qual foi o ti me que ganhou, neguem sabia, eu só sabia que eu estava com as pernas doloridas das quedas que eu levava, o Aires, contando a briga, que tinha dado no campo, eu morria de rir, todo mundo correndo que nem, um desisperado pra se esconder das pedras, que o carequino e
michel jogavam, jadiel corre corre, foi muito engraçado, agente se divertia muito, o meu tio, o ZÉ, vendia frutas no mercado e na rua, e tinha uma carroça com um cavalo amarron, que eu chamava de trovão, quando ele chegava eu pegava o cavolo e ia da banho no rio tocantins, no caminho tinhas uns mininos que tabem iam dar banho nos cavalos, no caminho eles corriam, na minha frente, depois niquem podia mais mi ultrapassar, na corrida de cavalos, a policia foi uma vez la em casa pedi pro meu tio não dar o cavolo na minha mão, por que eu ia acabar machucando alguem na rua, com o cavalo, meu tio era, muito conhecido na beira rio e qualquer noticia com migo com cavalo , batia no ouvido dele, mais o cavalo, só eu que montava nele, como só tinha eu, eu continuei com cavalo, uma vez eu tava dando banho no cavalo no rio e sempre colocava ele pelo meio de a´qua pra ele beber, enquanto isso eu ia banhar, eu dei um mergulho na agua, di olhos abertos, e vi uma corda colorida comprida, subei pra ver se estava amarrada em alguma canua, eu estava a um metro[ 1m ] de destancia de uma sucuri, que estava preste pra dar o bote, se eu mi mexesse, ela dava o bote, ela tavo em pé em cima da aqua, eu tinha mergulhado por baixo do cavalo, o cavalo estava atraz de mim, o cavalo mexeu a cabeça olhando pra mim e nadou ater onde eu estava, e passou entre eu e a cobra, ele mi salvou a vida na quele dia, tinha umas mulheres que estava lavando roupas, na berada do rio que viram tudo, quando o cavolo mi tirou da a´qua, eu estava mi tremendo todo a mulher perguntou pra mim se eu estava bem, ela mi pediu pra da banho no cavolo do outro lado, era mais seguro, e não tinha tanto mata na beirada, eu nem contei pra niguem la de casa só pro Aires, ele ainda mi chamou de mentiroso. A ÉPOCA DA MANGA Eu tava sentado na calçada, quando o carequinha mi chamou pra gente ir pegar manga no outro lado do rio tocantins, chamo o aires; aires tu pode sai pra rua, daqui apouco, ele grita de dentro da casa , com a porta fechada, depois foi , o carequinho,- já vai porra, o carequinha falou umas cisas lar que eu não entendei guase nada, a casa do aires era na esquina da nosso rua, não tinhe nem 6 metros de quintal na casa dele, era de tejolos, na frente, uma porta e uma janela que numca era aberta, agente cortia muito com ele porque a irmão dele, a ARIANA, tinha quase o mesmo no
me dele e era muito linda e ele era todo empenado, ele fica bravo quando agente falava dela, finalmente ele saiu pra fora, hoje a gente vai pegar manga, do outro lado do rio, eu disse- vou pegar um saco o aires, tambem foi, quando agente voltou o carequinha tava esperando agente com um carro de mão, vamos e saimos pro porto da bauça[ bauça, barco que consequi tranporta corros de grande porte, sobre a a´qua] quando chegos lar a gente não podia atravessa pro outro lado, só o carequinha, que ja era a
custumado atreversa, o rio, eu tive um ideia, pedei pro carequinha atravessar com os sacos, na bauça que eu e o aires atravessaria-mos por debaixo da bauça, nos cabo de aço, que ficava debaixo da bauça, foi o maior luta pro medroso do aires ir, agente atravessou, o rio tocantins, debaixa da bauça, e niguem viu a gente, encontramos o carequinha do outro lado do rio- vamos pegar manga, tinha manga de toda qualidade agente comeu tanta manga, que o nossa barriga ficou estufada, agete nunca tinha ido na praia, o nome da praia era prai de goiais, não ixistia, o estado do tocantins era tudo goiais, agente ficou brincando na praia,brincando ater que o carequinha encontrou 5 reais, agente numca tinha visto uma nata de 5 cinco reais, ficamos ricos, e pulava-mos gritava-mos niquem ouvia mesmo, era terça feira, a praia estava deserta, só tinha uns 2 pescadores de canoa, mais bem longe da gente, vamos embora, pra casa, a praia tinha um lugar que agente podea ir a pé lá pra nossas coisas e tabem tinha, como ir nadando, ate lar, apraia era como se fosse uma ilha, mais na berada da superfici, solida, onde agente tinha deixado o nosso carro de mão cheio de manga, fomos nadando, quando a gente tava bem no fundo, o carequinho se apavourou, e começou a se afogar, eu pedi pra ele sobi nas minhas costa, que eu ea atravessar ele, ele, todo apavorado sobi nas minhas costas e começa a bater na a´qua com as mão, eu não podea ver pra onde eu estava nadando, e tava ficando cançado, eu pedia pra ele para de bater na a´gua, ele parou, e começou a mi inforcar, eu comesei ficar sem ar e cansado, eu olhava pro aires, ele tava morrende de rir, fiquei comedo da gente morrer ali, o aires, tava quase se afogando, não parava de rir, o carequinha não queria nem nadar,já se viu indio morrer a fogado, o aris, já tava vermelho e fraco, eu não consequia nem mais gritar, o carequinha apertava o meu pescoço e chorava, foi quando eu afundei eu e carequinha, na mesma hora agente foi puxado pra dento da canoa, os pescadore salvaram nossas vidas, por pouco; depois disso, o tio do carequinha, colocou agente dentro da bauça, e gente voltou pra casa, quando chegamos; fomos dividi as mangas, eu peguei 4 sacola cheide de manga, e lá, venhe o aires com saco bem grande, pra colocar as mangas dele, a carro de mão tava lotado de manga, depois que o aires tirou o saco de dentro do carro de mão, o carequinho, pegou um pedaço de pau,o aires vendo aquilo deu um grito!!!! mãe , a mãe dele não tava em casa, ele largou o saco e correu, o carequinha-eici-eai-iaia-pute!!!,vai-iaha-mãe, eu caio no chão morrendo de rir, depois de um tempão eles dividiram as mangos o carequinha, foi deixar as mangas dele em casa, depois voltou, o aires saiu pra fora------- e o dinheiro carequinha, eu mostou------ o que nós vomos compra, disse o aires, o carequinha, queria compra pipocas, eu não sabia o que eu queria comprar, o que voês comprarem pra mim ta bom; ai chegou o michel todo afobado, a minha mãe não tar, vamos fazer uma festa lá em casa, só agente, eu concordei ------- que horas tua mãe vai chegar,----- ela vai domir na casa minha vô, ela tenhe que levar ela pro hospital de manhã cedo, isso era umas 6[ seis ] horas da tarde, o dinheiro ficou com o micheu e o carequinha, e eles sairam pra compra as coisas, pra festa; a carequinha, volta com saco de pipoca o michel, com uma catuaba, pra bebe, eu ´so sei que quando todo mundo se arrumou pra ir pra esse festa era EU O WELITO, AIRES,CAREQUINHA, O ASÍS IRMÃO DO MICHEL,O CLEITISON, e mais uns 5 cinco garotos que eu não conhecia, há o chico tambem tava, o mais velho de todos nós era o chico ele tinha 13 anos eu e os outros eram de 10 anos pra baixa, agente dentro da casa do michel bebendo e comendo os bolos que a mãe dele fazia pra vender na rua; qoando não aparece------- michel, tua mãe chegou, a mãe dele tinha fama de espancar criança, endefesa, e todas as crianças do boirro sabia, dessa fama que ela tinha, eu corria de um lado pro outro e sabia que ia morrer se ela mi pegasse, agente estava---mos, meio tonto da catuaba, e disisperado imagine, as crianças mais atentadas do boirro, estava dentro da casa de uma assassina de criancinhas, indefesas,
aporta da cozinha foi aberta, acasa tinha uma serca alta, e não dava pra mim pular, o chico cosequi pular o asis ficou preso na serca, mais ficou calado os outros passaram direto na serca; eu correi pra debaixo da cama e tremia, feito vara verde, omichel, tambem tava comigo debaixo da cama, ele fechou ater os olhos pra não ver as pernas da mãe dele, sorte nossa, é quer, quem tinha avisado pra gente, que a mãe do michel tava chegando, foi a irmã dele a Milane, quando a dona Sônia bateu na porta------- abri a porta maginais, ela chamava o michel era assim, abri,fihe-da-peste, a Milane sabia que agente tava debaixo da cama, e o asis, empidurado na serca quetinho, derepente, eu vejo a milane voando por cima da mesa da cozinha, ela pega a milane e joga ela na parede ela cai, quase perto da gente depois ela se levanta, chorando, e vai pro quarto, onde a mãe dela chamava, depois disso ela sai pra casa da mãe dela----- amanhã quando eu chegar, eu quero ver, essa casa arrumada, bateu a porta e foi embora com a bicleta dela, eu sai com o michel debaixo da cama---------- onde estar o aris, michel, eu---------- ele crreu pro quintal, fiacom chamando ele e ele respondeu------- tou aqui, na serca, ele tava chorando e todo mijado de medo, foi a maior luta pra tirar ele da serca sem machucar ele, eu ajudei a arrumar a casa e depois fomos brincar, os muleques tava na rua brincando todos nós bebados, mais não de ter que vômita e passar mal, estava-mos, no social. O ano passou, eu ja tinha 11 anos de idade, a mamãe consequi conpra um terreno, no final da rua que a gente estava morando, em 4 quatro meses a casa tinha se levantado, faltava ´só a parede da frente, pra fazer, mais 2 dois dias morando de aluguel, nessa casa que a gente morava, tinha um quintal grande, e 6 seis pés de banana prata, e no fundo do quintal, tinha uma cazinha, onde os antigos donos, guardava um carro de vender pipica, na rua, eu bricava muito nesse lugar, ater que eu encontrei um boneca e um monte de livros, em baixo do piso de tabua de madeira; dessa cazinha, mostrei pro meu primo os livros, e os livros estavão todos respondidos--------há é por isso que a Claudia sempre tirava 10, dez nas provas da escola-----------Quem é essa claudia, eu pergunto-------- É a minina que morava nessa casa que vocês estão morando,---------- ha!!!, então a buneca que encontrei era dela------- cader eu joguei fora! faz muito tempo que ela foi embora,-------- Ela morreu no ano passado-------quer!!!!--------- Ela foi buscar manga do outro lado do rio tocantins, com as mamigas dela, quando pegaram as mangas voltaram pra casa, quado ela saiu da bauça, ela falou pra SUSI E PRA ROSANA as amigas dela, vou dar meu ultimo mergulho, pra gente ir pra casa, ela pula na a´gua, uma sobe uma grade bolha de sangue, na agua, ela pulou e as élici do borco puxou ela. foram encontrar o corpo lá no cais, velaram ela, foi ali depois a minhãe dela, saiu dessa casa ai que vocês estão morando, o dia passouvoando, eutava,com sono e já era8 da noite, a mamãe tava na casa da Dam, vendo novela, eu foi deitar fechei a porta com uma madera que a gente usava pra escorar a porta, deito na rede e quando estou quase pegando no sono, ouço um eco de voz de uma minina, bem distante, e ficando mais perto de mim, eu abro os olhos e vejo uma luz e uma minina, uma boneca voando na cozinha, eu dei um grito bem alto.Mamãe,!!!! eles todos se espantaram com migo, eu tava tremendo de medo e chorava muito,--------quer foi menino-----------a menina mamãe a menina, o meu primo ele deve ter visto a claudia---------- que claudia----------nada não mulher, isso é coversa desse menino, vai dormi Flavio si não vou te bater ai. Eu quando voltei pra dormir lá, já estava domindo nus braços da mamãe, não ficava la dentro um segundo sozinho, Depois de alguns dias mesmo sem piso a gente tava morando em nossa casa, na frente de casa tinha um poço que os vizinhos e agente pegava agua, pra bebe e fazer comida, uma vez o michel quase caiu dentro desse poço, ele era bem fundo, mais tinha época, que ele enchia ater as beradas, eu tinha um cachorro chamado Ispaiki, eu tinha ganhado da mãe do amigo meu o Geovane, eles tinha acabado de si mudar, pra nossa rua, a nossa rua era como um [ s ] minha casa ficava no final dessa rua, a casa do geovane ficava, na esquina da primeira curva desse[ s ] e o aires, na segunda curva, o chico, acasa dele era a prime
ira, de nossa rua, e a maioria das casas eram de madeira, só tinha 4 casas que era de tijolos, a do aires a cleiton, a do raimundo-bofeiro, de um senhor magrinho que era crente,e a do welito-------venham fazer curços degraça, jovens e adolecente de 16 a 10 anos, e ingresse, no seu primeiro emprego, com 16 anos, você ja era de maior, como o Chico era o mais velho eu chamei ele pra gente ir fazer o curço, o chico tinha 16 e eu 11 anos de idade, eu queria informatica, mais só tinha vagas pra masanaria moderna, fazer móveis, agente fez assim mesmo, pra não perde a viagem,o chico sabia lê e escrever, eu sabia copiar, assim mesmo, mi chamaram, agente passou 3 três meses trabalhando numa serraria de graça, agente só recebia o vale transporte, porque o lugar onde a serraria ficava era muito longe, eu não pagava no ônibus, com isso, os fales que eu recibia eu vendia e comprava geladinho, pra comer, depois que o curço a cabou agente recebeu os deplomas, levamos pra mostrar pra nossas mãe, o meu quando eu amostrei pra mamãe, ela olhou, e perguntou--------- vocês colocaram agua no pote [ recipiente de barro,uma jarra de 1m de altura ] sim ! , a reação da mãe do chico foi diferente, e nem liguei pra quilo, e foi brincar, quando eu volto, pra casa, pra almoçar, eu solto o ispaiki, o meu cachorro, atraz de nossa casa tavam fazendo, uma grande construção, da avenida beira rio, quando o irmão do geovane veio mi contar-------- edim o ispaiki, ta morto la na avenida, eu senti uma dó tão grande no meu peito, e comecei, a chorar, já ia fazer 6 mses que eu o tinha ganhado da mãe do geovane, ele era só um filhotinho, eu ficava falando------cader o meu cachorro, pegaram ele e colocaram na porta de casa, ele não mostrava sangue, só um vermelhão nas pernas de traiz, eu fiqui três dia treste sem falar com niquem, as vezes eu cupava minha mãe, por não ter olhado ele, mais averdade, era que eu não estava la, quando ele precisou de mim, perto dele, no 4º dia meu irmão, o Dado mi traz um cão de raça, ele parecia um lobo,esse era o nome dele lobo, ele era um cão de caça, e quando eu saia com ele niguem chegava perto de mim, eu era uma atração na minha rua, por causa desse cachorro. A mamãe,com alguns problemas teve que vender a casa, pro meu primo, Dimas, mais agente ainda não tinha lugar pra ir,o meu irmão, o Dado não tinha, um quarto pra dormi, dividia o quarto com o meu primo na casa da minha tia, Eliana, e como agente, ainda não tinha lugar, pra onde ir; minha tia ofereceu, uma parte do fundo da casa, pra mamãe construir ir morar comigo e o Dado, a mamãe aceitou, as tabuas de madeira da nossa casa, agente tirou, e deixou só o terreno, pro Dimas, o Dimas ia contruir um restaurante, com socio, e nossa casa ficava enfrente da avenida beira rio, era um otimo negocio pra eles, ele deu a metade da metade do dinheiro, pra mamãe, e construimos, no fundo da casa da minha tia um quarto bem grande, mais o nosso novo endereço, não era a casa da minha tia, era uma cidade chamada VILA MACEDO, era a moda da quela época, todo povoado, pequeno se levantava um lider no meio deles, um lider, que tinha coragem de ir na cidade, reclamar, os direitos, da quele pequeno povoado, com isso se dava o nome desse lider as cidades, que antes eram bairros destantes da cidade de imperatriz, que depois viraram cidades. E meu irmão Dado ficou com o quarto, e eu e minha mãe, viajamos, pra nossa nova cidade, vila macedo: coma a gente não tinha nada só levamos nossas roupas e algumas panelas, pra fazer comida e o meu cachorro o lobo. a mamãe tinha comprado um terreno nesse lugar e em quanto isso agente ia morra, na casa de um velhinho, o mesmo que tinha vendido o terreno pra gente, eu estava com 4 meses que estava estudando, numa escola, la perto da casa da minha tia, escola municipal frei manoel procópio, e ainda não sabia lê, não por que eu era burra, mais por quer niguem tinha interece, em mi ver lendo alguma coisa, eu vendo isso: da parte da minhãe, da minha familia; meu insentivo era os meus amigos, eu mi sentia em paz quando estava com eles, agente chegou no lugar onde a agente ia morar, era ´só mato, e não tinha nem se quer um vizinho era tudo mato, depois da estrado agente tinha que andar, uns 5 minutos, pra chegar em casa, a noite era tão escuro, que só dava pra ver o nosso rosto perto da vela acesa, eu não tinha medo da mata, por que era com ela que eu bricava, o indio no seu abitar de origem, lá estava eu, outra vez isolada, agora era pior, eu não podia fazer nada ali perto que esse velhinho , brigava, eu saia de selva a fora e voltava só a noite, com o lobo, o lobo mi orientava no escuro, ele era de caça, mais o velho, não gostava do lobo e nem o lobo dele, e mamãe antes que eu acordasse, levou o lobo embora, quando ela chegou eu tava morrendo de chorar, eu tava sozinho sem amigos sem cachorro, sem niguem, ela mi explicou que a gente não tinha condiçães de sustentar o cachorro e ele tava passando fome-------- então eu quero ir pra escola, quando era bem cedo agente saia, eu estudava atarde, ela ficava comigo a parte da manhã, e atarde eu ia pra escola, agente chegava sempre umas 8, 9 horas da noite em casa, mais nem assim pode ficar indo pra escola, na hora de mi, buscar era muito cançativo pra ela, ela passava o dia todo em pé varrendo as ruas e ainda tinha que andar bastante pra mi pegar na escola, parei de esdudar, eu ia fazer 12 anos de idade, agente ia fazer 3 três meses que a gente tava morando lar, foi quando, a minha irmã, mais velha,ELIETE, com seus 5 cinco filhos EDILSON EDISON, DONINHA, ELANE E ÉLSON,todos mais novos que eu, bom a doniha era quase da mesma idade que eu, agora eu tinha, 3 trê amigos pra brincar, meus sobrinhos que mais tarde eu ia saber que, tambem eles eram meus irmãos por parte de pai, minha irmã se mudou pra perto de nós, e já não estava mais sozinho, o marido da minha irma, era chamado de zépreto, ele não era tão preto ele era meio avermelhado, ele conprou um terreno do lado do nosso, mais não sabia contruir numa casa, como eu já tinha construido 3 três casas com minha mãe em 4 quatro anos eu já era perito nisso, eu pedia pra ele fazer isso, ele fazia, pra fazer aquilo ele fazia, em um mês a casa, estava de pé; a mamãe tinha comprado, um coxão de espuma e emprestado, pra minha irmã, dormir,um belo dia o zé preto foi trabalhar, a minha mãe tam bem ficou eu e os meus sobrinhos em casa, quando fui ver minha irmã tava abraçada com o velhinho, em frete de um pé de pimenta, que tinha em frente da casa dele, eu chamei os meninos e mostrei pra eles, eles ficaram, rindo, da quilo tudo, e depois agente foi brincar, os mêses foram passando, niguem perguntava agente não falava, essa era a lei. a noite eu ia pra casa da minha irmã e ficava lar ate da sono, eu quase namorei com minha sobrinha, agente ficava, conversando, agente tinha coriosidade de tudo, vendo a minha irmã si pegando com o velhinho, na escondida, a gente tambem queria saber como era a quilo, 2 mêses, aconteceu uma briga com a mamãe e a minha irmã, agente sem dinheiro sem nada, e aimda por cima morando de favou, na casa desse velho, a mamãe bebea muito, e qualquer coisa ela se esquentava,pra uma briga, a coisa foi veia, já era 7 horas da noite, e abrigo só aumentava, eu nunca soube, o motivo da quela briga, o motivo verdadeiro, a mamãe só cobrava as madeiras da casa dela que ela tinha emprestado, e o coxão dela, a minha irmã deu o coxão,a minha mãe pegou o isqueiro do corpeti [ sutiã ] e tocou fogo no coxão na frente da casa da Eliete, minha irmã, a minha mãe quebrou tudo que ela tinha, mi pegou no braço,------- vamos enbora da qui, venhe, ela pegou as coisa, roupas, rede de dormi, e minha mochila, da escola , agente pegou um ônibus na quela mesma noite, era quase 10 horas da noite, quando chegamos na cidade, era mais de11 horas da noite, nossa primeira noite na rua, gem dinheiro, sem comida, e sem casa pra morar, agente deceu do õnibus, no ponto final, era uma praça, grade e deserta, que se chamava PRAÇA TIRADENTE, no meio dessa praça tinha um [ coreto ], era uma especi de banheiro público, que parecia uma casa pequeno, agente entrou lá dentro pra dormir, mais tava todo molhado de urina, o fedor era tão forte que dava dor de cabeça, a gente viu que não tinha condiçãe de ficar ali, mais era o unico lugar, que podia chover, que agente não ia si molhar, agente saiu, de dentro desse lugar, e ficamos do lado de fora, a mamãe, pegou uma de nossas redes de domir, e colocou, no chão, pra gente dormir, ela sentou no chão e eu adormecei nos braços dela, encostado, na parede desse coreto, mais do lado de fora, em quanto eu dormia, ela se levantou e foi na casa de uma amiga dela que morava umas duas quadras da li, quando foi de manhã, eu tinha acordado na casa de pessoas, que eu numca tinha visto na vida, fiquei apavorado, ater que a mamãe chegou, ´e eu parei de chorar, eu com quase 12 anos de idade, morei na rua com minha mãe. A casa era da dona TEREZA, ela era alcoólatra, e tinha lido Abiblia 4 quatro vezes, toda vez que ela bebia, ela falava isso----- Eu !!! ja, abiblia, 4 quatro vezes, e tou quase completando a quinta, e ainda estou viva, com ou sem cachaça; agora sabia porquer ela era amiga da mamãe, eu gostava dela so quando ela estava sóbria ela era muito divertida e legal, mais quando ela ficava bebada, eu ficava muito triste, com aquilo tudo, a mamãe era só no final de semana, e a dona conceição era quase todo o dia, eu tava ficando doente, ali, sempre preso, sem poder sai pra rua, ela tambem tinha um filho uma filha, tinha mais filhos, mais não moravam com ela, um dia, a dona Tereza chegou da rua bebada, e foi fazer comida, ela se abaixou ali mesmo e fez xixi, quase em cima de mim depois tirou a roupa, e foi domir, sorte que ela tinha acabado de conzinhar a comida, o filho dela quando chegou da escola, comeu, ele estudava de manhã, mais eu, não comi nem a pau, fiquei com fome, muitas vezes por causa dessa sena que ela fez. quando a mamãe chegava, a noite eu comia, o que ela trazia pra mim a noite, foi no domigo, que a mamãe estava de folga e a Dam, minha tia passava, nessa mesma rua pra ir pra igreja, com o flavio e a marilene, ela mi viu,----------- o que quer você esta fazendo aqui minino-------- eu moro aqui, a mamãe saiu de dentro da casa e explicou pra Dam, o que tinha acontecido, a mamãe mi arrumou e foi pra igreja com a Dam, no caminho a Dam mi perguntou se eu não queria ir pra casa dela, era minha tia, eu quero, quando agente voltou, eu pedi pra mamãe se eu podia ir, pra casa da Dam, ela disse que sim, peguei minhas roupas e foi com a Dam pra casa dela, quando cheguei, na casa da minha tia, ela mi pegou nos braços e mi colocou na rede que tava no quarto da DIRCI a filha mais velha da minha tia, quando foi a tarde a Dam, vinha chegando com um grande pacote de presente, pra dar pro flavio, era um vilão, a marca do violão, era, um desenho de um violão sentado em trono, e um nome em cima [ rei dos violões ] o flavio ia aprender a tocar, ele as vezes ia na casa do professor, e o professor as vezes ia em nossa casa ensinar o flavio atocar o violão, e eu ficava só olhando ele, doido pra mexer no violão, a mamãe vinha mi ver de vez enquando, as vezes demorava, bastante pra ir mi ver, mais nunca deixava, de ir la mi ver, como eu estava, o som do violão mi facinava, cada dia mais, a Dam mi colocou devolta na escola. com 12 anos de idade, na 3° séri sem saber lê, mais sabia decora, e copiar muito bem, decorava duas folhas de um livro em menos de 15 minutos, só bastava, alguem lê devagar, pra mi ouvir; a professora sabia que eu não sabia lê, e quando mi chamava no quadro, era um desastre total, minha sorte era que minha professora era muito boa comigo, eu chamava ela de ti Maria, na hora do recreio ela ia quebra a cabeça comigo, mais meu pessamento era o violão, quando o sinal batia, eu ia correndo pra casa, dava banho no trovão e depois ia ver o flavio a tocar o violão, depois ele ia quardar o violão na caixa, eu ia brincar no quintal, o carequinha não ficava parado em casa, e o aires estudava a tarde e eu voltei a estudar na parte da manhã, a gente quase não se via, pra gente brincar, quando eu ficava sozinho, vinha as musicas na minha cabeça, ritimos felizes e tristes, vinham tambem as letras, eu cosequia ver, a bateria, o violão, o teclado, eu ouvia a musica tocar na minha mente dia e noite. Aos 13 anos de idade, eu via o flavio tovacar a primeira musica, que ele tinha aprendido, na igreja, quando chegamos em casa, a minha tia se sentia muita orgulhosa e feliz; na minha vida que eu passei com minha mãe, eu nunca tinha visto ela feliz, a minha mãe nunca sorria pra gente, era muito dificel, agente ficar com ela um hora si quer, e vi a li a unica solução pra fazer minha mãe feliz, vou voltar a cantar, quando criança eu cantava, porque a gora eu não podia, primeiro, eu tenho que apreder a tocar o violão. O COMEÇO DE UM SONHO A minha tia trabalhava, no Hospital Santa Isabel, saia de manhã, voltava. meio dia pra fazer comida pra gente, as vezes quem fazia era a Dirci, depois minha tia valtava pro hospital novamente pra trabalhar, quando era a dirci, ela fazia a comida dava pra gente comer e ia trabalhar, ela trabalhava, numa floricultura, eu adorava ela, ela era a primeira a mi acordar, toda vez que ela ia trabalhar, ela mi acrdava----- acorda moleque,nos finais de semana, eu ia dormi escondido pra ela não mi acordar, mais mesmo assim ela mi acordava. No intervalo que o flavio parava de trenar com o violão, eu pedia pra ele mi ensinar,o primeiro dia foi assim,-------- ta vendo essas letras aqui, C,D,E,F,G,A,B, você tenhe que decorar elas, e depois,------ ja decorou!,-------já -------- fala ai---------- C-DÓ, D-RÉ, E-MI, F-FÁ, G-SÓL, A-LÁ, B-SI, ele olhou pra mim, ---------ta bom, coloca o dedo aqui o outro ali bate, e eu quase quebrei a corda do violão, eu tinha 13 anos mais parecia um pivete de 7 anos de idade, o violão era grade tomava meu corpo quase todo, e o flavio é assim,------- olha pra car; ele a pertou o meu dedo com força nas cordas do violão, o primeiro dedo cortou os outros, ficaram marcados, eu quase chorei, ele mi tomou o violão,------- sai sai tu é muito burro, quando o dedo sarou, eu pedei pra ele se eu podia tocar----- quando eu parar de tocar, tu pega, toda vez que ele ia trenar eu ia ficar perto dele, as vezes ele não soltava só de birra pra mi não pegar, mais quando ele soltava, eu ficava batendo no violão que nem um maluco, discontrolado, quando a Dam ou o meu tio que eu chamava de papai, tava chegando eu tinha que guardar o violão urgente, si não era briga na serta, e era assim o nossso trato, eu não lenbro o que eu tinha de fazer pra ele, mais tinha alguma coisa aver com as meias e os sapatos, dele, si ele pedisse pra cherar, as meias dele eu cherava , mais a dam e o papai não podia mi ver com o violão do flavio. Eu lembro que uma vez, eu tava eu tava sentado no sofá de casa, quando o Dado passou quase correndo, o papai ainda não tinha chegado, e a dam, ja tava doubrando a esquina, quando de longi ela ver dois policiais, envadindo nossa casa pra pegar o Dado, ela correu--------- epa!!! o que é isso, pode sair podi da minha casa vocês dois,------------ minha senhora esse garoto é seu filho é sim senhor, algum problema,------------ podemos revistar o quarto dele,------------ por que, ele roubou alguma coisa, ele fez alguma coisa errada, a Dam falava com os policiais quase querendo, decer o cacete neles,--------- achamos que ele esta, posuindo drogas dentro do quarto dele,----------- o que!; a dam abrio a porta do quarto do Dado e falou-------------- é bom vocês acharem alguma coisa, por se não vai todo mundo para na delegacia, o DADO tava chorando e eu sentado no sofá da sala, escutando tudo, e vendo o pica-pau, foi quando eu vi meu irmão sendo levado pelos os policiais, ele olhou pra mim com as mão pra traz, com os olhos molhados de lagrimas, eu fiquei, como uma estatua, não piscava, não falava, querendo chorar, e não consequia. A dam foi com ele, pra eles não baterem no Dado, depois de um tempo, a dam volta sozinha, foi quando ela mi pegou com o violão do flavio, eu tinha terminado de dizer, quando eu ficar, grande, eu vou ser muito rico, eu tava conversando com o edilson, na sala, foi quando ela entrou----------- você vai ser que nem o teu irmão, e pode tira as mãos do violão do meu filho, ai de ti se eu ver você, com esse violão denovo, ela pegou o violão e foi guardar, eu nunca tinha sentido aquilo dentro de mim, eu queria morrer na quela hora, era muito forte, eu fiquei sem respirar, a dirci disse-------- edim venhe aqui-------- eu sai correndo e mi tranquei no quarto do Dado, naquele dia eu tinha toda serteza do que eu queria ser, quando fosse adulto, e comecei a lembra de tudo que eu tinha sofrido e vivida, com minha mãe, mais tambem sabia que aquilo só era o começo, da minha bela vida, de adolescente desgovernado. Eu não parei por ali, anoite, eu pegava o violão escondido da minha tia, todo mundo dormindo e eu com o violão do meu prima, niguem sabia no inicio, por que eu tinha fazido um quarto só pra mim no quimtal, mais como o meu quarto era perto do quarto da dirci, ela sabia, e as vezes, ela ater, brigava comigo, quando eu começava a tocar alto, ela dava, três batidas na parede, e eu diminuia o som, antes que eles acodacem de manhã, o violão estava na caixa, o violão ficava no quarto da Dam, as vezes eu consequia pegar, quando não consequia, eu pegava um pedaço de madeira,velha, efazia as notas ali mesmo ate de manhã, eu precizava aprender alguma musica, pra poder cantar e tocar eu peguei uma fita cassete do flavio e coloquei no som pra tocar, o som ficava na sala, imendei um monte de pedaços de fio, tinha uma tv quebrada, no fundo do nosso quintal, terminei de quebra a tv e tirei dois fone de audio, liguei no fio e puxei a ter o som da sala, a noite, eu plugava, no som, os fios vinham pelo o teto da casa, eu passava a noite, imitando o radio, com a fita cassete do flavio , eu aprendei atocar e cantar, minha primeira musica, minha tia era evangelica, eu tinha que cantar musicas evangelicas, um dia as amigas do flavio, e umas senhoras da igreja, foram nos visitar, em casa, eu tava na sala, sentado no sofá, o flavio na cozinha bebendo agua, e a Dam----------- flavio venhe aqui, tocar pras irmãs, vem; ele veio com o violão, comessou atocar, tocou três musicas, que ele disse que ia cantar na igreja, umas das irmã, olhou pra mim, e esse minino tambem toca-------- esse minino é filho da minha irmã, ele ta morando comigo ate a mãe dele comprar uma casa pra eles morar, o flavio deu o violão pra mim segura, enquanto ele ia buscar uma fita cassete que ele tinha pegado emprestado das meninas da igreja, a mulher,----------- ele não fala, -------- claro que ele fala mulher, eles riram, depois a outra, brincando comigo,----------toca o violão, toca; eu peguei o violão coloquei, na posição serta, e olhei pra Dam, ela olhou pra mim-------- esse menino não sabe tocar, mulher, foi quando eu toquei, e cantei pela primeira vez pra uma plateia, era a musica que estava na fita cassete que o flavio, tava cassando la no quarto, pra devolver pra mulher, minha tia ficou sem graça, como esse menino a prendeu atocar esse violão, niguem sabia dizer, só a DIRCI sabia, as mulheres ficaram rindo,-------- como você a prendei a tocar o violão, fiquei comedo de dizer, que eu pegava o violão demadrugada, pra tocar, e disse------------ ovindo o radio, as mulheres ficaram mi o
lhando , rindo,--------- canta mais, disse a outra, eu só sabia aquela musica. depois disso eu podia pegar o violão, qualque hora, que o flavio não tevesse usando, e assim só podia tocar musicas evangelicas, com o violão, a noite , a mesma musica, a mesma voz e a mesma batida,-------- você a prendeu a tacar essa musica em quantos dias,--------três dias,--------três dias disse o edilsom. o tempo foi passando, passando, novas pessoas foram chegando na nossa rua, e bem em frete da nossa casa, era, duas meninas, uma tinha, 15 anos de idade e a outra 12, elas já iam fazer dois mêses morando ali, foi quando eu vei chegando, uma garota da escola, o nome dela, era MARIA BETANIA, eu fiquei vidrado, não consequia parar de olhar pra ela, a casa dela tinha uma janela, na cozinha, e a mãe dela mi viu, olhou pra mim rindo, depois entrei correndo pra dentro de casa, nas paredes da nossa casa na sala podia se-ver arua pelas frestas das tabuas de madeira, eu fiquei olhando ela ater ela, parar de converssar com as amigas dela, e entrar pra dentro de casa, ela não saia do meu pessamento, ater que um dia, eu no quintal de casa com o violão, sentado num toco de madeira, onde a gente colocava a bacia, cheia de comido pro cavalo comer, eu sentado ali vei ela lavando roupa, no giral[ uma especi de tanque, feito de madeira ], eu como sempre, aos gritos-------- ei menina como se chama-----------Maria, prazer posso fazer uma musica pra você, --------pode, ela deu uma risadinha, e folou----------- quero ver, se você vai fazer mesmo, ela tinha 12 anos de idade e eu tinha 13, anos, ela terminou de lavar a roupa e foi enbora pra casa dela, isso foi no domingo, nesse mesmo dia eu fiquei a ter 8 horas da noite, fazendo a musica, eu tinha tudo, tinha a batida, a melodia, o compasso, sem pausa, a letra da musica na menti, um caderno um lapis com borracha, e a musa, passei tudo isso pro caderno, tava lindo, mais quando eu ia recantar a musica, eu não entendia nada, do que eu tinha escrito, foi quando eu lembrei que eu não sabia lê e nem escrever, assim mesmo fiquei tentando, ver se eu entendia alguma coisa, mais nada, comecei achorar de raiva,-------- porque eu não concigo,meu deus, e fiquei chorando,por quer, isso era 8 horas da noite, quando foi na segunda feira, eu levei o papeu pra tia maria, mi ensinar, alê o que eu tinha escrito, na hora do recreio eu mostrei pra ela, o papel, ela não entendeu nada, foi quando eu comesei a chorar,-------- que foi menino-------- eu não sei lê, eu não sei fazer nada, eu não sei lê, tia, tia eu não sei lê,--------- meu filho olha aqui, mais para de chorar, eu so mexia a cabeça pra cima e pra baixa,-------- ta bom. Olha aqui pra tia, veja só, você, sabe o nome das letras, não sabe?---- sei,----------- veja,só-------- tia isso eu já sei, eu não sei é lê-------- calma presta atenção em mim, as letras, é como se fosse, um monte de bloquinho, pra si unirem um com o outro, ela fez o desenho de um monte de bloquinho, no quadro, agora venhe aqui, escreve, todas as letras que você conhece dentro desses bloquinhos, eu escrevei todas de A a Z, --------veja só, aquele desenho ali, é oque?---- um boi! ------- pra você lê e escrever, o nome boi, é só ajuntar as letrinhas, uma com a outra; olha aqui, fala boi---------- boi--------- mais uma vez---------boi--------outa vez---------boi, foi ficando engrassado, eu fui entendendo o que ela tava mi explicando,--------- qual aletra que você acha, que começa o nome boi,-------- B,---- serto, desenha, um bloquinho aqui com a letra B , eu desenhei, a gora fala boi,--------boi------ mais uma vez---------boi e comesei arir,--------qual a proxima letra?, eu não fazia a minima ideia da proxima letra, parei pra pensar e nada,-------- alha aqui meu filho, presta atenção no som que soa a palavra bo,o,o,oi ela falou quase cantantando, foi uma faisca de luz, dentro de minha cabeça, eu sabia a proxima letra, o O, ela quase deu um pulo,--------- serto, e a outra,----- o I,---------serto, agora desenhe os bloquinhos,com as letras, aqui eu desenhei,-------- qual foi a primeira letra----------oB-------------a segunda--------o O -------------------A terceira, ---------- o I,-----------pronto você lêu e escreveu, sozinho, eu fiquei muito feliz porque real mente eu tinha entendido, eu vibrava, quando ela folou assim------------- agora escrevi pra mim no qualdro, SEGUNDO ANO, ela ficou sopresa quando eu escrevei assim,C-E-H-U-M-D-O, A-N-O, eu perguntei tia tar serto, ela demorou um pouquinho e disse, ta serto, meu bem, ai que eu vibrei mesmo eu pulava que nem um canguru, acho que ela, deve ter pessado, bom pelo- menos ele já tenhe uma noção de como se escrevi, e de como se lê, se ela fosse mi explicar, que o nome SEGUNDO , tinha no inicio; a letra S e depois a letra G e a N, poderia mi deixar confuso na quele momento, e que no decorrer das aulas, eu iria aprender, o porque, dessas, letras trocadas,com quase o mesmo som de pronucia, falada. Eu feliz da vida, sabia lê e escrever, fiquei pior, que um papagaio na sala, doido pra chamar a professora de mentirosa, perguntava tudo, mal ela escrevia no quadro, eu perguntava, qualquer frase eu perguntava, ela mi explicava, e as vezes ela ficava rindo de mim mais feliz da vida, eu concequi fazer a musica, minha primeira musica, eu tinha prometido a musica pra Maria no domingo, e na segundo feira, eu sabia lê, e escrever, tudo do meu jeito, mais sabia. Quando chego em casa, chamo o edilsom eo meu irmao o elde,que tinha vindo com a mamãe, pra casa da Dam, gravei a musica numa fita cassete, eu o elde e o edisom cantando, eu mi lembro até hoje,------------ eu quero dedicar essa musica pra maria betania, do fundo do meu coração, ti amo, gravei essa fita, coloquei no som de casa e esperei a MARIA chegar da escola, quando ela chegou eu liguei o som bem alto, pra ela ouvir, ela chegou com duas amigas dela, quando a fita começou a tocar, ela as mamigas dela, a mãe dela, e a irmã dela ouviram a musica, ela ficou toda vermelha, quando me viu saindo pra rua, a mãe dela----------- é tua a musica,------------------- é eu fiz pra maria, eu tinha prometido pra ela ontem essa musica,´---------------você fez hoje---------não eu fiz ontem, eu só não sabia lê o que tinha escrito, mais agora eu sei, maria gostou, a mãe dela da janela,------------ fala mulher----------- gostou!------------- gostei, é muito linda, ela entrou com as amigas, pra dentro da casa dela, depois as amigas dela foram embora, foi quando ela apareceu,na janela da casa dela, agente ficava-mos um tempão nos olhando, quando a mãe dela mi chamaou,-------- vocês são jovens demais pra namorar, a maria apareceu na porta, quero que vocês dois estudam, pra mais tarde namorar, por enquanto vocês são amigos tabom---------- eu com a cabeça, pra cima e pra baixo---------ta bom, era muito dificil, agente si falar, a maria era a casula da casa e não saia pra lugar nem um, sem a mãe dela, mais nada melhor qeu o tempo, veio a segunda musica ,a terceira, a quata musica em dois meses eu já estava com 30 letras de musicas, escritas e gravadas na memoria,--------Que musicas são essas, eu não quero que você, cante essas musicas do diabo, ouviu-----------ouvi, minha tia classificava as minhas musicas, como musicas do diabo, em quanto isso, minha tia da escola, classificava, como poesia, o flavio ganhou outro violão, e eu de aniverssario de 14 anos, ganhei, o que ele ja tinha, foi questão de tempo pra minha tia , mi pegar, cantantando minhas proprias musicas e com isso a deus o violão, eles deram o violão pra outa pessoa, e continuava sendo proibido de tocar no violão do flavio, agora era ele que mi proibia de tocar o violão dele, com isso o meu irmão e minha mãe estava morando, dentro do quarto que agente tinha construido, nos fundos da casa da minha, tia, o mesmo quarto, que o Dado dormia, a Dam tinha chamado ela, pra ela ficar mais perto da gente, o elde era só visita, não era sempre que vinha ficar, com a mamãe na casa da minha tia, quando vinha passava uma semana no maximo com agente; depois a mamãe ea deixar ele, na casa da vô, a mamãe tava trabalhando perto, ela agora varria praças publicas, e a praça que ela varria era a praça da união, ela conhecia todo munda dessa praça, minha mãe, a mulher maravilha, mais forte que ela, numca vi falar, um belo dia um advogado pergunta pra ela, se ela não tinha um jovem, pra trabalhar pra ele, amamãe, chegou em casa, perguntou se o Dado queria, ela disse que ele não queria, foi o flavio no lugar, e ficou trabalhando um tenpão, depois saiu, depois disso a pareceu outro,Advogado, mais agora era mulher dele que queria uma criaça, pra trabalhar, no outro dia eu tava trabalhando na casa do Dr.VIEGAS, o advogado mais conhecido da cidade, ele tinha ater um programa de radio só dele, la na casa dele eu não fazia nada, as vezes calocava o lixo pra fora, de casa, ia comprar tempero pra cozinheira conzinhar lavava umas boças de papel no escritorio dele, mais a maioria do tempo, eu ficava dentro da casa, com a don NILCI, era o nome da esposa do Dr.viegas, uma vez eu fui, jogar o lixo fora, e tinha que atravessar a rua, e jogar o lixo, do outro lado da praça, união, falei com amamãe que eu ja tinha chegado,--------- ta bom meu filho, presta atenção na rua, depois continuou varrendo a praça, quando entro dentro da casa, a dona Nilci, minino onde você se cortou?, eu olhei pra minha perna, tava pigando sangue, quando vi aquilo comecei a chorar------------ não mi deixa morrer dona Nilci não mi deixa morrer e não parava de sai sangue, e eu não parava de chorar, pedindo pra ela não mi deixar morrer, ela abrio o portão a cauçada e a rua molhada de sangue,----------------- ele só viu que estava com a perna cortada quando eu falei, a empregada, coloca álcool depois faz o curativo, na perna dele, a dona Nilci era bem alta, eu mi agarrava nas pernas dela, pra empregada não colocar álcool na minha perna ela mi segurou, eu só gritava, --------não, não, vai doer, nao não, a mulher ja tinha colocado só tava limpando, fez o curativo, a dona Nilci olhou pra mim----------tadinho, tar todo tremendo, a enpregada olhou pra mim,--------- mais que molequi mole um arranhão de nada!, não mi deixa morrer, daqui apouco ta pulando, feito sapo, isso foi por pouco, eu trabalhei um tempão la, parei de trabalhar la, porque o Dr.viegas, toda vez, que ele saia pra trabalhar, ele olhava pra mim, e dizia----------- Nilci venhe car tu não ta dano banho nesse menino não, ela ficava calada,--------- pode ir tomar banho, eu não vou trabalhar enquanto esse molequi não tomar banho, 7 horas da manhã, a´gua gelada, era eu tomando banho e chorando, quando eu terminava de tomar banho ele vinha e falava, olha o meu filho igual a você, não gostava de tomar banho, quando decei o cacete, nele, nunca mais ele ficou sem tomar banho, quero ver você sempre limpinho, ta bom, eu com acabeça,-------------- amram, não era sempre que ele mi pegava sem tomar banho, mais quando mi pegava, era uma briga, o negocio tava tão serio que a mamãe, teve que mi dar banho, antes que eu fosse pra casa da Dr. viegas, não adiantava nada, quando eu chegava la eu tinha que tomar banho, eu ia pra casa da mãe dele, ficava la com ela e depois ea pra casa, eu passei a estudar atarde, pra ir pra casa do Dr. viegas, trabalhar e depois da escola ia pra casa, brincar, matando formigas, no quintal, a noite, ia brincar na avenida beira rio, com os meus amigos, quando se passarão 3 mêses, que a mamãe estava morando com agente nos fundos da casa da Dam, a mamãe tenhe uma discussão com a Dam, e vai embora de lá, quando eu cheguei da escola fiquei sabendo disso, a Dam falou pra mim se ela viesse, aqui mi buscar, era pra mim dizer no juizado de menores, que eu queria ficar era com minha tia, e não com minha mãe, a minha mãe tinha sumido, ja fazia um tempão, que eu não via ela. Um dia eu levo o cavalo, pra amarra, num pasto que ficava, la na beira do rio, mato pra todo o lado, era o lugar onde todos os dias eu levava, o cavala pra dormi, quando vejo amamãe deitada, en cima de uma caixa de papelão, no lugar onde eu soltava o cavalo pra dormi, a minha mãe dormia, eu chamei ela, e perguntei----------o que que a senhora ta fazendo aqui ? ----------------- eu mora aqui, meu filho, ela tinha entrado de ferias e tava sem dinheiro, pra alugar um lugar pra dormi, eu nem imaginava, na minha cabeça se ela já tinha comido alguma coisa , minha mãe sofreu muito na vida dela, ela se levantou e foi pra perto de uma casa, que tinha la perto, e eu foi embora, sem saber o que fazer, no outro dia, eu encontrei ela deitada, em um banco la na avenida beira rio, eu tava brincando quando o aires disse -------olha ali tua mãe, edim eles foram enbora e eu foi la onde ela estava, ------------ mamãe, mamãe-----------oi, meu filho tu ta bem, o que que meu filho ta fazendo nessa hora na rua,------------- eu tava brincando, mamãe vamos pra casa da Dam, fica la com agente, ela só mi dizia que a Dam tinha mandado ela ir embora da casa dela, -------- e o Dimas já pogou o seu dinheiro,----------- ainda não, eu tinha feito um quarto só pra mim la no quintal da casa da Dam, vamos pra la ela nem vai saber que a senhora, vai tar ali, ela disse que não queria voltar mais pra li, quando o aires, foi passando no porta la de casa, minha tia perguntou----------- aires tu viu o edim?-------- ele ta com a mãe dele la na beira rio, onde la do outro lado da avenida, de longe eu vi a Dam e a edlene, olhando pra gente, isso era 11 hora da noite, a mamãe----------- vai meu filho, vai ,vai domir que ta tarde, eu pecebei que a minha vida era uma droga eu não podia fazer nada, eu so podia ficar triste com aquela situação, a minha mãe tava que nem mendigo, morando na rua e dormindo no chão, no meu quarto eu tambem dormia no chão mais tinha teto, e minha mãe não tinha nada, nem pra si cobri, ela mi pediu pra mim embora dormir que ela estava bem, depois de alguns dias, eu não vi mais a mamãe: terminando o mês, as ferias dela tinha acabado, e ela tinha voltado a trabalhar, no primeiro mês de trabalho dela, ela ficou morando, numa casa em frente a praça da união, depois ela alugou um quarto de 70 reais por mês, pra quem ganhava menos de 160 reais por mês e ainda atrazava, tava muito caro, eu continuei morando com a Dam, eo Dado com a mamãe, o elde ainda tava morando com avô e o taidoura, oDADO tava namorando, com uma menina, perto da prai do cacau, com um tempo o pai dessa menina, chamou, meu irmão, pra trabalhar com ele nessa olaria quele tinha , na cidade de DAVINOPOLIS-MA, meu irmão foi, la, ele trabalhava , fazendo telhas e tijolos, a DEVANE, foi a unica mulher que fez meu irmão se sossegar. Eu completo quinze 15 anos de idade, eu nunca tive uma festa de aniversario, e nem gostava pois sempre a contecia coisas tristes comigo nessas datas, natal, pascoa, ano novo, eram datas que mais odiava passar, pois bem no meu aniversario, eu pedi pra Dam tirar uma foto minha montado no trovão, o cavalo, aquele eu contava pra ele o que eu sentia dentro de mim e a foto foi tirada, eu e o trovão, o tempo foi passando, e eu ia ficando mais triste por dentro, a Dam chegava da rua e falava assim--------- é bom vocês abrirem os olhos, que um dia vou chegar, mandar cada um de vocês, pra casa da mãe de vocês, era eu, adirci, que estava lar de favou, quando eu trazia dinheiro pra dentro de casa eu era o queridinho, quando não, eu ficava escutando piadas da minha tia, o papai mi dava um real todo dia pra mim lavar o cavalo, e eu davao o dinheiro pra minha tia quardar o pra mim, era sempre assim, eu capinava os terrenos das pessoas, pra ganhar cinco reais as vezes, mi machucava, passava o dia todinho sem comer nada, debaixo do sol quente, e niguem via isso, só via quando recebiam, o dinheiro na mão, a verdadeira mãe da dirci, a DONA MARIA, tinha alugado uma casa na avenida beira rio, lar perto da Dam, eles eram pessoas bem ulmildes, dois dias antes da dam anuciar que ela ia si mudar pra uma outra casa, ela disse------------ vocês abram o olho, a dirci tinha cabado de chegar, quando adam, falou,------------------ eu vou mandar vocês, cada um pra casa de suas mães, o edim pra casa da mãe dele, a edlene pra casa da mãe dela a dirce, pra casa da mãe dela, a EDLENE, começou chorar, eu fiquei muito triste, aDIRCI, ouviu tudo atraz da porta, no dia da mudança, antes da Dam pedi pra gente procura, nossa mãe, a DIRCI, pegou as coisas dela e mi levou junto com ela, pra casa da mãe dela, eu ja tinha saido da escola, eu tava fazendo a terceira séri; lenbrei da serraria que eu tinha, feito o curço com o chico, que eu tinha, ate ganhado diploma, foi lar pedir trabalho, lá eu sofrei muito, eles não dava comida, e nem vale trans porte, mais eu tinha que trabalha, eu pegava, 6 horas da manhã e parava seis6 da tarde, isso todo dia, eu só ia comeu a noite quando chegava em casa, a dirci, perguntava logo, se esta bem, eu dizia que sim, nesse trabalho eu era o segundo mais novo, eu tinha 15 quinze anos de idade, e um outro menino, la tinha 16 anos, ele senpre tava fazendo serviço, leve e facil, e eu o encarregado mi colocava pra carregar madeiras nas costas pra cortar nas maquinas, mais grande, enchia os caminhão com os adultos, eu não intendia, o outro ele ensinava a mexer nas maquinas e eu, ia carregar madeiras nas costa o dia todo, no começo eu pessava que so era teste pra ver, si eu ia desistir de trabalhar, mais não era o meu trabalho de todo dia, as vezes eu parava, de cançado, pra toma agua, e o encarregodo vinha dizer---------------quem não trabalha, não tinha direito de tomar agua, não, vamos!! vamos!!, na hora de ir embora eu tinha que andar 15, minutos pra pegar o ônibus, e tinha que andar a pé mais 40 minutos pra chegar em casa, eu chegava umas 8 horas na casa da mãe da dirci, as vezes nem comia de tão cançado, quando era de madrugada, 4 horas da manhã, eu comia e saia pro trabalho, o meu corpo era a mistura de musculo com osso, um garoto bem magro e muscoloso, no final do mês, eu tirava 30 reais, menos a apassagem de ônibus, que era 40 sentavos, eu ficava 11 a12 reais por mês. dava, cinco5 pra mãe da dirci, e ficava com cinco pra mim, dinheiro que eu acabava, gastando com passagem de ônibus, eu sofri, muito enjustiçado em, emprego, quando eu levava comida pro serviço eu passava, mal com azia no estomago, vômitava, as vezes o pó da madeira cortada, mi dava alegia, eu ficava sem foligo,ou meu deus, vou para de contar isso, é muito triste antes de terminar o ano, a mamãe mi chama, pra faze a mudança dela----------- a senhora vai morar a onde, la perto do teu irmão, ele ta pra casa, e mi chamou pra morar perto dele em DAVINOPOLIS,, vamos morar la, quer ir comigo, ela mi chamou, pra i morar com ela, mais eu e o Dado, vivia-mos brigando,------------- eu não vou ficar por aqui mesmo, foi eu eo edilson irmão da dirci, pra vazer a mudaça da mamãe, vei um caminhão da prefeitura, com a carroceria toda arrebentada, e sujo, de lixo, chegamos em DAVINOPOLIS, acidae era bem piquena e no meio da cidade tinha uma escola, agete andou mais um pouco com o camihão, e chegamos, na casa que a mamãe ia morar, decemos, e arrumamos as coisas na casa, depois agente partiu com o caminhão, o meu irmão menor o ELDI, ficou com amamãe, em DIVINOPOLIS, e eu na casa da mãe da DIRCI, as vezes eu ia na nova casa da Dam;---------DAM, alguem pode mi levar amanhã lá no meu seviço, que horas 4 da manhã, venhe que o Helio te leva, de bicicleta, ta bom, eu tinha que a cordar, 3 da manhã, pra tar na casa da DAM as 4 [ quatro ], pro helio mi levar pro meu serviço, o primeiro dia mi levaram o segundo, enventarão uma discupa e não mi levaram, nesse dia eu faltei, no outro dia consegui dinheiro, e fui trabalhar, quando cheguei, la fui tão umilhado, tentei explicar o que tinha acontecido, o encarregado não queria saber, eu quase chorei nos pés dele, mais ele não queria saber, só pedia pra mim embora e que mulequi, não trabalhava mais com ele. na época que eu tinha saido da escola frei manoel procopio, dois mês depois eu tinha mi matriculado a noite numa escola no bairro bacuri, eu tava fazendo o supletivo,3° e a 4° séri, quando pedi o empredo, não deu mais pra frequentar essa escola, eu não lembro como se escreve o nome da escola sei que tinha o nome de um cientista muito famoso, simbolo de inteligência na fisica e na matematica, em fim. Eu Edson mendes da silva, senhe dinheiro morando de favou, sem trabalho sem estudar, com apenas 15 anos de idade, e ainda passando fome, as vezes eu fazia uns bicos de ajudante de pedreiro, ganhando 5 reais por dia, com 2 reais de desconto da comida, mais não era sempri que aparecia esses bicos pra fazer, quando não tinha comida pra mim na casa da dona maria eu ia la pra praça onde a mamãe, ficava varrendo e comia junto com ela, ater que um dia eu vou visitar ela em DAVINOPOLIS, mais não fico, volto pra casa da mãe da DIRCI, mais eu andava, muito triste, com tudo que tinha acontecido, e que estava contecendo, eu queria chorar mais conseguia, eu não podia contar com niguem, eu estava sozinho, Adona mari me vendo assim----------- DIRCI o edim ta doente, ele guase não fala, so anda de cabeça baixa, esse menino ta doente fala com ele ali,----------- ela mi perguntou se eu estava bem eu fiz com acbeça que sim, ela,olhou la pra rua tava o aires, o carequinha, o michel o junior, todos os meus amigos brincando e eu dentro de casa, porque tu não vai brincar,------------ eu não gosto mais de brincar,DIRCI, eu so cançada, eu vou domir tar, --------tabom qualquer coisa mi chama tar---------- ta, ela foi pro quarto dela asistir tv. Eu dormia num sofá na sala; eu fechava os olhos e ficava imaginamdo,como eu gostaria de voltar abrincar com os meus amigos, sem que mi preocupar,as coisas, ruins da minha vida: Um dia amamãe mi chama pra morrar com ela que o o seu INDÊ, ia mi dar um emprego, na olaria que ele tinha em DAVINOPOLIS, e que lá tinha uma escola que eu podia estudar, anoite; -----------DIRCI eu vou pra DAVINOPOLIS, morar com amamãe,e que la tam bem vai ter trabalho pra mim,------- ta bom, mais venhe mi visitar,ouviu------- ta bom. meu endereço era, uma rua sem nome, na cidade de DAVINOPOLIS. Em dois mêses, eu estava estudando na escola municipal de davinopolis, minha mãe mi matricou, na 7° setima, séri, eu que tinha parado na 3° séri, da escola, frei manoel procopio, matriculado, em outra escola,fazendo supletivo, da 4° a 5° séri, agora estava estudando a setima séri em davinopolis, com isso o meu primeiro dia de trabalho, na CERAMICO DO INDÊ. Tudo esta bem, eu tava estudando trabalhando, e mais calmo, parecia que eu tinha saiu de um pesadelo, sem fim, agente tava juntos novamente, eu e o Eldi com a mamãe, em uma casa que ela tinha alugado e o DADO, tava morando, em uma casa, perto da ceramica, que o seu Indê, tinha dado pra ele morar, era ali a minha pequena familia, que nunca conseguia ficar parada em uma cidade, e eu nunca tinha oportunidade de estudar, mi preocupava mais, onde agente ia morar, no proximo ano e onde eu ia parar, com aquilo tudo, minha vida era uma revolta, eu não tinha amigos, não gostava mais de brincar minha vida era trabalho e escola,, durante, trêz mêses foi uma maravilha, eu ganhava 80 reais, por mês pra trabalhar, na seramica, com meu irmão DADO, e mesmo assim o dinheiro não dava pra gente se sustentar, em casa, a mamãe, começou a chegar em casa embreagada, isso todos os dias, ela trazia o almoço dela pra gente comer, e antes da gente dormir, ela fazia alguma coisa pra gente comer, sopa, pirão de farinha, ou então, arraz branco, com molho de agua com sal e cebola, quando tinha, ater hoje quando eu falo isso pra ela; ela fala que, agente nunca passou, fome, ela sabia sim, ela dizia isso com lagrimas nos olhos, tentando rir, pra mim, agente via pelo meu irmão, o ELDI, ele quando tava morando com agente, ele emagrecia que dava até dó, ele só ficavo cordo, quando ficava com avô, mais quando estava com agente, eu sempre foi magro, quando eu começava, comer melhor, meu corpo ficava enchado de musculos, o corpo desse menino é diferente dos outros, era o que eu tinha ganhado, na serraria onde eu trabalhava, um dia eu chego da escola e a mamãe, e a mamãe tava quase chorando olhando pras panelas, -------edim, vai la na venda e compra uma sardinha e meio quilo de farinha, quando ela mi mandava, ir compra, alguma coisa, era por que, a situação esta va, muito serio, que ela tinha vergonha de ir la, comprar mais comida, fiado, quando o senhor da venda mi via, ele olhava pra mim,----------o que foi menino, ele era branco, com bigode, manchado de amarelho, tinha uma voz grossa e era godo e alto, o cabelo, não tão grade e nem piqueno, liso e branco, mesturado com preto----------a mamãe mandou eu comprar isso aqui, e entregava, o papel com as mão tremendo, comedo do moço, e de ele não querer mi dar as coisas, ele olhava o papel, e mi dava as coisas, que estava escrito no papel,quantas vezes eu fiz isso, minha, mãe devia, em em todas as barracas e quitandas, bares de davinopolis, e eu sabia disso, quando eles mi via passando na rua,----------- fala pra tua mãe, que eu quero conversa, com ela, e é urginte, eu quero meu dinheiro, pode falar isso pra ela, mi subia uma tristeza no meu coração, ficava querendo chorar, mais não conseguia, aquilo tentava, mi sufocar, mais depois eu voltava, respirar, normalmente, quando eu chegava em casa, minha mãe embreagada, ia dizia aquilo pra quer, quando ela tava da quele jeito, eu não abria nem a boca em casa, ia direto, dormir, e nem comia, eu sabia que não tinha comida mesmo, o dinheiro, da seramica, eu recebia por quinzena, 40 reais, na primeira, quinzena,do mês e os outros 40 reais, no final do mês, eu dava tudo pra mamãe, nossa situação era critica, precisava-mos de ajuda,ur gente, eu era o unico la de casa que ia pra igreja, porquer quando eu estava la eu mi sentia em paz, ate o cuto terminar, depois tinha que voltar pra minha vida, quando chegava em casa, a mamãe, embreagada, deitada no chão, da sala---------mamãe, mamãe, vamos pra rede, dormir ela só conseguia falar-----------quem,-----------dormir na rede,mamãe, eu tinha quinze anos de idade, mais continuava com o copo de uma criança de 10 anos anos, eu não crescia, mais tinha muita foça, no meu corpo, as vezes, quando eu acordava, e colocava, meus pes no chão, eu não reconhecia aqueles pés, as veias do meu corpo eram tão grossas, que eu pessava, que eu ia explodir, meu corpo era muito pesado, mais eu conseguia, mi levantar e andar,não, tinha sonhos, objetivo, mais queria tanto ver minha familia, sorrindo e feliz, todos os meu irmãos unidos, semdo uma familia normal sem brigas sem fome, sem dividas, era o que eu tinha como incentivo pra pode viver. Era um dia de sabado, eu tinha terminado, de almoçar, e tava deitado, no sofá da sala, nosso antigo sofá, ele era de madeira, pesado, só tava o casco, agente tinha apregado uma lona nele, pra não aparecer os buracos no acento e depois amamãe, cobria ele com uma rede velha, de dormir, quando estou pegando no sono, ouço uma gritaria, era MAMÃE, O ELDE E O DADO, O DADO tava espancando o elde e amamãe tava, gritando pra ele soltar o elde--------- solta ele EDINALDO, solta ele , é so uma criança, solta ele, ela não tinha foça pra tira o dado, decima do elde, eu dei um empurrão na mamãe, que tambem tava encima, tetando tira o dado, de cima do elde, deu um soco nas costas do dado, que estralou, ele fez uma cara de quem ia chorar, e foi pra cima de mim, como ele era maior do que eu eu tentei correr pra dentro da casa, ele mi pegou na sala, agente,quase quebrou as paredes da casa, ele mi jogava, na paredi, e eu fazia o mesmo, com mais esfoço mais fazia, agente quase si matou, naquele dia, a mamãe, começou a chorar------------ larga ele EDINALDO-------------- ele qua começou------------- ele tava protegendo o irmão dele, larga ele, e nós dois, um envorcando o outro, ater que ele parou e eu parei tambem, depois ele olhou pra mim e disse-------------- quando amamãe sai, agente termina a nossa briga, os olhos dele tava muito vermelho, ele nem se cançou, e eu tava todo arrebetado, com dor no corpo todo----------- eu espero, amamãe, escutando isso------------ espera o quer, EDINALDO, ele falou e saiu----------- nada não. Quando ele saiu, ela veio mi perguntar,--------- esperar o quer edim, eu não, consequia nem falar, eu tava triste, chorando e ao mesmo tempo, tava cheio de raiva, com a quela situação, tudo, passou, naquele mesmo dia era pra mim voltar, pra seramica, eu só tinha, que almoça, e voltar, atrabalhar, fiquei em casa esperando o meu irmão, voltar pra gente, terminar a nossa briga, lenbrei, de quando ele batia, muito em nós, quando a mamãe, não tava em casa, tabem lembrei, queando ele mi protegia e cuidava de mim quando eu ficava doente, e ainda por cima, ele era o meu erói, mais as vezes que ele espancava eu e o meu irmão, menor era mais, foi pro quintal, peguei uma faca, e um pedaço de madeira, comecei a fazer, uma luva, nessa luva, tinha três lamina feitas de ferro, encluindo a faca, luva parecia a pata de um urso, coloquei na minha mão, de tão apertada que era a luva, as laminas cortaram minha mão, mais eu não sentia dor, eu não sentia nada, o meu proprio sangue, ja estava, molhando o as laminas da luva que tinha colocado na minha, mão, as vezes eu pessava no meu irmão, brincando comigo, mi levando pra passear, nas praças, sorrindo de alegria, perto de mim, mi ensinando a jogar bola a soltar pipa no céu, mais isso nunca aconteceu, e eu só imaginava aquilo tudo na minha vida, foi quando o meu chegou, eu estavo no quarto, no fundo do quarto, ele ficou na porta do quarto, parado, e eu tam bem parado no fundo do quarto, a distancia entre mim e ele era de uns 3 a 4 metros de distancias, a mamãe chegou quase junto com ele e entrou, dentro do quarto, ela so pedia pro dado ir embora---------- vai embora edinaldo, vai embora edinaldo, ela tinha medo de mim, que nem chegava perto, ela empurou o dado,------------ vai pra embora, ele deu outro nela, e eu só, mi segurava, de raiva, minhas veias do meu copo queimava, uma dor aguda no peito e a voz dele------------ mi deixa mamãe, a mamãe desisperada, não parava de chorar, ele deu um posso, e eu levantei, minha minha mão, com a luva toda molhada de sangue, com o meu sangue, ele olhou pra mim-------------- isso ai, é pra mi matar cara,------------- se tu dar mais um passo, ele disse outa vez------------ isso é pra mim matar, eu tava de cabeça baixa, com os cabelos nos olhos, meu cabelo, não era grande e nem piqueno; foi quando, eu olho pro dado, ele tava chando, e ficava mi peguntando----------- isso é pra mi matar, isso é pra mi matar,, e mi perguntava por que eu ia pra igreja, se toda fez que eu estava lá o pastou pregava, só de salvação pras familias, uma salvação que eu imaginava, que era minha familia unida e feliz, que salvação é essa, será, que eu vou ter que morrer, e perguntar, pra deus, que salvação essa, que eu quero pra minha familia, e só vejo destruição de nossa parte, tudo isso passava na minha cabeça, eu estava sozinho, sem niguem sem resposta; quando, minhãe, jogou uma biblia, que eu tinha comprado, pra ir pra igreja, não era uma biblia era o novo testamento, levantei a mão pra mi defender, e o livro, ficou empindurado na minha luva, ela gritava,----------- edim olha pra biblia, olhar, foi quando eu lembrei que eu era o unico da minha familia, que ia pra igreja,, e olhei!!, la tava escrito, TIRA O SISCO DO TEU OLHO PRA DEPOIS TIRAR DO TEU IRÃO, COMO TU QUERES, TIRAR, SE OS TEUS ESTÃO COBETOS, eu comecei a chorar e a luva, escorregou da minha mão,junto com o livro, fechado, o quarto não tinha piso de cimento era chão puro, e as pontas das facas enfiaram no chão, meu irmão, tava chorando, junto cominha mãe, sendo que ela tava na frente dele, pra não chegar per de mim, ele saiu, e foi embora pra casa dele, minha mãe saiu junto com ele, depois ela voltou, e eu estava, agachado, no canto do quarto, com um som de um uma musica na minha cabeça, eu colocava, as mãos no meu ouvido mais a musica, não parava, aquele zunido agudo, que eu sentia tocar a minha alma, no outro dia, meu irmão estava normalmente, como si não tivesse a contecido nada, ele não lenbrava de nada, o minha luva, eu enterrei, dentro do quarto, no mesmo lugar onde ela tinha, caido, quando ela escurregou da minha mão, tudo tinha passado, o meu irmão O ELDE, como ele era o menor, de nós, colocou ele pra trabalhar, a jundando o DEAL, filho do seu INDÊ, ficava ele eo DEIVIN,ajudando o DEAL a fazer telha pan, uma telha mais grosso, que a nomal, eu voltei a atrabalhar, mais agora era pra comprar um violão, eu conprei a prestação, a mamãe que foi la tirar o violão pra mim, eu mi lenbro ate hoje,64 reais, quem pagava era a mamãe, eu dava o dinheiro pra ela, e ela ia pagar na loja, eu trabalhei que nem um condenado, pra pagar esse violão, quantas vezes eu cortava minha mão, cavando barro, pra poder, colocar na maquina pra poder fazer telha, as vezes o barreiro , tinha que ser enchido pro outro dia, e eu mais outro, com um carro de mão ia la dentro do mato procura barro, pra cavar, e velar pro barreiro, pra poder fazer telha, no outro dia, tinha dia que eu chorava la longe pra niguem mi ver chorar, minhas mãos, não tinham, calos erom costes que de vez equando, sangrava, muito, eu colocavo um pano enrolado, em volta das mãs, e colocava, as luvas de couro, eu não prciso enventar, nada disso,, as marcas estão no meu copo ater hoje, se vorem, procurar residuo, de minha historia, nas cidades citadas aqui nesse livro, veram, que o que eu conto é verdade. Graças a deus paguei o violão, minhas mão não, doian, tanto, como doia, quando eu o devia, completei 16 anos de idade, eu ´so sabia disso, quando terminava o mês de maço,por que pra e pra niguem, importa a data do meu aniverssario, na escola o diretora mi cobrava a meu historico escolar, entodas as escolas em que eu estudei antes de estudar, em davinopolis, eu estudava sem documentos, sem resitro, eu não tinha nada pra apresentar, como documento pra diretora, quando foi quase no fim de ano antes das aulas terminarem, amamãe mi deu um papel, falsificado com meu nome e o nome de um monte de escolas, que eu nunca tinha estudado, eu sei que era falsificado por que, quando ela mi entregou esse papel, ela mi falou assim------------- se ela perguntar alguma coisa diz pra ela que tu estudou, entodas esses escolas se não, ela vai te reprovar, e tu não vai mais estudar, eu foi conciente disso tudo, quando eu entreiguei o papel, pra diretora, ela olhou, e falou------------------por quer você repitiu a 7° séri, se no seu historico aqui você, era pra ta terminando a 8° séri---------olha eu não sei de nada só sei que eu estudei, em todas essas escolas a ir desse papel, só bsei disso, fui a provado, pra fazer a 8° séri no proximo ano, fiquei feliz da vida, vou pra casa pra contar pra mamãe, ela tava bebada, e deitada no chão, eu sentei no sofá, e fiquei, um tempão olhando ela no chão, depois, sai pra rua, em contrei o ONÓFRI, e uns amigos dele,-------- ai tou indo pra uma festa ali tu quer ir,------------- quero-------- tu passou-------- passei, e tu----------tambem, agente vai comemorar, na casa da proferssoura, ele falou o nome dela, mais eu nem prestei atenção, --------------chegamos, aprofessora foi logo falando pras crinaças, refrigerante, pros adultos, la na cozinha, eu não falava com niguem, o onofri, pegou uma garrafa de bebida, na cozinha, e comessou a beber comigo; no outro dia eu chego em casa, amamãe, ja esta sobria, ---------que é isso menino--------- asenhora bebe porque e não posso, quando eu falei isso cai, bem na porta de casa, eu vômitava, pra caramba e ela ----------ainda vai beber,------------ vou, eu vou-------- vai, vai nada-----------vou! e começava achorar------- eu vi o papel tu passou, eu tou muito contente, tu consequio, foi um alivio pra minha alma ela tava contente, a noite ainda tava passando mal, na virada do ano, ela comprou uma camisa e uma cauça, pra mim o eldi e o dado, ela se arrumou e arrumou agente, vamos pra igreja a sistir uma perça do nacimento de JEUS CRISTO, agente nem viu, porque tava lotada, mais ficamos ater todo mundo ir em bora, depois agente foi pra casa dormir. O SEGUNDO MÊS DO ANO NOVO -------Edim, agente vai ter que se mudar, eu não tou mais com condiçães pra ficar aqui nessa casa----------- onde------------ eu falei com o seu INDÊ, e ele deu uma casa pra gente morar la perto do teu irmão-----------onde-------------perto da cerâmica do seu INDÊ, agente vai ficar la até eu ter dinheiro, pra gente comprar uma casa pra gente--------------ta bom, fizemos a mudança, o meu indereço agora era RUA DA CERÂMICA DO SEU INDÊ. A nossa casa era de barro, não tinha quarto, nem cozinha, acasa era oca, por dentro eram 4 paredes de barro, 4m² com um teto feito de palha de coco, uma janela na frente da casa com uma porta que não abria, agente etrava pela porta dos fundos, la era bem ventilado, e não tinha preção, pra pagar aluguel, agente tava morando de graça, eu e o meu irmão nunca mais tinha brigado, eu ate pentiava o meu cabelo la na casa dele, por que na nossa, não tinha espelho, ele tambem tinha uma filha, que ja ia fazer 9[ nove] mêses de nacido, a ERICA linda, tinha os olhos dele, a boca dele e parecia com a mamãe, com isso o mês de março chegou, eu tava estudando, trabalhando, e tudo tava correndo bem, comei fazer amigos em davinopolis, e de vez enquando, ea visitar a DIRCI na casa da mãe dela------------ toma dana maria esse dinheiro pra senhora----------- que esso menino--------------toma, eu li damdo, pra senhora esse dinheiro, era dez reais 10, ela ficava feliz da vida, com aquele dinheiro, eu sabia a situação que eles viviam ali, e que dez reais eram um dinheirão, pra nós,a DIRCI tava morando na mesma casa, da mãe dela mais, agora era na parte dos fundos, ela tava quase casada com o namorado dela, o FARNEI, ele tinha uma mobilete, e era muito legal com agente, eu fiquei com ela um pouco e foi embora pra davinopolis, depois de duas semanas, venhe uma noticia,--------- o teu pai morreu--------------- quem, la do lado de fora da casa, alquem grita, não é desse ai não DEIVE ele é poi do ELDE,, era TÃIDOURA,que tinha morrido, ele não era o meu pai mais foi o meu melhor amigo era ele que fazia os meus presentes no natal, meu pião, minha carrapeta[ objeto que girava, feito com tampa de garrafa ou madeira ] ele tambem era meu pai, eu foi depois com minha mãe, o ELDI como ele ero o ligitimo foi premeiro, o meu irmão era a cara do TÃIDOURA, esse não era o nome dele, eu que chamava assim, eu era bem pequeno quando eu chamei ele assim, TÃIDOURA, mais o nome dele era ONTONIO, o pai dele era decedente de africano, a mãe dele não,avô era do maranhão, quando eu cheguei, com a mamãe tava la o caxão dele, com um lençol e algumas flores que nem dava pra ve direito, euficava olhando pra ele, ali, e não chorava, eu não consiguia, chorar, avô, chorava, muito, chorava aos gritos, e eu só podia ficar olhando ele, a filha da minha madrinha a MOCINHA, olhou pra mim, chorando,---------- edim chora,tu não vai chorar não, eu não consequia chorar, eu consequia para de olhar pra ele, lembro que eu tinha combinado com ele que nós dois,viajaria-mos pro tocantins, pra trabalhar e morrar la, e hoje eu estou qui, mi tiraram de perto do caxão, e mi levaram pra mim ver minha madrinha, ela tava com cancer, mais niguem podia comtar pra ela que ela ia morrer, ela não andava, mais e tava em cima de uma cama, só podia mexer, os braços e a cabeça, ela falava bem devagarinho e baixinho, a MOCINHA, chorando--------mãe, ele não chorou,vendo o TÃIDOURA não, minha madrinha olhou pra mim----------- como vai meu filho, ta trabalhando, eu balançava a cabeça,--------sim,----------------ta estudando------------tou, como esta senhora---------- tou indo meu filho, a felha ta fraquinha, ela falava bem devagarinho,----------- a senhora vai melhorar,------------ou meu filho deus te ouça, ela tava com um, soro no braço porque ela não podia mais comer comida, e aquile soro era o alimento dela, eu disse pra ela---------------- eu tou com sede,------------ vai meu filho bebe agua, na cozinha,----------------- quando cheguei na cozinha, a porta do quintal tava aberta, eu olhei no quintal, ainda tava do mesmo jeito que eu tinha deixado, quando bricava, ali, as mangueiras de agua espalhada pelo o quintal, o pé de pimenta macaco, que eu pegava pra comer, mais o diogo, acerca de madeira que eu tinha quebrado, e o PIÃO, que o TÃIDOURA tinha feito pra mim foi o dia mais triste da minha vida foi aqueli, eu chorei de mais,, a mamãe perguntou onde eu estava, e MOCINHA ele ta la no quintal, choramdo, ------------------ deixa ele chora, eu fiquei ali lembrando dos presentes que ele fazia pra mim brincar, sozinho, no quintal, eu nunca tinha amigos pra brincar era sempri sozinho, ele foi meu amigo, ele foi, a unica pessoa que conversava comigo, e que eu falava o que tava sentindo, eu amava ele muito. Depois disso tudo eu e mamãe voltamos pra casa, o ELDI foi depois do enterro do TÃIDOURA. as vezes coisas assim nos faz imaginar, como vai ser no futuro,e que tais coisas assim deveriam ter respostas, para o nosso presente, sendo que só no nosso passado, os momentos, são lindos e felizes,porque nacemos si temos que morre, são respostas assim que eu gostaria de ter em minha vida; não respostas que tivesse, algo religios ou sientifico, que mi impressione, mais sim uma resposta que mi mostrasse, a vedade, dessa minha realidade,------------venhe meu filho ta tarde, vai dormir.----------------mamãe asenhora ta vendo aquela estrela a li,----------------qual----------aquela, que esta brilhando mais forte, quando eu estiver longe é só a senhora olhar pra ela que eu tambem vou esta olhando, assim eu não vou esta mais tão longe, ta---------------ta meu filho, agora vai dormir. o tempo foi passando e muitas coisas ruins, que tinham a contecido comigo tambem, eu estava mi concentrando na escola e na musica, quando tinha um tempinho eu ia fazer musica, era o meu passa tempo, quando eu estava, com meu violão, fazendo musica, cantando eu ia pra outro mundo, um mundo onde eu era o erói, onde eu perdia, mais, tambem ganhava,nesse mundo, eu tinha amigos, e meus irmão, estava, sempre bricando comigo, minhas namoradas,mi davão foras, mais no final,o meu beijo era garantido, no meu mundo as mulheres eram, dossels e delicadas, elas gostavão de romantismo, e eu as conquistava, com minhas serenatas, de amor, elas mi pediam,meus beijos com tanta dosura,com tantar ternura, no meu mundo, dizer eu tiamo é tão normal, eu tequero, pra sempre, no meu munda essas frases, são ditas frequentemente, sem neuma pausa, de dor ou ódio, é simples, ser eu mesmo no meu mundo, e quando sinto saudades de alguem, eu chamo esse alguem, e ela venhe, no meu mundo, o vento nas arvores são como uma orquestra de anjos, e cada sopro, soa como uma bela melodia, de notas, infinitas, notas que não se ouvi, mais que si sente, tocar a alma, no meu mundo minha lei, o meu ar, minha vida, tudo em minha volta, faz parte da musica, é ´so eu cantar e tacar esses musicas, escritas, e compostas de dentro desse meu mundo.-------------- que nada menino o unico, homem que eu conhecei, que escreveu, musicas, e gravou e que gravaga ater hoje, um LP por ano, é o ROBERTO CARLOS, quanto isso, o monte ai, passam mais de dez anos cantando a mesma musica----------------- mamãe, o ROBERTO CARLOS faz 12 musicas d e sucesso, por ano, eu faço uma musica de sucesso por dia, a diferença é que ele tenhe como gravar, eu não, mais um dia a senhora, vai ver, a minha musica tocar, no radio, e o quer, que agente vai comer hoje, ----------galinha, com batata -----------oba. Os mêse foram passando, que nem percebei, que eu ja estava com 16 anos de idade, eu faço aniverssario em março, e ja passou agosto, como o tempo passa rapido, ater parece, que foi ontem que estamos morando na casa de barro, em DAVINOPOLIS, eu não mi sentia tão isolado, das pessoas, mais sentia um vazio, que eu não sabia o que era, bom eu sabia, agente vivia de aparência, a gente ainda tava morando na casa dos outros e não tinha nada dentro de casa, o dinheiro dava pra gente comer, mais não dava pra gente se erguer, ate que um dia a mamãe, veio com um documento, e comessou a prencher, nomes dos filhos´, nome completoemdereço--------------que é isso, ---------------na prefeitura, vão fazer um sorteio de uma casa,----------------ha, ela tava toda animada, com aquilo, os dias foram passando e o assunto tinha acabodo, vi que ela tinha comessado abebe cachaça, eu sabia quando ela ficava triste, ela não falava com niguem, e ficava sempre irritada, com qualquer coisa,--------- mamãe eu vou na cidade compra um som,------------- som--------é pra gente escutar musica, ela quase nem deu bola, pra quilo, foi na cidade, vizitei a Dirci, quando a mãe dela mi viu de longe ja foi dizendo---------------la venhe o meu vilho, mais velho, como a DIRCI era mulher, eu era o filho, homem mais velho, dela, ela ficou feliz da vida, a dona MARIA, lavava roupa pra sustentar 4 filhos e o mais velho deces ero o edilsom com 14 anos de idade, a DIRCI ja tava quase casada, que tabem, tinha que pagar o aluguel dela tabem, junto com o FARNEI, quando ela podia, ajudar a mãe dela ela ajudava, quando ela não podia, a mãe dela que ajudava ela, -------------oi meu filho tu ta bem, como ta tua mãe,------------ ta bem, ---------------- tu ja falou com a DIRCI----------- ainda não,--------------- a DIRCI ja chegou do siviço, Edilsom--------- ainda não eu ficava com vergonha de da dinheiro pra ela por que ela demorava pra aceita, depois que eu fava com a Dirci, eu dava o dinheiro na mão do menozinho,O EDIVAM, e diazia, ------------ja vou, dona maria o eu dexei o um dinheiro na mão, do EDIVAM,-------------- menino ele vai rasgar, quando ela ia mi devouver, eu ja tinha sumido, tuda vez que eu ia fisitar a DIRCI eu deixava dez reais, pra dona maria, o som que eu ia comprar não podia era muito caro e niquem, vendia aprestação, pra garotos de 16 anos sem documentos, quando cheguei em casa a mamãe, mi viu um pouco triste, não falei nada, e fui tocar meu violão, como era domingo,podia tocar o violão sem o barulho das maquinas da ceramica, no outro dia a mamãe, chega com o som, colocou la dentro de casa, e esperou, eu ir almoça, quando eu vi eu nem acreditei, tocava disco e fita cassete, eu dei um beijão na mamãe, e fui legando logo, coloquei no volume maximo, pra saberem, que eu tinha um, som, em casa, meu irmão O DADO tinha uns LPS antigos na casa dele, fui lá e peguei pra mim, peguei só dois, um era dos titãs, e o outro era dos paralamas do sucesso, eu coloca, sempre pra tocar, bem alto, eu queria que quando eu estivesse, ouvindo a musica, queria tambem, a serteza de que as pessoas tambem, estavam escutando junto comigo, e amamãe gostava. ---------- Cade o DADO, ele não veio trabalhar hoje não, o meu irmão era o primeiro acomessar atrabalhar, nem amanhecia direito ele ja tava trabalhando, na ceramica----------- teu irmão caiu no chão, teve um ataqui de pilepcia, agente colocou ele centado ali, meu irmão tava sentado em uma cadeira, ele parecia uma estatua, sentado, ele tava todo duro, a boca meio torta, e não falava nada,------------ deixa o DINADO descança, era assim que a mulher do seu INDÊ chamava o DADO, dinado, quando foi de tardizinha ele ja tava quase bom, falava meio torto, mais ja podia andar, no outro dia ele, ja tava trabalhando, a mamãe olhou pra mim e disse---------------- agora pergunta pra ele se lembra do que a conteceu,com ele, fui lar covessei com ele, ele não lembrava nada. ----------------- é, ele não lembra, amamãe ficou olhando ele, efalou------------agora vacê sabe, por quer eu nunca batia no teu irmão,quando ele era piqueno, ele tinha esses ataques, e podia morrer qualquer hora, ele não pode leva nem um tipo de pancada na cabeço, porque é capaz de matar ele, eu agora intendia porque ela protegia tanto o meu irmão, o que uma mãe não faz por um filho, ela vendeu casa, os moveis da casa, mudou de bairro, perdeu tudo por um filho, o meu imão DADO, os dias foram passando, e o DADO teve outro a taque, eu tava almoçando, quando soube, ------------ cade ele, levaram la pra dentro da casa dele, quando eu entrei ele tava de caução, jogado na sala, deitado no chão, o chão cheio de pedra, pontudas, ele deitado em cima delas , cem poder si mexer, eu olhei pra ele e ele todo torto------------- mi ajuda cara, mi ajuda, eu tentei levantar ele sozinho pra colocar ele no quarto em cima da cama, mais ele era muito pesado,--------- eu não sei quem foi que falar, não coloca ele na cama que isso passa pras crianças,-----------------e eu vou deixar ele aqui nesse chão, machucando as costas dele, chamei mais gente pra levamtar ele comigo, levantamos e colacamos ele na cama, no quarto na cama dele, a mamãe, ele foi sempre assim nunca passou doença pra nem um dos meus filhos, por que vai passar, pró proprio sangue que é dele, depois disso fui trabalhar, e fiquei pessando no meu irmão mi pedindo ajuda, foi a primeira vez que o meu irmão, mi pediu ajuda. O dia acabou e lá esta eu indo pra escola, hoje a aula foi legal, minha primeira aula de SEXLOGIA, pro fessoura explicava, pra gente soubre os preservativos e como se prevenir de doenços contagiosas, numas dessas, uma menina fez uma pergunta, soubri gravidez, a professora, ---------------tou muito feliz com vocês, é isso que eu quero ver, podem perguntar, qualquer coisa, eu estou aqui é pra responder isso pra você, e sendo bem franca, vocês não podem ter vergonha, de perguntar sertas coisas pra mim, pode perguntar qual quer coisa mesmo, o ONÓFRI-------- pode mesmo fessoura--------------pode, foi pergunta da li pergunta da qui, e niguem parava de perguntar isso ou aquilo, a professora tava de saia longa, com uma calça de laycra, bem apertadinha, debaixo da saia,ela não era tão bonita, era gordinha, e um pouco baixinha, tinha cabelos longos ate os ombros, e o rasto meio quadrado, ela devia ter um1,70 de altura e29 vinte e nove anos de idade, e la vai a menina com suas perguntas, -------------onde fica as trompas da mulher, professoura, tam bem é um orgão do útero----------- sim, ela explicou, falou um monte de caisas, pediu pra alguem fechar a porta da sala por causa do balhulo, que tava fazendo la fora, e simplesmente começou arribar a saia o ONÓFRI, vendo aquilo------------- que isso fessoura, que isso, para com isso, a sala toda comessou a gritar, tira! !tira! !tira, eu comecei a morrer de rir, todo mundo pedindo pra professora tira a saia, e o ONÓFRI, querendo fechar o olho, pedindo pra professora parar de levantar a saia; a professoura---------------- calma gente eu tou de causa eu não vou ficar nua aqui na sala não, e todo mundo da sala -----------haaaaaaa, nesse dia foi muito engraçado, eu ria mais quando olhava pra cara do ONÓFRI, pedindo pra parar, foi muito engraçado, depois a aula terminou e eu foi pra casa dormi, quando eu cheguei, o DADO tinha jantado e dormido, no outro dia ele não lembra de nada, nem quando mi pediu ajuda, ele não lembrava de nada, como era o segundo ataque, dele o seu INDÊ deu a resto da semana de folga. pra ele descançar, com isso ele ficou melhor e parou de dar os ataques. A VIAGEM --------------ELDI, acorda vamos trabalhar, quando não era o DEIVINHO era, o LEALCI, O LEALCI, era muito engraçado e fazia questão de acordar o meu irmão ELDE, pra trabalhar, nesse dia foi ele, que veio, chamar o ELDE, como a nossa casa era de barro, com as chuvas, que davam, o barro da parede, foi embora, e nossa casa tinha um monte de buracos, na parede onde ficava a porta dos fundos, ele olhava pelos os buracos, eprocuva, o buraco, mais proxima da rede do meu irmão e gritava--------------ELDE, safado acorda pra trabalhar, ele acordava, no susto, quando não era isso era aqua; depois disso ele ia trabalhar, o serviço dele não era tão pesado, quanto o meu, mais pra idade dele, e pro tamanho dele, era muito pesado,quando eu via ele pegando peso, na ceramico, ele fazia uma cara, e imaginava, como seria a nossas vidas se agente tevesse tempo de estudar, si a mamãe, numca precisasi de se mudar de um bairro pra outro de cidade e cidade, agente, nunca fazia tantos amigos, e quando agente fazia, um ano depois, ou ate menos de um ano, agente não mais os via, meu imrão, antes de completar 10 anos de idade, pegava no pesado, as poucas vezes que ele ia pra escola, não aprendia nada, ele e nem eu, numca tivemos ensentivo de niguem, alguem, pra falar pra gente, estuda pra vocês serem alguem na vida, ele, ia pra escola, pra ver se fazia amigos, e eu, pra fazer, musicas, é tanto que, a materia que eu, mais gostava era de portugues, não só, porquer, mi ensinava, lê e escrever, mais poquer, falava de poesias, historias antigas de amor, e tambem, minha professoura de portugues, era muito linda, tinha um sorriso, encatador, era a aula que eu mais prestava atençãos, na escola, matematica e as outras materias, eu nem olhava, no dia, da prova, as professoras, sempre, dava, as provas, com as questões, de execicios, que ela nos dava, dia antes, da gente fazer aprova, com isso era só eu decora, duas, três, paginas do meu caderno,e pronto, nota7, 8, 8/5, mais nunca tirava, a baixo da media, eu só queria saber, de portugues, eu prcisava saber, lê, bastante, escrever, eu ia pegando aos poucos,com a minha professoura, as meninas, da escola, não se atiravão muito em cima de mim, porque eu sempre foi tmido, quando se tratava de garotas, mais eu não ficava, pra traz, não, algumas, das minorias, gostavão muito de ficar comigo, pricipalmente, as das igreja, mais pra falar averdade, eu nunca tive, tempo, pra namora, pra pessar em garotas, pra passear, eu tinha tempo, pra trabalhar, e fazer musicas, minhas musas, eu as eventava, dentro, do meu proprio, mundo,, mais na verdade, nunca deixou de ser a PRINCESA, a menina, que eu brincava, quamdo eu estava, na escola PINGUINHO DE GENTE, quando criança, imaginava, como ela estaria agora, com a mesma idade que eu, será, que ela pensa, em mim como eu ainda penso nela, sera, se um dia eu vou mi encontrar com ela, eficamos, juntos, lembrando, de nossa infância; ela era minha musa, que só eu no meu mundo sabia que ela existia, e que ela estava la, fora, penssando em mim,talvez ela possa mi ouvir, e lembra das musicas, que eu cantava pra ela, imitando o radio, ou as musicas, que eu aprendia, cantar com ela na escola,------------edim corre que o EDINALDO, vai matar teu irmão de porrada,-----------oquer, o DADO teve, uma discussão, com o ELDI, o ELDI, chamou ele de filho da putar, e agora tão ai; o DADO, correndo atraz do ELDE, com as cauças, caindo, e o ELDE correndo, na frente dele, segurando as cauças, eles correram muito, as mulheres gritando segura o teu irmao edim, o EDINALDO vai matar ele------------ deixar eles correm um pouco, quando o ELDE mi viu, correu, pra minha direção, ele passou direto; quando abracei, o DADO, e nós dois caimos no chão, ele estava, correndo e eu parado, quando abracei ele não aquentei o peso dele, mais segurei, e caimos, foi outra briga feia, ele veio pra cima de mim, e mi meteu a porrada, eu comedo de bater nele, fiquei apanhando, se eu desse alguma porrada nele ele podia dar, os ataques de pilepicia, quando ele saiu de cima de mim, ele queria ir pegar o ELDI, que estava abraçado com a mãe, da mulher dele, eu mi levantei, puxei ele de volta, peguei, um pedaço de pau ali, e falei----------Eu não posso bater na tua cabeça, mais posso te bater, nas costas, vai querer, eu ja tava, todo arebentado mesmo, minha cara tava ardendo, de dor, meu corpo tava todo vermelho, o DADO, olhou pra mim e disse-------- vai ficar protegendo ele molequi ai que não respeita niquem----------ele é só uma criança, e tu, ja é, um cavalo de grande, e quer bate, nele, porquer?.... ele aous gritos,------------- eu madei ele pegar, uma coisa pra mim, ele não pegou, e ainda mi chingou, filho da puta, , nessa hora ele tenta avançar, no ELDE, pra bater nele,quando eu falei------------Eu não quero saber, quem estar, certo ou errado só sei que niguem, vai bater nele, aqui, ele quiz, ir pra cima de mim, e 3 três, mulheres seguraram ele a DEVANIA, A MÃE, DELA, e a outa irmã dela, a DEINHA, aDEVANIA------------vai não homem não ta vendo que ele ta com um pau, na mão pra te acerta, foi quando, ele começou a gritar----------------------Eu não sei o que tu veio fazer aqui, agente não te chamou; agente chamou a mamãe, tu podia ir sai da nossa vida, porquer tu não vai embora, pra longe da gente, agente ia ser mais feliz sem tu aqui, perto da gente, umas das mulheres falou------------EDNALDO, ele é teu irmão,EDINALDO,, eu ouvindo isso começo a falar---------------e tu que fica ai, fumando maconha, perta de tua filha, devia era criar vergonha, na cara, e ser exemplo, pra ela, do quer ficar querendo bater, nos outros, quando eu teminei de falar isso a mamãe chegou, do trabalho, e ele entrou, dentro da casa dele chorando, deus sabe que amava, meu irmão, apesar de nossas brigas, mais o que eu queria mesmo, era ver nossa familia sem brigas, e unidas, eu entrei pra dentro de casa, e sentei da rede de dormir, meu deus, o que é que eu estou fazendo aqui nesse lugar, não era pra mim ter vindo pra car,fiquei, um tempão ali, pessando no que o meu irmão tinha falado pra mim,, foi onde eu tomei a decisão de ir enbora, mais isso não contei pra niguem, faltava, uma prestação, pra pagar o som,, que a mamãe tinha tirado, pra mim, tudo passou, a apoeira baixou, eu não falava mais com meu irmao, o DADO, comecei, a não ir mais na casa dele pentiar o cabelo, agente nem si olhava mais, quando ovei, uma converça na ceramica, que eu tinha preconceito, do meu irmão, e que eu não gostava dele porque ele era preto. meus irmão, tinham uma pele bem escura, eles eram decendentes de africanos, o pai do ELDE, O TÂIDOURA, era preto, e o, só não avô, o pai do meu irmão, o DADO,, o pai dele era preto, minha mãe era morena escura,------- e os outros todos eram escuros,; EU era amorelo, minha pele era amarelada, quando eu ficava muito tempo no sol, minha pele ficava, vermelha, e escura, se ficasse um dia fora do sol, voltava a ficar amarelo, eu numca soube quem era o meu pai, quando eu perguntava pra mamãe, ela falava pra mim-----------deixa de besteira, menino, eu sou o teu pai e tua mãe, é só o quer tu, precisa saber, e não se tocava, no ajunto.
michel jogavam, jadiel corre corre, foi muito engraçado, agente se divertia muito, o meu tio, o ZÉ, vendia frutas no mercado e na rua, e tinha uma carroça com um cavalo amarron, que eu chamava de trovão, quando ele chegava eu pegava o cavolo e ia da banho no rio tocantins, no caminho tinhas uns mininos que tabem iam dar banho nos cavalos, no caminho eles corriam, na minha frente, depois niquem podia mais mi ultrapassar, na corrida de cavalos, a policia foi uma vez la em casa pedi pro meu tio não dar o cavolo na minha mão, por que eu ia acabar machucando alguem na rua, com o cavalo, meu tio era, muito conhecido na beira rio e qualquer noticia com migo com cavalo , batia no ouvido dele, mais o cavalo, só eu que montava nele, como só tinha eu, eu continuei com cavalo, uma vez eu tava dando banho no cavalo no rio e sempre colocava ele pelo meio de a´qua pra ele beber, enquanto isso eu ia banhar, eu dei um mergulho na agua, di olhos abertos, e vi uma corda colorida comprida, subei pra ver se estava amarrada em alguma canua, eu estava a um metro[ 1m ] de destancia de uma sucuri, que estava preste pra dar o bote, se eu mi mexesse, ela dava o bote, ela tavo em pé em cima da aqua, eu tinha mergulhado por baixo do cavalo, o cavalo estava atraz de mim, o cavalo mexeu a cabeça olhando pra mim e nadou ater onde eu estava, e passou entre eu e a cobra, ele mi salvou a vida na quele dia, tinha umas mulheres que estava lavando roupas, na berada do rio que viram tudo, quando o cavolo mi tirou da a´qua, eu estava mi tremendo todo a mulher perguntou pra mim se eu estava bem, ela mi pediu pra da banho no cavolo do outro lado, era mais seguro, e não tinha tanto mata na beirada, eu nem contei pra niguem la de casa só pro Aires, ele ainda mi chamou de mentiroso. A ÉPOCA DA MANGA Eu tava sentado na calçada, quando o carequinha mi chamou pra gente ir pegar manga no outro lado do rio tocantins, chamo o aires; aires tu pode sai pra rua, daqui apouco, ele grita de dentro da casa , com a porta fechada, depois foi , o carequinho,- já vai porra, o carequinha falou umas cisas lar que eu não entendei guase nada, a casa do aires era na esquina da nosso rua, não tinhe nem 6 metros de quintal na casa dele, era de tejolos, na frente, uma porta e uma janela que numca era aberta, agente cortia muito com ele porque a irmão dele, a ARIANA, tinha quase o mesmo no
me dele e era muito linda e ele era todo empenado, ele fica bravo quando agente falava dela, finalmente ele saiu pra fora, hoje a gente vai pegar manga, do outro lado do rio, eu disse- vou pegar um saco o aires, tambem foi, quando agente voltou o carequinha tava esperando agente com um carro de mão, vamos e saimos pro porto da bauça[ bauça, barco que consequi tranporta corros de grande porte, sobre a a´qua] quando chegos lar a gente não podia atravessa pro outro lado, só o carequinha, que ja era a
custumado atreversa, o rio, eu tive um ideia, pedei pro carequinha atravessar com os sacos, na bauça que eu e o aires atravessaria-mos por debaixo da bauça, nos cabo de aço, que ficava debaixo da bauça, foi o maior luta pro medroso do aires ir, agente atravessou, o rio tocantins, debaixa da bauça, e niguem viu a gente, encontramos o carequinha do outro lado do rio- vamos pegar manga, tinha manga de toda qualidade agente comeu tanta manga, que o nossa barriga ficou estufada, agete nunca tinha ido na praia, o nome da praia era prai de goiais, não ixistia, o estado do tocantins era tudo goiais, agente ficou brincando na praia,brincando ater que o carequinha encontrou 5 reais, agente numca tinha visto uma nata de 5 cinco reais, ficamos ricos, e pulava-mos gritava-mos niquem ouvia mesmo, era terça feira, a praia estava deserta, só tinha uns 2 pescadores de canoa, mais bem longe da gente, vamos embora, pra casa, a praia tinha um lugar que agente podea ir a pé lá pra nossas coisas e tabem tinha, como ir nadando, ate lar, apraia era como se fosse uma ilha, mais na berada da superfici, solida, onde agente tinha deixado o nosso carro de mão cheio de manga, fomos nadando, quando a gente tava bem no fundo, o carequinho se apavourou, e começou a se afogar, eu pedi pra ele sobi nas minhas costa, que eu ea atravessar ele, ele, todo apavorado sobi nas minhas costas e começa a bater na a´qua com as mão, eu não podea ver pra onde eu estava nadando, e tava ficando cançado, eu pedia pra ele para de bater na a´gua, ele parou, e começou a mi inforcar, eu comesei ficar sem ar e cansado, eu olhava pro aires, ele tava morrende de rir, fiquei comedo da gente morrer ali, o aires, tava quase se afogando, não parava de rir, o carequinha não queria nem nadar,já se viu indio morrer a fogado, o aris, já tava vermelho e fraco, eu não consequia nem mais gritar, o carequinha apertava o meu pescoço e chorava, foi quando eu afundei eu e carequinha, na mesma hora agente foi puxado pra dento da canoa, os pescadore salvaram nossas vidas, por pouco; depois disso, o tio do carequinha, colocou agente dentro da bauça, e gente voltou pra casa, quando chegamos; fomos dividi as mangas, eu peguei 4 sacola cheide de manga, e lá, venhe o aires com saco bem grande, pra colocar as mangas dele, a carro de mão tava lotado de manga, depois que o aires tirou o saco de dentro do carro de mão, o carequinho, pegou um pedaço de pau,o aires vendo aquilo deu um grito!!!! mãe , a mãe dele não tava em casa, ele largou o saco e correu, o carequinha-eici-eai-iaia-pute!!!,vai-iaha-mãe, eu caio no chão morrendo de rir, depois de um tempão eles dividiram as mangos o carequinha, foi deixar as mangas dele em casa, depois voltou, o aires saiu pra fora------- e o dinheiro carequinha, eu mostou------ o que nós vomos compra, disse o aires, o carequinha, queria compra pipocas, eu não sabia o que eu queria comprar, o que voês comprarem pra mim ta bom; ai chegou o michel todo afobado, a minha mãe não tar, vamos fazer uma festa lá em casa, só agente, eu concordei ------- que horas tua mãe vai chegar,----- ela vai domir na casa minha vô, ela tenhe que levar ela pro hospital de manhã cedo, isso era umas 6[ seis ] horas da tarde, o dinheiro ficou com o micheu e o carequinha, e eles sairam pra compra as coisas, pra festa; a carequinha, volta com saco de pipoca o michel, com uma catuaba, pra bebe, eu ´so sei que quando todo mundo se arrumou pra ir pra esse festa era EU O WELITO, AIRES,CAREQUINHA, O ASÍS IRMÃO DO MICHEL,O CLEITISON, e mais uns 5 cinco garotos que eu não conhecia, há o chico tambem tava, o mais velho de todos nós era o chico ele tinha 13 anos eu e os outros eram de 10 anos pra baixa, agente dentro da casa do michel bebendo e comendo os bolos que a mãe dele fazia pra vender na rua; qoando não aparece------- michel, tua mãe chegou, a mãe dele tinha fama de espancar criança, endefesa, e todas as crianças do boirro sabia, dessa fama que ela tinha, eu corria de um lado pro outro e sabia que ia morrer se ela mi pegasse, agente estava---mos, meio tonto da catuaba, e disisperado imagine, as crianças mais atentadas do boirro, estava dentro da casa de uma assassina de criancinhas, indefesas,
aporta da cozinha foi aberta, acasa tinha uma serca alta, e não dava pra mim pular, o chico cosequi pular o asis ficou preso na serca, mais ficou calado os outros passaram direto na serca; eu correi pra debaixo da cama e tremia, feito vara verde, omichel, tambem tava comigo debaixo da cama, ele fechou ater os olhos pra não ver as pernas da mãe dele, sorte nossa, é quer, quem tinha avisado pra gente, que a mãe do michel tava chegando, foi a irmã dele a Milane, quando a dona Sônia bateu na porta------- abri a porta maginais, ela chamava o michel era assim, abri,fihe-da-peste, a Milane sabia que agente tava debaixo da cama, e o asis, empidurado na serca quetinho, derepente, eu vejo a milane voando por cima da mesa da cozinha, ela pega a milane e joga ela na parede ela cai, quase perto da gente depois ela se levanta, chorando, e vai pro quarto, onde a mãe dela chamava, depois disso ela sai pra casa da mãe dela----- amanhã quando eu chegar, eu quero ver, essa casa arrumada, bateu a porta e foi embora com a bicleta dela, eu sai com o michel debaixo da cama---------- onde estar o aris, michel, eu---------- ele crreu pro quintal, fiacom chamando ele e ele respondeu------- tou aqui, na serca, ele tava chorando e todo mijado de medo, foi a maior luta pra tirar ele da serca sem machucar ele, eu ajudei a arrumar a casa e depois fomos brincar, os muleques tava na rua brincando todos nós bebados, mais não de ter que vômita e passar mal, estava-mos, no social. O ano passou, eu ja tinha 11 anos de idade, a mamãe consequi conpra um terreno, no final da rua que a gente estava morando, em 4 quatro meses a casa tinha se levantado, faltava ´só a parede da frente, pra fazer, mais 2 dois dias morando de aluguel, nessa casa que a gente morava, tinha um quintal grande, e 6 seis pés de banana prata, e no fundo do quintal, tinha uma cazinha, onde os antigos donos, guardava um carro de vender pipica, na rua, eu bricava muito nesse lugar, ater que eu encontrei um boneca e um monte de livros, em baixo do piso de tabua de madeira; dessa cazinha, mostrei pro meu primo os livros, e os livros estavão todos respondidos--------há é por isso que a Claudia sempre tirava 10, dez nas provas da escola-----------Quem é essa claudia, eu pergunto-------- É a minina que morava nessa casa que vocês estão morando,---------- ha!!!, então a buneca que encontrei era dela------- cader eu joguei fora! faz muito tempo que ela foi embora,-------- Ela morreu no ano passado-------quer!!!!--------- Ela foi buscar manga do outro lado do rio tocantins, com as mamigas dela, quando pegaram as mangas voltaram pra casa, quado ela saiu da bauça, ela falou pra SUSI E PRA ROSANA as amigas dela, vou dar meu ultimo mergulho, pra gente ir pra casa, ela pula na a´gua, uma sobe uma grade bolha de sangue, na agua, ela pulou e as élici do borco puxou ela. foram encontrar o corpo lá no cais, velaram ela, foi ali depois a minhãe dela, saiu dessa casa ai que vocês estão morando, o dia passouvoando, eutava,com sono e já era8 da noite, a mamãe tava na casa da Dam, vendo novela, eu foi deitar fechei a porta com uma madera que a gente usava pra escorar a porta, deito na rede e quando estou quase pegando no sono, ouço um eco de voz de uma minina, bem distante, e ficando mais perto de mim, eu abro os olhos e vejo uma luz e uma minina, uma boneca voando na cozinha, eu dei um grito bem alto.Mamãe,!!!! eles todos se espantaram com migo, eu tava tremendo de medo e chorava muito,--------quer foi menino-----------a menina mamãe a menina, o meu primo ele deve ter visto a claudia---------- que claudia----------nada não mulher, isso é coversa desse menino, vai dormi Flavio si não vou te bater ai. Eu quando voltei pra dormir lá, já estava domindo nus braços da mamãe, não ficava la dentro um segundo sozinho, Depois de alguns dias mesmo sem piso a gente tava morando em nossa casa, na frente de casa tinha um poço que os vizinhos e agente pegava agua, pra bebe e fazer comida, uma vez o michel quase caiu dentro desse poço, ele era bem fundo, mais tinha época, que ele enchia ater as beradas, eu tinha um cachorro chamado Ispaiki, eu tinha ganhado da mãe do amigo meu o Geovane, eles tinha acabado de si mudar, pra nossa rua, a nossa rua era como um [ s ] minha casa ficava no final dessa rua, a casa do geovane ficava, na esquina da primeira curva desse[ s ] e o aires, na segunda curva, o chico, acasa dele era a prime
ira, de nossa rua, e a maioria das casas eram de madeira, só tinha 4 casas que era de tijolos, a do aires a cleiton, a do raimundo-bofeiro, de um senhor magrinho que era crente,e a do welito-------venham fazer curços degraça, jovens e adolecente de 16 a 10 anos, e ingresse, no seu primeiro emprego, com 16 anos, você ja era de maior, como o Chico era o mais velho eu chamei ele pra gente ir fazer o curço, o chico tinha 16 e eu 11 anos de idade, eu queria informatica, mais só tinha vagas pra masanaria moderna, fazer móveis, agente fez assim mesmo, pra não perde a viagem,o chico sabia lê e escrever, eu sabia copiar, assim mesmo, mi chamaram, agente passou 3 três meses trabalhando numa serraria de graça, agente só recebia o vale transporte, porque o lugar onde a serraria ficava era muito longe, eu não pagava no ônibus, com isso, os fales que eu recibia eu vendia e comprava geladinho, pra comer, depois que o curço a cabou agente recebeu os deplomas, levamos pra mostrar pra nossas mãe, o meu quando eu amostrei pra mamãe, ela olhou, e perguntou--------- vocês colocaram agua no pote [ recipiente de barro,uma jarra de 1m de altura ] sim ! , a reação da mãe do chico foi diferente, e nem liguei pra quilo, e foi brincar, quando eu volto, pra casa, pra almoçar, eu solto o ispaiki, o meu cachorro, atraz de nossa casa tavam fazendo, uma grande construção, da avenida beira rio, quando o irmão do geovane veio mi contar-------- edim o ispaiki, ta morto la na avenida, eu senti uma dó tão grande no meu peito, e comecei, a chorar, já ia fazer 6 mses que eu o tinha ganhado da mãe do geovane, ele era só um filhotinho, eu ficava falando------cader o meu cachorro, pegaram ele e colocaram na porta de casa, ele não mostrava sangue, só um vermelhão nas pernas de traiz, eu fiqui três dia treste sem falar com niquem, as vezes eu cupava minha mãe, por não ter olhado ele, mais averdade, era que eu não estava la, quando ele precisou de mim, perto dele, no 4º dia meu irmão, o Dado mi traz um cão de raça, ele parecia um lobo,esse era o nome dele lobo, ele era um cão de caça, e quando eu saia com ele niguem chegava perto de mim, eu era uma atração na minha rua, por causa desse cachorro. A mamãe,com alguns problemas teve que vender a casa, pro meu primo, Dimas, mais agente ainda não tinha lugar pra ir,o meu irmão, o Dado não tinha, um quarto pra dormi, dividia o quarto com o meu primo na casa da minha tia, Eliana, e como agente, ainda não tinha lugar, pra onde ir; minha tia ofereceu, uma parte do fundo da casa, pra mamãe construir ir morar comigo e o Dado, a mamãe aceitou, as tabuas de madeira da nossa casa, agente tirou, e deixou só o terreno, pro Dimas, o Dimas ia contruir um restaurante, com socio, e nossa casa ficava enfrente da avenida beira rio, era um otimo negocio pra eles, ele deu a metade da metade do dinheiro, pra mamãe, e construimos, no fundo da casa da minha tia um quarto bem grande, mais o nosso novo endereço, não era a casa da minha tia, era uma cidade chamada VILA MACEDO, era a moda da quela época, todo povoado, pequeno se levantava um lider no meio deles, um lider, que tinha coragem de ir na cidade, reclamar, os direitos, da quele pequeno povoado, com isso se dava o nome desse lider as cidades, que antes eram bairros destantes da cidade de imperatriz, que depois viraram cidades. E meu irmão Dado ficou com o quarto, e eu e minha mãe, viajamos, pra nossa nova cidade, vila macedo: coma a gente não tinha nada só levamos nossas roupas e algumas panelas, pra fazer comida e o meu cachorro o lobo. a mamãe tinha comprado um terreno nesse lugar e em quanto isso agente ia morra, na casa de um velhinho, o mesmo que tinha vendido o terreno pra gente, eu estava com 4 meses que estava estudando, numa escola, la perto da casa da minha tia, escola municipal frei manoel procópio, e ainda não sabia lê, não por que eu era burra, mais por quer niguem tinha interece, em mi ver lendo alguma coisa, eu vendo isso: da parte da minhãe, da minha familia; meu insentivo era os meus amigos, eu mi sentia em paz quando estava com eles, agente chegou no lugar onde a agente ia morar, era ´só mato, e não tinha nem se quer um vizinho era tudo mato, depois da estrado agente tinha que andar, uns 5 minutos, pra chegar em casa, a noite era tão escuro, que só dava pra ver o nosso rosto perto da vela acesa, eu não tinha medo da mata, por que era com ela que eu bricava, o indio no seu abitar de origem, lá estava eu, outra vez isolada, agora era pior, eu não podia fazer nada ali perto que esse velhinho , brigava, eu saia de selva a fora e voltava só a noite, com o lobo, o lobo mi orientava no escuro, ele era de caça, mais o velho, não gostava do lobo e nem o lobo dele, e mamãe antes que eu acordasse, levou o lobo embora, quando ela chegou eu tava morrendo de chorar, eu tava sozinho sem amigos sem cachorro, sem niguem, ela mi explicou que a gente não tinha condiçães de sustentar o cachorro e ele tava passando fome-------- então eu quero ir pra escola, quando era bem cedo agente saia, eu estudava atarde, ela ficava comigo a parte da manhã, e atarde eu ia pra escola, agente chegava sempre umas 8, 9 horas da noite em casa, mais nem assim pode ficar indo pra escola, na hora de mi, buscar era muito cançativo pra ela, ela passava o dia todo em pé varrendo as ruas e ainda tinha que andar bastante pra mi pegar na escola, parei de esdudar, eu ia fazer 12 anos de idade, agente ia fazer 3 três meses que a gente tava morando lar, foi quando, a minha irmã, mais velha,ELIETE, com seus 5 cinco filhos EDILSON EDISON, DONINHA, ELANE E ÉLSON,todos mais novos que eu, bom a doniha era quase da mesma idade que eu, agora eu tinha, 3 trê amigos pra brincar, meus sobrinhos que mais tarde eu ia saber que, tambem eles eram meus irmãos por parte de pai, minha irmã se mudou pra perto de nós, e já não estava mais sozinho, o marido da minha irma, era chamado de zépreto, ele não era tão preto ele era meio avermelhado, ele conprou um terreno do lado do nosso, mais não sabia contruir numa casa, como eu já tinha construido 3 três casas com minha mãe em 4 quatro anos eu já era perito nisso, eu pedia pra ele fazer isso, ele fazia, pra fazer aquilo ele fazia, em um mês a casa, estava de pé; a mamãe tinha comprado, um coxão de espuma e emprestado, pra minha irmã, dormir,um belo dia o zé preto foi trabalhar, a minha mãe tam bem ficou eu e os meus sobrinhos em casa, quando fui ver minha irmã tava abraçada com o velhinho, em frete de um pé de pimenta, que tinha em frente da casa dele, eu chamei os meninos e mostrei pra eles, eles ficaram, rindo, da quilo tudo, e depois agente foi brincar, os mêses foram passando, niguem perguntava agente não falava, essa era a lei. a noite eu ia pra casa da minha irmã e ficava lar ate da sono, eu quase namorei com minha sobrinha, agente ficava, conversando, agente tinha coriosidade de tudo, vendo a minha irmã si pegando com o velhinho, na escondida, a gente tambem queria saber como era a quilo, 2 mêses, aconteceu uma briga com a mamãe e a minha irmã, agente sem dinheiro sem nada, e aimda por cima morando de favou, na casa desse velho, a mamãe bebea muito, e qualquer coisa ela se esquentava,pra uma briga, a coisa foi veia, já era 7 horas da noite, e abrigo só aumentava, eu nunca soube, o motivo da quela briga, o motivo verdadeiro, a mamãe só cobrava as madeiras da casa dela que ela tinha emprestado, e o coxão dela, a minha irmã deu o coxão,a minha mãe pegou o isqueiro do corpeti [ sutiã ] e tocou fogo no coxão na frente da casa da Eliete, minha irmã, a minha mãe quebrou tudo que ela tinha, mi pegou no braço,------- vamos enbora da qui, venhe, ela pegou as coisa, roupas, rede de dormi, e minha mochila, da escola , agente pegou um ônibus na quela mesma noite, era quase 10 horas da noite, quando chegamos na cidade, era mais de11 horas da noite, nossa primeira noite na rua, gem dinheiro, sem comida, e sem casa pra morar, agente deceu do õnibus, no ponto final, era uma praça, grade e deserta, que se chamava PRAÇA TIRADENTE, no meio dessa praça tinha um [ coreto ], era uma especi de banheiro público, que parecia uma casa pequeno, agente entrou lá dentro pra dormir, mais tava todo molhado de urina, o fedor era tão forte que dava dor de cabeça, a gente viu que não tinha condiçãe de ficar ali, mais era o unico lugar, que podia chover, que agente não ia si molhar, agente saiu, de dentro desse lugar, e ficamos do lado de fora, a mamãe, pegou uma de nossas redes de domir, e colocou, no chão, pra gente dormir, ela sentou no chão e eu adormecei nos braços dela, encostado, na parede desse coreto, mais do lado de fora, em quanto eu dormia, ela se levantou e foi na casa de uma amiga dela que morava umas duas quadras da li, quando foi de manhã, eu tinha acordado na casa de pessoas, que eu numca tinha visto na vida, fiquei apavorado, ater que a mamãe chegou, ´e eu parei de chorar, eu com quase 12 anos de idade, morei na rua com minha mãe. A casa era da dona TEREZA, ela era alcoólatra, e tinha lido Abiblia 4 quatro vezes, toda vez que ela bebia, ela falava isso----- Eu !!! ja, abiblia, 4 quatro vezes, e tou quase completando a quinta, e ainda estou viva, com ou sem cachaça; agora sabia porquer ela era amiga da mamãe, eu gostava dela so quando ela estava sóbria ela era muito divertida e legal, mais quando ela ficava bebada, eu ficava muito triste, com aquilo tudo, a mamãe era só no final de semana, e a dona conceição era quase todo o dia, eu tava ficando doente, ali, sempre preso, sem poder sai pra rua, ela tambem tinha um filho uma filha, tinha mais filhos, mais não moravam com ela, um dia, a dona Tereza chegou da rua bebada, e foi fazer comida, ela se abaixou ali mesmo e fez xixi, quase em cima de mim depois tirou a roupa, e foi domir, sorte que ela tinha acabado de conzinhar a comida, o filho dela quando chegou da escola, comeu, ele estudava de manhã, mais eu, não comi nem a pau, fiquei com fome, muitas vezes por causa dessa sena que ela fez. quando a mamãe chegava, a noite eu comia, o que ela trazia pra mim a noite, foi no domigo, que a mamãe estava de folga e a Dam, minha tia passava, nessa mesma rua pra ir pra igreja, com o flavio e a marilene, ela mi viu,----------- o que quer você esta fazendo aqui minino-------- eu moro aqui, a mamãe saiu de dentro da casa e explicou pra Dam, o que tinha acontecido, a mamãe mi arrumou e foi pra igreja com a Dam, no caminho a Dam mi perguntou se eu não queria ir pra casa dela, era minha tia, eu quero, quando agente voltou, eu pedi pra mamãe se eu podia ir, pra casa da Dam, ela disse que sim, peguei minhas roupas e foi com a Dam pra casa dela, quando cheguei, na casa da minha tia, ela mi pegou nos braços e mi colocou na rede que tava no quarto da DIRCI a filha mais velha da minha tia, quando foi a tarde a Dam, vinha chegando com um grande pacote de presente, pra dar pro flavio, era um vilão, a marca do violão, era, um desenho de um violão sentado em trono, e um nome em cima [ rei dos violões ] o flavio ia aprender a tocar, ele as vezes ia na casa do professor, e o professor as vezes ia em nossa casa ensinar o flavio atocar o violão, e eu ficava só olhando ele, doido pra mexer no violão, a mamãe vinha mi ver de vez enquando, as vezes demorava, bastante pra ir mi ver, mais nunca deixava, de ir la mi ver, como eu estava, o som do violão mi facinava, cada dia mais, a Dam mi colocou devolta na escola. com 12 anos de idade, na 3° séri sem saber lê, mais sabia decora, e copiar muito bem, decorava duas folhas de um livro em menos de 15 minutos, só bastava, alguem lê devagar, pra mi ouvir; a professora sabia que eu não sabia lê, e quando mi chamava no quadro, era um desastre total, minha sorte era que minha professora era muito boa comigo, eu chamava ela de ti Maria, na hora do recreio ela ia quebra a cabeça comigo, mais meu pessamento era o violão, quando o sinal batia, eu ia correndo pra casa, dava banho no trovão e depois ia ver o flavio a tocar o violão, depois ele ia quardar o violão na caixa, eu ia brincar no quintal, o carequinha não ficava parado em casa, e o aires estudava a tarde e eu voltei a estudar na parte da manhã, a gente quase não se via, pra gente brincar, quando eu ficava sozinho, vinha as musicas na minha cabeça, ritimos felizes e tristes, vinham tambem as letras, eu cosequia ver, a bateria, o violão, o teclado, eu ouvia a musica tocar na minha mente dia e noite. Aos 13 anos de idade, eu via o flavio tovacar a primeira musica, que ele tinha aprendido, na igreja, quando chegamos em casa, a minha tia se sentia muita orgulhosa e feliz; na minha vida que eu passei com minha mãe, eu nunca tinha visto ela feliz, a minha mãe nunca sorria pra gente, era muito dificel, agente ficar com ela um hora si quer, e vi a li a unica solução pra fazer minha mãe feliz, vou voltar a cantar, quando criança eu cantava, porque a gora eu não podia, primeiro, eu tenho que apreder a tocar o violão. O COMEÇO DE UM SONHO A minha tia trabalhava, no Hospital Santa Isabel, saia de manhã, voltava. meio dia pra fazer comida pra gente, as vezes quem fazia era a Dirci, depois minha tia valtava pro hospital novamente pra trabalhar, quando era a dirci, ela fazia a comida dava pra gente comer e ia trabalhar, ela trabalhava, numa floricultura, eu adorava ela, ela era a primeira a mi acordar, toda vez que ela ia trabalhar, ela mi acrdava----- acorda moleque,nos finais de semana, eu ia dormi escondido pra ela não mi acordar, mais mesmo assim ela mi acordava. No intervalo que o flavio parava de trenar com o violão, eu pedia pra ele mi ensinar,o primeiro dia foi assim,-------- ta vendo essas letras aqui, C,D,E,F,G,A,B, você tenhe que decorar elas, e depois,------ ja decorou!,-------já -------- fala ai---------- C-DÓ, D-RÉ, E-MI, F-FÁ, G-SÓL, A-LÁ, B-SI, ele olhou pra mim, ---------ta bom, coloca o dedo aqui o outro ali bate, e eu quase quebrei a corda do violão, eu tinha 13 anos mais parecia um pivete de 7 anos de idade, o violão era grade tomava meu corpo quase todo, e o flavio é assim,------- olha pra car; ele a pertou o meu dedo com força nas cordas do violão, o primeiro dedo cortou os outros, ficaram marcados, eu quase chorei, ele mi tomou o violão,------- sai sai tu é muito burro, quando o dedo sarou, eu pedei pra ele se eu podia tocar----- quando eu parar de tocar, tu pega, toda vez que ele ia trenar eu ia ficar perto dele, as vezes ele não soltava só de birra pra mi não pegar, mais quando ele soltava, eu ficava batendo no violão que nem um maluco, discontrolado, quando a Dam ou o meu tio que eu chamava de papai, tava chegando eu tinha que guardar o violão urgente, si não era briga na serta, e era assim o nossso trato, eu não lenbro o que eu tinha de fazer pra ele, mais tinha alguma coisa aver com as meias e os sapatos, dele, si ele pedisse pra cherar, as meias dele eu cherava , mais a dam e o papai não podia mi ver com o violão do flavio. Eu lembro que uma vez, eu tava eu tava sentado no sofá de casa, quando o Dado passou quase correndo, o papai ainda não tinha chegado, e a dam, ja tava doubrando a esquina, quando de longi ela ver dois policiais, envadindo nossa casa pra pegar o Dado, ela correu--------- epa!!! o que é isso, pode sair podi da minha casa vocês dois,------------ minha senhora esse garoto é seu filho é sim senhor, algum problema,------------ podemos revistar o quarto dele,------------ por que, ele roubou alguma coisa, ele fez alguma coisa errada, a Dam falava com os policiais quase querendo, decer o cacete neles,--------- achamos que ele esta, posuindo drogas dentro do quarto dele,----------- o que!; a dam abrio a porta do quarto do Dado e falou-------------- é bom vocês acharem alguma coisa, por se não vai todo mundo para na delegacia, o DADO tava chorando e eu sentado no sofá da sala, escutando tudo, e vendo o pica-pau, foi quando eu vi meu irmão sendo levado pelos os policiais, ele olhou pra mim com as mão pra traz, com os olhos molhados de lagrimas, eu fiquei, como uma estatua, não piscava, não falava, querendo chorar, e não consequia. A dam foi com ele, pra eles não baterem no Dado, depois de um tempo, a dam volta sozinha, foi quando ela mi pegou com o violão do flavio, eu tinha terminado de dizer, quando eu ficar, grande, eu vou ser muito rico, eu tava conversando com o edilson, na sala, foi quando ela entrou----------- você vai ser que nem o teu irmão, e pode tira as mãos do violão do meu filho, ai de ti se eu ver você, com esse violão denovo, ela pegou o violão e foi guardar, eu nunca tinha sentido aquilo dentro de mim, eu queria morrer na quela hora, era muito forte, eu fiquei sem respirar, a dirci disse-------- edim venhe aqui-------- eu sai correndo e mi tranquei no quarto do Dado, naquele dia eu tinha toda serteza do que eu queria ser, quando fosse adulto, e comecei a lembra de tudo que eu tinha sofrido e vivida, com minha mãe, mais tambem sabia que aquilo só era o começo, da minha bela vida, de adolescente desgovernado. Eu não parei por ali, anoite, eu pegava o violão escondido da minha tia, todo mundo dormindo e eu com o violão do meu prima, niguem sabia no inicio, por que eu tinha fazido um quarto só pra mim no quimtal, mais como o meu quarto era perto do quarto da dirci, ela sabia, e as vezes, ela ater, brigava comigo, quando eu começava a tocar alto, ela dava, três batidas na parede, e eu diminuia o som, antes que eles acodacem de manhã, o violão estava na caixa, o violão ficava no quarto da Dam, as vezes eu consequia pegar, quando não consequia, eu pegava um pedaço de madeira,velha, efazia as notas ali mesmo ate de manhã, eu precizava aprender alguma musica, pra poder cantar e tocar eu peguei uma fita cassete do flavio e coloquei no som pra tocar, o som ficava na sala, imendei um monte de pedaços de fio, tinha uma tv quebrada, no fundo do nosso quintal, terminei de quebra a tv e tirei dois fone de audio, liguei no fio e puxei a ter o som da sala, a noite, eu plugava, no som, os fios vinham pelo o teto da casa, eu passava a noite, imitando o radio, com a fita cassete do flavio , eu aprendei atocar e cantar, minha primeira musica, minha tia era evangelica, eu tinha que cantar musicas evangelicas, um dia as amigas do flavio, e umas senhoras da igreja, foram nos visitar, em casa, eu tava na sala, sentado no sofá, o flavio na cozinha bebendo agua, e a Dam----------- flavio venhe aqui, tocar pras irmãs, vem; ele veio com o violão, comessou atocar, tocou três musicas, que ele disse que ia cantar na igreja, umas das irmã, olhou pra mim, e esse minino tambem toca-------- esse minino é filho da minha irmã, ele ta morando comigo ate a mãe dele comprar uma casa pra eles morar, o flavio deu o violão pra mim segura, enquanto ele ia buscar uma fita cassete que ele tinha pegado emprestado das meninas da igreja, a mulher,----------- ele não fala, -------- claro que ele fala mulher, eles riram, depois a outra, brincando comigo,----------toca o violão, toca; eu peguei o violão coloquei, na posição serta, e olhei pra Dam, ela olhou pra mim-------- esse menino não sabe tocar, mulher, foi quando eu toquei, e cantei pela primeira vez pra uma plateia, era a musica que estava na fita cassete que o flavio, tava cassando la no quarto, pra devolver pra mulher, minha tia ficou sem graça, como esse menino a prendeu atocar esse violão, niguem sabia dizer, só a DIRCI sabia, as mulheres ficaram rindo,-------- como você a prendei a tocar o violão, fiquei comedo de dizer, que eu pegava o violão demadrugada, pra tocar, e disse------------ ovindo o radio, as mulheres ficaram mi o
lhando , rindo,--------- canta mais, disse a outra, eu só sabia aquela musica. depois disso eu podia pegar o violão, qualque hora, que o flavio não tevesse usando, e assim só podia tocar musicas evangelicas, com o violão, a noite , a mesma musica, a mesma voz e a mesma batida,-------- você a prendeu a tacar essa musica em quantos dias,--------três dias,--------três dias disse o edilsom. o tempo foi passando, passando, novas pessoas foram chegando na nossa rua, e bem em frete da nossa casa, era, duas meninas, uma tinha, 15 anos de idade e a outra 12, elas já iam fazer dois mêses morando ali, foi quando eu vei chegando, uma garota da escola, o nome dela, era MARIA BETANIA, eu fiquei vidrado, não consequia parar de olhar pra ela, a casa dela tinha uma janela, na cozinha, e a mãe dela mi viu, olhou pra mim rindo, depois entrei correndo pra dentro de casa, nas paredes da nossa casa na sala podia se-ver arua pelas frestas das tabuas de madeira, eu fiquei olhando ela ater ela, parar de converssar com as amigas dela, e entrar pra dentro de casa, ela não saia do meu pessamento, ater que um dia, eu no quintal de casa com o violão, sentado num toco de madeira, onde a gente colocava a bacia, cheia de comido pro cavalo comer, eu sentado ali vei ela lavando roupa, no giral[ uma especi de tanque, feito de madeira ], eu como sempre, aos gritos-------- ei menina como se chama-----------Maria, prazer posso fazer uma musica pra você, --------pode, ela deu uma risadinha, e folou----------- quero ver, se você vai fazer mesmo, ela tinha 12 anos de idade e eu tinha 13, anos, ela terminou de lavar a roupa e foi enbora pra casa dela, isso foi no domingo, nesse mesmo dia eu fiquei a ter 8 horas da noite, fazendo a musica, eu tinha tudo, tinha a batida, a melodia, o compasso, sem pausa, a letra da musica na menti, um caderno um lapis com borracha, e a musa, passei tudo isso pro caderno, tava lindo, mais quando eu ia recantar a musica, eu não entendia nada, do que eu tinha escrito, foi quando eu lembrei que eu não sabia lê e nem escrever, assim mesmo fiquei tentando, ver se eu entendia alguma coisa, mais nada, comecei achorar de raiva,-------- porque eu não concigo,meu deus, e fiquei chorando,por quer, isso era 8 horas da noite, quando foi na segunda feira, eu levei o papeu pra tia maria, mi ensinar, alê o que eu tinha escrito, na hora do recreio eu mostrei pra ela, o papel, ela não entendeu nada, foi quando eu comesei a chorar,-------- que foi menino-------- eu não sei lê, eu não sei fazer nada, eu não sei lê, tia, tia eu não sei lê,--------- meu filho olha aqui, mais para de chorar, eu so mexia a cabeça pra cima e pra baixa,-------- ta bom. Olha aqui pra tia, veja só, você, sabe o nome das letras, não sabe?---- sei,----------- veja,só-------- tia isso eu já sei, eu não sei é lê-------- calma presta atenção em mim, as letras, é como se fosse, um monte de bloquinho, pra si unirem um com o outro, ela fez o desenho de um monte de bloquinho, no quadro, agora venhe aqui, escreve, todas as letras que você conhece dentro desses bloquinhos, eu escrevei todas de A a Z, --------veja só, aquele desenho ali, é oque?---- um boi! ------- pra você lê e escrever, o nome boi, é só ajuntar as letrinhas, uma com a outra; olha aqui, fala boi---------- boi--------- mais uma vez---------boi--------outa vez---------boi, foi ficando engrassado, eu fui entendendo o que ela tava mi explicando,--------- qual aletra que você acha, que começa o nome boi,-------- B,---- serto, desenha, um bloquinho aqui com a letra B , eu desenhei, a gora fala boi,--------boi------ mais uma vez---------boi e comesei arir,--------qual a proxima letra?, eu não fazia a minima ideia da proxima letra, parei pra pensar e nada,-------- alha aqui meu filho, presta atenção no som que soa a palavra bo,o,o,oi ela falou quase cantantando, foi uma faisca de luz, dentro de minha cabeça, eu sabia a proxima letra, o O, ela quase deu um pulo,--------- serto, e a outra,----- o I,---------serto, agora desenhe os bloquinhos,com as letras, aqui eu desenhei,-------- qual foi a primeira letra----------oB-------------a segunda--------o O -------------------A terceira, ---------- o I,-----------pronto você lêu e escreveu, sozinho, eu fiquei muito feliz porque real mente eu tinha entendido, eu vibrava, quando ela folou assim------------- agora escrevi pra mim no qualdro, SEGUNDO ANO, ela ficou sopresa quando eu escrevei assim,C-E-H-U-M-D-O, A-N-O, eu perguntei tia tar serto, ela demorou um pouquinho e disse, ta serto, meu bem, ai que eu vibrei mesmo eu pulava que nem um canguru, acho que ela, deve ter pessado, bom pelo- menos ele já tenhe uma noção de como se escrevi, e de como se lê, se ela fosse mi explicar, que o nome SEGUNDO , tinha no inicio; a letra S e depois a letra G e a N, poderia mi deixar confuso na quele momento, e que no decorrer das aulas, eu iria aprender, o porque, dessas, letras trocadas,com quase o mesmo som de pronucia, falada. Eu feliz da vida, sabia lê e escrever, fiquei pior, que um papagaio na sala, doido pra chamar a professora de mentirosa, perguntava tudo, mal ela escrevia no quadro, eu perguntava, qualquer frase eu perguntava, ela mi explicava, e as vezes ela ficava rindo de mim mais feliz da vida, eu concequi fazer a musica, minha primeira musica, eu tinha prometido a musica pra Maria no domingo, e na segundo feira, eu sabia lê, e escrever, tudo do meu jeito, mais sabia. Quando chego em casa, chamo o edilsom eo meu irmao o elde,que tinha vindo com a mamãe, pra casa da Dam, gravei a musica numa fita cassete, eu o elde e o edisom cantando, eu mi lembro até hoje,------------ eu quero dedicar essa musica pra maria betania, do fundo do meu coração, ti amo, gravei essa fita, coloquei no som de casa e esperei a MARIA chegar da escola, quando ela chegou eu liguei o som bem alto, pra ela ouvir, ela chegou com duas amigas dela, quando a fita começou a tocar, ela as mamigas dela, a mãe dela, e a irmã dela ouviram a musica, ela ficou toda vermelha, quando me viu saindo pra rua, a mãe dela----------- é tua a musica,------------------- é eu fiz pra maria, eu tinha prometido pra ela ontem essa musica,´---------------você fez hoje---------não eu fiz ontem, eu só não sabia lê o que tinha escrito, mais agora eu sei, maria gostou, a mãe dela da janela,------------ fala mulher----------- gostou!------------- gostei, é muito linda, ela entrou com as amigas, pra dentro da casa dela, depois as amigas dela foram embora, foi quando ela apareceu,na janela da casa dela, agente ficava-mos um tempão nos olhando, quando a mãe dela mi chamaou,-------- vocês são jovens demais pra namorar, a maria apareceu na porta, quero que vocês dois estudam, pra mais tarde namorar, por enquanto vocês são amigos tabom---------- eu com a cabeça, pra cima e pra baixo---------ta bom, era muito dificil, agente si falar, a maria era a casula da casa e não saia pra lugar nem um, sem a mãe dela, mais nada melhor qeu o tempo, veio a segunda musica ,a terceira, a quata musica em dois meses eu já estava com 30 letras de musicas, escritas e gravadas na memoria,--------Que musicas são essas, eu não quero que você, cante essas musicas do diabo, ouviu-----------ouvi, minha tia classificava as minhas musicas, como musicas do diabo, em quanto isso, minha tia da escola, classificava, como poesia, o flavio ganhou outro violão, e eu de aniverssario de 14 anos, ganhei, o que ele ja tinha, foi questão de tempo pra minha tia , mi pegar, cantantando minhas proprias musicas e com isso a deus o violão, eles deram o violão pra outa pessoa, e continuava sendo proibido de tocar no violão do flavio, agora era ele que mi proibia de tocar o violão dele, com isso o meu irmão e minha mãe estava morando, dentro do quarto que agente tinha construido, nos fundos da casa da minha, tia, o mesmo quarto, que o Dado dormia, a Dam tinha chamado ela, pra ela ficar mais perto da gente, o elde era só visita, não era sempre que vinha ficar, com a mamãe na casa da minha tia, quando vinha passava uma semana no maximo com agente; depois a mamãe ea deixar ele, na casa da vô, a mamãe tava trabalhando perto, ela agora varria praças publicas, e a praça que ela varria era a praça da união, ela conhecia todo munda dessa praça, minha mãe, a mulher maravilha, mais forte que ela, numca vi falar, um belo dia um advogado pergunta pra ela, se ela não tinha um jovem, pra trabalhar pra ele, amamãe, chegou em casa, perguntou se o Dado queria, ela disse que ele não queria, foi o flavio no lugar, e ficou trabalhando um tenpão, depois saiu, depois disso a pareceu outro,Advogado, mais agora era mulher dele que queria uma criaça, pra trabalhar, no outro dia eu tava trabalhando na casa do Dr.VIEGAS, o advogado mais conhecido da cidade, ele tinha ater um programa de radio só dele, la na casa dele eu não fazia nada, as vezes calocava o lixo pra fora, de casa, ia comprar tempero pra cozinheira conzinhar lavava umas boças de papel no escritorio dele, mais a maioria do tempo, eu ficava dentro da casa, com a don NILCI, era o nome da esposa do Dr.viegas, uma vez eu fui, jogar o lixo fora, e tinha que atravessar a rua, e jogar o lixo, do outro lado da praça, união, falei com amamãe que eu ja tinha chegado,--------- ta bom meu filho, presta atenção na rua, depois continuou varrendo a praça, quando entro dentro da casa, a dona Nilci, minino onde você se cortou?, eu olhei pra minha perna, tava pigando sangue, quando vi aquilo comecei a chorar------------ não mi deixa morrer dona Nilci não mi deixa morrer e não parava de sai sangue, e eu não parava de chorar, pedindo pra ela não mi deixar morrer, ela abrio o portão a cauçada e a rua molhada de sangue,----------------- ele só viu que estava com a perna cortada quando eu falei, a empregada, coloca álcool depois faz o curativo, na perna dele, a dona Nilci era bem alta, eu mi agarrava nas pernas dela, pra empregada não colocar álcool na minha perna ela mi segurou, eu só gritava, --------não, não, vai doer, nao não, a mulher ja tinha colocado só tava limpando, fez o curativo, a dona Nilci olhou pra mim----------tadinho, tar todo tremendo, a enpregada olhou pra mim,--------- mais que molequi mole um arranhão de nada!, não mi deixa morrer, daqui apouco ta pulando, feito sapo, isso foi por pouco, eu trabalhei um tempão la, parei de trabalhar la, porque o Dr.viegas, toda vez, que ele saia pra trabalhar, ele olhava pra mim, e dizia----------- Nilci venhe car tu não ta dano banho nesse menino não, ela ficava calada,--------- pode ir tomar banho, eu não vou trabalhar enquanto esse molequi não tomar banho, 7 horas da manhã, a´gua gelada, era eu tomando banho e chorando, quando eu terminava de tomar banho ele vinha e falava, olha o meu filho igual a você, não gostava de tomar banho, quando decei o cacete, nele, nunca mais ele ficou sem tomar banho, quero ver você sempre limpinho, ta bom, eu com acabeça,-------------- amram, não era sempre que ele mi pegava sem tomar banho, mais quando mi pegava, era uma briga, o negocio tava tão serio que a mamãe, teve que mi dar banho, antes que eu fosse pra casa da Dr. viegas, não adiantava nada, quando eu chegava la eu tinha que tomar banho, eu ia pra casa da mãe dele, ficava la com ela e depois ea pra casa, eu passei a estudar atarde, pra ir pra casa do Dr. viegas, trabalhar e depois da escola ia pra casa, brincar, matando formigas, no quintal, a noite, ia brincar na avenida beira rio, com os meus amigos, quando se passarão 3 mêses, que a mamãe estava morando com agente nos fundos da casa da Dam, a mamãe tenhe uma discussão com a Dam, e vai embora de lá, quando eu cheguei da escola fiquei sabendo disso, a Dam falou pra mim se ela viesse, aqui mi buscar, era pra mim dizer no juizado de menores, que eu queria ficar era com minha tia, e não com minha mãe, a minha mãe tinha sumido, ja fazia um tempão, que eu não via ela. Um dia eu levo o cavalo, pra amarra, num pasto que ficava, la na beira do rio, mato pra todo o lado, era o lugar onde todos os dias eu levava, o cavala pra dormi, quando vejo amamãe deitada, en cima de uma caixa de papelão, no lugar onde eu soltava o cavalo pra dormi, a minha mãe dormia, eu chamei ela, e perguntei----------o que que a senhora ta fazendo aqui ? ----------------- eu mora aqui, meu filho, ela tinha entrado de ferias e tava sem dinheiro, pra alugar um lugar pra dormi, eu nem imaginava, na minha cabeça se ela já tinha comido alguma coisa , minha mãe sofreu muito na vida dela, ela se levantou e foi pra perto de uma casa, que tinha la perto, e eu foi embora, sem saber o que fazer, no outro dia, eu encontrei ela deitada, em um banco la na avenida beira rio, eu tava brincando quando o aires disse -------olha ali tua mãe, edim eles foram enbora e eu foi la onde ela estava, ------------ mamãe, mamãe-----------oi, meu filho tu ta bem, o que que meu filho ta fazendo nessa hora na rua,------------- eu tava brincando, mamãe vamos pra casa da Dam, fica la com agente, ela só mi dizia que a Dam tinha mandado ela ir embora da casa dela, -------- e o Dimas já pogou o seu dinheiro,----------- ainda não, eu tinha feito um quarto só pra mim la no quintal da casa da Dam, vamos pra la ela nem vai saber que a senhora, vai tar ali, ela disse que não queria voltar mais pra li, quando o aires, foi passando no porta la de casa, minha tia perguntou----------- aires tu viu o edim?-------- ele ta com a mãe dele la na beira rio, onde la do outro lado da avenida, de longe eu vi a Dam e a edlene, olhando pra gente, isso era 11 hora da noite, a mamãe----------- vai meu filho, vai ,vai domir que ta tarde, eu pecebei que a minha vida era uma droga eu não podia fazer nada, eu so podia ficar triste com aquela situação, a minha mãe tava que nem mendigo, morando na rua e dormindo no chão, no meu quarto eu tambem dormia no chão mais tinha teto, e minha mãe não tinha nada, nem pra si cobri, ela mi pediu pra mim embora dormir que ela estava bem, depois de alguns dias, eu não vi mais a mamãe: terminando o mês, as ferias dela tinha acabado, e ela tinha voltado a trabalhar, no primeiro mês de trabalho dela, ela ficou morando, numa casa em frente a praça da união, depois ela alugou um quarto de 70 reais por mês, pra quem ganhava menos de 160 reais por mês e ainda atrazava, tava muito caro, eu continuei morando com a Dam, eo Dado com a mamãe, o elde ainda tava morando com avô e o taidoura, oDADO tava namorando, com uma menina, perto da prai do cacau, com um tempo o pai dessa menina, chamou, meu irmão, pra trabalhar com ele nessa olaria quele tinha , na cidade de DAVINOPOLIS-MA, meu irmão foi, la, ele trabalhava , fazendo telhas e tijolos, a DEVANE, foi a unica mulher que fez meu irmão se sossegar. Eu completo quinze 15 anos de idade, eu nunca tive uma festa de aniversario, e nem gostava pois sempre a contecia coisas tristes comigo nessas datas, natal, pascoa, ano novo, eram datas que mais odiava passar, pois bem no meu aniversario, eu pedi pra Dam tirar uma foto minha montado no trovão, o cavalo, aquele eu contava pra ele o que eu sentia dentro de mim e a foto foi tirada, eu e o trovão, o tempo foi passando, e eu ia ficando mais triste por dentro, a Dam chegava da rua e falava assim--------- é bom vocês abrirem os olhos, que um dia vou chegar, mandar cada um de vocês, pra casa da mãe de vocês, era eu, adirci, que estava lar de favou, quando eu trazia dinheiro pra dentro de casa eu era o queridinho, quando não, eu ficava escutando piadas da minha tia, o papai mi dava um real todo dia pra mim lavar o cavalo, e eu davao o dinheiro pra minha tia quardar o pra mim, era sempre assim, eu capinava os terrenos das pessoas, pra ganhar cinco reais as vezes, mi machucava, passava o dia todinho sem comer nada, debaixo do sol quente, e niguem via isso, só via quando recebiam, o dinheiro na mão, a verdadeira mãe da dirci, a DONA MARIA, tinha alugado uma casa na avenida beira rio, lar perto da Dam, eles eram pessoas bem ulmildes, dois dias antes da dam anuciar que ela ia si mudar pra uma outra casa, ela disse------------ vocês abram o olho, a dirci tinha cabado de chegar, quando adam, falou,------------------ eu vou mandar vocês, cada um pra casa de suas mães, o edim pra casa da mãe dele, a edlene pra casa da mãe dela a dirce, pra casa da mãe dela, a EDLENE, começou chorar, eu fiquei muito triste, aDIRCI, ouviu tudo atraz da porta, no dia da mudança, antes da Dam pedi pra gente procura, nossa mãe, a DIRCI, pegou as coisas dela e mi levou junto com ela, pra casa da mãe dela, eu ja tinha saido da escola, eu tava fazendo a terceira séri; lenbrei da serraria que eu tinha, feito o curço com o chico, que eu tinha, ate ganhado diploma, foi lar pedir trabalho, lá eu sofrei muito, eles não dava comida, e nem vale trans porte, mais eu tinha que trabalha, eu pegava, 6 horas da manhã e parava seis6 da tarde, isso todo dia, eu só ia comeu a noite quando chegava em casa, a dirci, perguntava logo, se esta bem, eu dizia que sim, nesse trabalho eu era o segundo mais novo, eu tinha 15 quinze anos de idade, e um outro menino, la tinha 16 anos, ele senpre tava fazendo serviço, leve e facil, e eu o encarregado mi colocava pra carregar madeiras nas costas pra cortar nas maquinas, mais grande, enchia os caminhão com os adultos, eu não intendia, o outro ele ensinava a mexer nas maquinas e eu, ia carregar madeiras nas costa o dia todo, no começo eu pessava que so era teste pra ver, si eu ia desistir de trabalhar, mais não era o meu trabalho de todo dia, as vezes eu parava, de cançado, pra toma agua, e o encarregodo vinha dizer---------------quem não trabalha, não tinha direito de tomar agua, não, vamos!! vamos!!, na hora de ir embora eu tinha que andar 15, minutos pra pegar o ônibus, e tinha que andar a pé mais 40 minutos pra chegar em casa, eu chegava umas 8 horas na casa da mãe da dirci, as vezes nem comia de tão cançado, quando era de madrugada, 4 horas da manhã, eu comia e saia pro trabalho, o meu corpo era a mistura de musculo com osso, um garoto bem magro e muscoloso, no final do mês, eu tirava 30 reais, menos a apassagem de ônibus, que era 40 sentavos, eu ficava 11 a12 reais por mês. dava, cinco5 pra mãe da dirci, e ficava com cinco pra mim, dinheiro que eu acabava, gastando com passagem de ônibus, eu sofri, muito enjustiçado em, emprego, quando eu levava comida pro serviço eu passava, mal com azia no estomago, vômitava, as vezes o pó da madeira cortada, mi dava alegia, eu ficava sem foligo,ou meu deus, vou para de contar isso, é muito triste antes de terminar o ano, a mamãe mi chama, pra faze a mudança dela----------- a senhora vai morar a onde, la perto do teu irmão, ele ta pra casa, e mi chamou pra morar perto dele em DAVINOPOLIS,, vamos morar la, quer ir comigo, ela mi chamou, pra i morar com ela, mais eu e o Dado, vivia-mos brigando,------------- eu não vou ficar por aqui mesmo, foi eu eo edilson irmão da dirci, pra vazer a mudaça da mamãe, vei um caminhão da prefeitura, com a carroceria toda arrebentada, e sujo, de lixo, chegamos em DAVINOPOLIS, acidae era bem piquena e no meio da cidade tinha uma escola, agete andou mais um pouco com o camihão, e chegamos, na casa que a mamãe ia morar, decemos, e arrumamos as coisas na casa, depois agente partiu com o caminhão, o meu irmão menor o ELDI, ficou com amamãe, em DIVINOPOLIS, e eu na casa da mãe da DIRCI, as vezes eu ia na nova casa da Dam;---------DAM, alguem pode mi levar amanhã lá no meu seviço, que horas 4 da manhã, venhe que o Helio te leva, de bicicleta, ta bom, eu tinha que a cordar, 3 da manhã, pra tar na casa da DAM as 4 [ quatro ], pro helio mi levar pro meu serviço, o primeiro dia mi levaram o segundo, enventarão uma discupa e não mi levaram, nesse dia eu faltei, no outro dia consegui dinheiro, e fui trabalhar, quando cheguei, la fui tão umilhado, tentei explicar o que tinha acontecido, o encarregado não queria saber, eu quase chorei nos pés dele, mais ele não queria saber, só pedia pra mim embora e que mulequi, não trabalhava mais com ele. na época que eu tinha saido da escola frei manoel procopio, dois mês depois eu tinha mi matriculado a noite numa escola no bairro bacuri, eu tava fazendo o supletivo,3° e a 4° séri, quando pedi o empredo, não deu mais pra frequentar essa escola, eu não lembro como se escreve o nome da escola sei que tinha o nome de um cientista muito famoso, simbolo de inteligência na fisica e na matematica, em fim. Eu Edson mendes da silva, senhe dinheiro morando de favou, sem trabalho sem estudar, com apenas 15 anos de idade, e ainda passando fome, as vezes eu fazia uns bicos de ajudante de pedreiro, ganhando 5 reais por dia, com 2 reais de desconto da comida, mais não era sempri que aparecia esses bicos pra fazer, quando não tinha comida pra mim na casa da dona maria eu ia la pra praça onde a mamãe, ficava varrendo e comia junto com ela, ater que um dia eu vou visitar ela em DAVINOPOLIS, mais não fico, volto pra casa da mãe da DIRCI, mais eu andava, muito triste, com tudo que tinha acontecido, e que estava contecendo, eu queria chorar mais conseguia, eu não podia contar com niguem, eu estava sozinho, Adona mari me vendo assim----------- DIRCI o edim ta doente, ele guase não fala, so anda de cabeça baixa, esse menino ta doente fala com ele ali,----------- ela mi perguntou se eu estava bem eu fiz com acbeça que sim, ela,olhou la pra rua tava o aires, o carequinha, o michel o junior, todos os meus amigos brincando e eu dentro de casa, porque tu não vai brincar,------------ eu não gosto mais de brincar,DIRCI, eu so cançada, eu vou domir tar, --------tabom qualquer coisa mi chama tar---------- ta, ela foi pro quarto dela asistir tv. Eu dormia num sofá na sala; eu fechava os olhos e ficava imaginamdo,como eu gostaria de voltar abrincar com os meus amigos, sem que mi preocupar,as coisas, ruins da minha vida: Um dia amamãe mi chama pra morrar com ela que o o seu INDÊ, ia mi dar um emprego, na olaria que ele tinha em DAVINOPOLIS, e que lá tinha uma escola que eu podia estudar, anoite; -----------DIRCI eu vou pra DAVINOPOLIS, morar com amamãe,e que la tam bem vai ter trabalho pra mim,------- ta bom, mais venhe mi visitar,ouviu------- ta bom. meu endereço era, uma rua sem nome, na cidade de DAVINOPOLIS. Em dois mêses, eu estava estudando na escola municipal de davinopolis, minha mãe mi matricou, na 7° setima, séri, eu que tinha parado na 3° séri, da escola, frei manoel procopio, matriculado, em outra escola,fazendo supletivo, da 4° a 5° séri, agora estava estudando a setima séri em davinopolis, com isso o meu primeiro dia de trabalho, na CERAMICO DO INDÊ. Tudo esta bem, eu tava estudando trabalhando, e mais calmo, parecia que eu tinha saiu de um pesadelo, sem fim, agente tava juntos novamente, eu e o Eldi com a mamãe, em uma casa que ela tinha alugado e o DADO, tava morando, em uma casa, perto da ceramica, que o seu Indê, tinha dado pra ele morar, era ali a minha pequena familia, que nunca conseguia ficar parada em uma cidade, e eu nunca tinha oportunidade de estudar, mi preocupava mais, onde agente ia morar, no proximo ano e onde eu ia parar, com aquilo tudo, minha vida era uma revolta, eu não tinha amigos, não gostava mais de brincar minha vida era trabalho e escola,, durante, trêz mêses foi uma maravilha, eu ganhava 80 reais, por mês pra trabalhar, na seramica, com meu irmão DADO, e mesmo assim o dinheiro não dava pra gente se sustentar, em casa, a mamãe, começou a chegar em casa embreagada, isso todos os dias, ela trazia o almoço dela pra gente comer, e antes da gente dormir, ela fazia alguma coisa pra gente comer, sopa, pirão de farinha, ou então, arraz branco, com molho de agua com sal e cebola, quando tinha, ater hoje quando eu falo isso pra ela; ela fala que, agente nunca passou, fome, ela sabia sim, ela dizia isso com lagrimas nos olhos, tentando rir, pra mim, agente via pelo meu irmão, o ELDI, ele quando tava morando com agente, ele emagrecia que dava até dó, ele só ficavo cordo, quando ficava com avô, mais quando estava com agente, eu sempre foi magro, quando eu começava, comer melhor, meu corpo ficava enchado de musculos, o corpo desse menino é diferente dos outros, era o que eu tinha ganhado, na serraria onde eu trabalhava, um dia eu chego da escola e a mamãe, e a mamãe tava quase chorando olhando pras panelas, -------edim, vai la na venda e compra uma sardinha e meio quilo de farinha, quando ela mi mandava, ir compra, alguma coisa, era por que, a situação esta va, muito serio, que ela tinha vergonha de ir la, comprar mais comida, fiado, quando o senhor da venda mi via, ele olhava pra mim,----------o que foi menino, ele era branco, com bigode, manchado de amarelho, tinha uma voz grossa e era godo e alto, o cabelo, não tão grade e nem piqueno, liso e branco, mesturado com preto----------a mamãe mandou eu comprar isso aqui, e entregava, o papel com as mão tremendo, comedo do moço, e de ele não querer mi dar as coisas, ele olhava o papel, e mi dava as coisas, que estava escrito no papel,quantas vezes eu fiz isso, minha, mãe devia, em em todas as barracas e quitandas, bares de davinopolis, e eu sabia disso, quando eles mi via passando na rua,----------- fala pra tua mãe, que eu quero conversa, com ela, e é urginte, eu quero meu dinheiro, pode falar isso pra ela, mi subia uma tristeza no meu coração, ficava querendo chorar, mais não conseguia, aquilo tentava, mi sufocar, mais depois eu voltava, respirar, normalmente, quando eu chegava em casa, minha mãe embreagada, ia dizia aquilo pra quer, quando ela tava da quele jeito, eu não abria nem a boca em casa, ia direto, dormir, e nem comia, eu sabia que não tinha comida mesmo, o dinheiro, da seramica, eu recebia por quinzena, 40 reais, na primeira, quinzena,do mês e os outros 40 reais, no final do mês, eu dava tudo pra mamãe, nossa situação era critica, precisava-mos de ajuda,ur gente, eu era o unico la de casa que ia pra igreja, porquer quando eu estava la eu mi sentia em paz, ate o cuto terminar, depois tinha que voltar pra minha vida, quando chegava em casa, a mamãe, embreagada, deitada no chão, da sala---------mamãe, mamãe, vamos pra rede, dormir ela só conseguia falar-----------quem,-----------dormir na rede,mamãe, eu tinha quinze anos de idade, mais continuava com o copo de uma criança de 10 anos anos, eu não crescia, mais tinha muita foça, no meu corpo, as vezes, quando eu acordava, e colocava, meus pes no chão, eu não reconhecia aqueles pés, as veias do meu corpo eram tão grossas, que eu pessava, que eu ia explodir, meu corpo era muito pesado, mais eu conseguia, mi levantar e andar,não, tinha sonhos, objetivo, mais queria tanto ver minha familia, sorrindo e feliz, todos os meu irmãos unidos, semdo uma familia normal sem brigas sem fome, sem dividas, era o que eu tinha como incentivo pra pode viver. Era um dia de sabado, eu tinha terminado, de almoçar, e tava deitado, no sofá da sala, nosso antigo sofá, ele era de madeira, pesado, só tava o casco, agente tinha apregado uma lona nele, pra não aparecer os buracos no acento e depois amamãe, cobria ele com uma rede velha, de dormir, quando estou pegando no sono, ouço uma gritaria, era MAMÃE, O ELDE E O DADO, O DADO tava espancando o elde e amamãe tava, gritando pra ele soltar o elde--------- solta ele EDINALDO, solta ele , é so uma criança, solta ele, ela não tinha foça pra tira o dado, decima do elde, eu dei um empurrão na mamãe, que tambem tava encima, tetando tira o dado, de cima do elde, deu um soco nas costas do dado, que estralou, ele fez uma cara de quem ia chorar, e foi pra cima de mim, como ele era maior do que eu eu tentei correr pra dentro da casa, ele mi pegou na sala, agente,quase quebrou as paredes da casa, ele mi jogava, na paredi, e eu fazia o mesmo, com mais esfoço mais fazia, agente quase si matou, naquele dia, a mamãe, começou a chorar------------ larga ele EDINALDO-------------- ele qua começou------------- ele tava protegendo o irmão dele, larga ele, e nós dois, um envorcando o outro, ater que ele parou e eu parei tambem, depois ele olhou pra mim e disse-------------- quando amamãe sai, agente termina a nossa briga, os olhos dele tava muito vermelho, ele nem se cançou, e eu tava todo arrebetado, com dor no corpo todo----------- eu espero, amamãe, escutando isso------------ espera o quer, EDINALDO, ele falou e saiu----------- nada não. Quando ele saiu, ela veio mi perguntar,--------- esperar o quer edim, eu não, consequia nem falar, eu tava triste, chorando e ao mesmo tempo, tava cheio de raiva, com a quela situação, tudo, passou, naquele mesmo dia era pra mim voltar, pra seramica, eu só tinha, que almoça, e voltar, atrabalhar, fiquei em casa esperando o meu irmão, voltar pra gente, terminar a nossa briga, lenbrei, de quando ele batia, muito em nós, quando a mamãe, não tava em casa, tabem lembrei, queando ele mi protegia e cuidava de mim quando eu ficava doente, e ainda por cima, ele era o meu erói, mais as vezes que ele espancava eu e o meu irmão, menor era mais, foi pro quintal, peguei uma faca, e um pedaço de madeira, comecei a fazer, uma luva, nessa luva, tinha três lamina feitas de ferro, encluindo a faca, luva parecia a pata de um urso, coloquei na minha mão, de tão apertada que era a luva, as laminas cortaram minha mão, mais eu não sentia dor, eu não sentia nada, o meu proprio sangue, ja estava, molhando o as laminas da luva que tinha colocado na minha, mão, as vezes eu pessava no meu irmão, brincando comigo, mi levando pra passear, nas praças, sorrindo de alegria, perto de mim, mi ensinando a jogar bola a soltar pipa no céu, mais isso nunca aconteceu, e eu só imaginava aquilo tudo na minha vida, foi quando o meu chegou, eu estavo no quarto, no fundo do quarto, ele ficou na porta do quarto, parado, e eu tam bem parado no fundo do quarto, a distancia entre mim e ele era de uns 3 a 4 metros de distancias, a mamãe chegou quase junto com ele e entrou, dentro do quarto, ela so pedia pro dado ir embora---------- vai embora edinaldo, vai embora edinaldo, ela tinha medo de mim, que nem chegava perto, ela empurou o dado,------------ vai pra embora, ele deu outro nela, e eu só, mi segurava, de raiva, minhas veias do meu copo queimava, uma dor aguda no peito e a voz dele------------ mi deixa mamãe, a mamãe desisperada, não parava de chorar, ele deu um posso, e eu levantei, minha minha mão, com a luva toda molhada de sangue, com o meu sangue, ele olhou pra mim-------------- isso ai, é pra mi matar cara,------------- se tu dar mais um passo, ele disse outa vez------------ isso é pra mim matar, eu tava de cabeça baixa, com os cabelos nos olhos, meu cabelo, não era grande e nem piqueno; foi quando, eu olho pro dado, ele tava chando, e ficava mi peguntando----------- isso é pra mi matar, isso é pra mi matar,, e mi perguntava por que eu ia pra igreja, se toda fez que eu estava lá o pastou pregava, só de salvação pras familias, uma salvação que eu imaginava, que era minha familia unida e feliz, que salvação é essa, será, que eu vou ter que morrer, e perguntar, pra deus, que salvação essa, que eu quero pra minha familia, e só vejo destruição de nossa parte, tudo isso passava na minha cabeça, eu estava sozinho, sem niguem sem resposta; quando, minhãe, jogou uma biblia, que eu tinha comprado, pra ir pra igreja, não era uma biblia era o novo testamento, levantei a mão pra mi defender, e o livro, ficou empindurado na minha luva, ela gritava,----------- edim olha pra biblia, olhar, foi quando eu lembrei que eu era o unico da minha familia, que ia pra igreja,, e olhei!!, la tava escrito, TIRA O SISCO DO TEU OLHO PRA DEPOIS TIRAR DO TEU IRÃO, COMO TU QUERES, TIRAR, SE OS TEUS ESTÃO COBETOS, eu comecei a chorar e a luva, escorregou da minha mão,junto com o livro, fechado, o quarto não tinha piso de cimento era chão puro, e as pontas das facas enfiaram no chão, meu irmão, tava chorando, junto cominha mãe, sendo que ela tava na frente dele, pra não chegar per de mim, ele saiu, e foi embora pra casa dele, minha mãe saiu junto com ele, depois ela voltou, e eu estava, agachado, no canto do quarto, com um som de um uma musica na minha cabeça, eu colocava, as mãos no meu ouvido mais a musica, não parava, aquele zunido agudo, que eu sentia tocar a minha alma, no outro dia, meu irmão estava normalmente, como si não tivesse a contecido nada, ele não lenbrava de nada, o minha luva, eu enterrei, dentro do quarto, no mesmo lugar onde ela tinha, caido, quando ela escurregou da minha mão, tudo tinha passado, o meu irmão O ELDE, como ele era o menor, de nós, colocou ele pra trabalhar, a jundando o DEAL, filho do seu INDÊ, ficava ele eo DEIVIN,ajudando o DEAL a fazer telha pan, uma telha mais grosso, que a nomal, eu voltei a atrabalhar, mais agora era pra comprar um violão, eu conprei a prestação, a mamãe que foi la tirar o violão pra mim, eu mi lenbro ate hoje,64 reais, quem pagava era a mamãe, eu dava o dinheiro pra ela, e ela ia pagar na loja, eu trabalhei que nem um condenado, pra pagar esse violão, quantas vezes eu cortava minha mão, cavando barro, pra poder, colocar na maquina pra poder fazer telha, as vezes o barreiro , tinha que ser enchido pro outro dia, e eu mais outro, com um carro de mão ia la dentro do mato procura barro, pra cavar, e velar pro barreiro, pra poder fazer telha, no outro dia, tinha dia que eu chorava la longe pra niguem mi ver chorar, minhas mãos, não tinham, calos erom costes que de vez equando, sangrava, muito, eu colocavo um pano enrolado, em volta das mãs, e colocava, as luvas de couro, eu não prciso enventar, nada disso,, as marcas estão no meu copo ater hoje, se vorem, procurar residuo, de minha historia, nas cidades citadas aqui nesse livro, veram, que o que eu conto é verdade. Graças a deus paguei o violão, minhas mão não, doian, tanto, como doia, quando eu o devia, completei 16 anos de idade, eu ´so sabia disso, quando terminava o mês de maço,por que pra e pra niguem, importa a data do meu aniverssario, na escola o diretora mi cobrava a meu historico escolar, entodas as escolas em que eu estudei antes de estudar, em davinopolis, eu estudava sem documentos, sem resitro, eu não tinha nada pra apresentar, como documento pra diretora, quando foi quase no fim de ano antes das aulas terminarem, amamãe mi deu um papel, falsificado com meu nome e o nome de um monte de escolas, que eu nunca tinha estudado, eu sei que era falsificado por que, quando ela mi entregou esse papel, ela mi falou assim------------- se ela perguntar alguma coisa diz pra ela que tu estudou, entodas esses escolas se não, ela vai te reprovar, e tu não vai mais estudar, eu foi conciente disso tudo, quando eu entreiguei o papel, pra diretora, ela olhou, e falou------------------por quer você repitiu a 7° séri, se no seu historico aqui você, era pra ta terminando a 8° séri---------olha eu não sei de nada só sei que eu estudei, em todas essas escolas a ir desse papel, só bsei disso, fui a provado, pra fazer a 8° séri no proximo ano, fiquei feliz da vida, vou pra casa pra contar pra mamãe, ela tava bebada, e deitada no chão, eu sentei no sofá, e fiquei, um tempão olhando ela no chão, depois, sai pra rua, em contrei o ONÓFRI, e uns amigos dele,-------- ai tou indo pra uma festa ali tu quer ir,------------- quero-------- tu passou-------- passei, e tu----------tambem, agente vai comemorar, na casa da proferssoura, ele falou o nome dela, mais eu nem prestei atenção, --------------chegamos, aprofessora foi logo falando pras crinaças, refrigerante, pros adultos, la na cozinha, eu não falava com niguem, o onofri, pegou uma garrafa de bebida, na cozinha, e comessou a beber comigo; no outro dia eu chego em casa, amamãe, ja esta sobria, ---------que é isso menino--------- asenhora bebe porque e não posso, quando eu falei isso cai, bem na porta de casa, eu vômitava, pra caramba e ela ----------ainda vai beber,------------ vou, eu vou-------- vai, vai nada-----------vou! e começava achorar------- eu vi o papel tu passou, eu tou muito contente, tu consequio, foi um alivio pra minha alma ela tava contente, a noite ainda tava passando mal, na virada do ano, ela comprou uma camisa e uma cauça, pra mim o eldi e o dado, ela se arrumou e arrumou agente, vamos pra igreja a sistir uma perça do nacimento de JEUS CRISTO, agente nem viu, porque tava lotada, mais ficamos ater todo mundo ir em bora, depois agente foi pra casa dormir. O SEGUNDO MÊS DO ANO NOVO -------Edim, agente vai ter que se mudar, eu não tou mais com condiçães pra ficar aqui nessa casa----------- onde------------ eu falei com o seu INDÊ, e ele deu uma casa pra gente morar la perto do teu irmão-----------onde-------------perto da cerâmica do seu INDÊ, agente vai ficar la até eu ter dinheiro, pra gente comprar uma casa pra gente--------------ta bom, fizemos a mudança, o meu indereço agora era RUA DA CERÂMICA DO SEU INDÊ. A nossa casa era de barro, não tinha quarto, nem cozinha, acasa era oca, por dentro eram 4 paredes de barro, 4m² com um teto feito de palha de coco, uma janela na frente da casa com uma porta que não abria, agente etrava pela porta dos fundos, la era bem ventilado, e não tinha preção, pra pagar aluguel, agente tava morando de graça, eu e o meu irmão nunca mais tinha brigado, eu ate pentiava o meu cabelo la na casa dele, por que na nossa, não tinha espelho, ele tambem tinha uma filha, que ja ia fazer 9[ nove] mêses de nacido, a ERICA linda, tinha os olhos dele, a boca dele e parecia com a mamãe, com isso o mês de março chegou, eu tava estudando, trabalhando, e tudo tava correndo bem, comei fazer amigos em davinopolis, e de vez enquando, ea visitar a DIRCI na casa da mãe dela------------ toma dana maria esse dinheiro pra senhora----------- que esso menino--------------toma, eu li damdo, pra senhora esse dinheiro, era dez reais 10, ela ficava feliz da vida, com aquele dinheiro, eu sabia a situação que eles viviam ali, e que dez reais eram um dinheirão, pra nós,a DIRCI tava morando na mesma casa, da mãe dela mais, agora era na parte dos fundos, ela tava quase casada com o namorado dela, o FARNEI, ele tinha uma mobilete, e era muito legal com agente, eu fiquei com ela um pouco e foi embora pra davinopolis, depois de duas semanas, venhe uma noticia,--------- o teu pai morreu--------------- quem, la do lado de fora da casa, alquem grita, não é desse ai não DEIVE ele é poi do ELDE,, era TÃIDOURA,que tinha morrido, ele não era o meu pai mais foi o meu melhor amigo era ele que fazia os meus presentes no natal, meu pião, minha carrapeta[ objeto que girava, feito com tampa de garrafa ou madeira ] ele tambem era meu pai, eu foi depois com minha mãe, o ELDI como ele ero o ligitimo foi premeiro, o meu irmão era a cara do TÃIDOURA, esse não era o nome dele, eu que chamava assim, eu era bem pequeno quando eu chamei ele assim, TÃIDOURA, mais o nome dele era ONTONIO, o pai dele era decedente de africano, a mãe dele não,avô era do maranhão, quando eu cheguei, com a mamãe tava la o caxão dele, com um lençol e algumas flores que nem dava pra ve direito, euficava olhando pra ele, ali, e não chorava, eu não consiguia, chorar, avô, chorava, muito, chorava aos gritos, e eu só podia ficar olhando ele, a filha da minha madrinha a MOCINHA, olhou pra mim, chorando,---------- edim chora,tu não vai chorar não, eu não consequia chorar, eu consequia para de olhar pra ele, lembro que eu tinha combinado com ele que nós dois,viajaria-mos pro tocantins, pra trabalhar e morrar la, e hoje eu estou qui, mi tiraram de perto do caxão, e mi levaram pra mim ver minha madrinha, ela tava com cancer, mais niguem podia comtar pra ela que ela ia morrer, ela não andava, mais e tava em cima de uma cama, só podia mexer, os braços e a cabeça, ela falava bem devagarinho e baixinho, a MOCINHA, chorando--------mãe, ele não chorou,vendo o TÃIDOURA não, minha madrinha olhou pra mim----------- como vai meu filho, ta trabalhando, eu balançava a cabeça,--------sim,----------------ta estudando------------tou, como esta senhora---------- tou indo meu filho, a felha ta fraquinha, ela falava bem devagarinho,----------- a senhora vai melhorar,------------ou meu filho deus te ouça, ela tava com um, soro no braço porque ela não podia mais comer comida, e aquile soro era o alimento dela, eu disse pra ela---------------- eu tou com sede,------------ vai meu filho bebe agua, na cozinha,----------------- quando cheguei na cozinha, a porta do quintal tava aberta, eu olhei no quintal, ainda tava do mesmo jeito que eu tinha deixado, quando bricava, ali, as mangueiras de agua espalhada pelo o quintal, o pé de pimenta macaco, que eu pegava pra comer, mais o diogo, acerca de madeira que eu tinha quebrado, e o PIÃO, que o TÃIDOURA tinha feito pra mim foi o dia mais triste da minha vida foi aqueli, eu chorei de mais,, a mamãe perguntou onde eu estava, e MOCINHA ele ta la no quintal, choramdo, ------------------ deixa ele chora, eu fiquei ali lembrando dos presentes que ele fazia pra mim brincar, sozinho, no quintal, eu nunca tinha amigos pra brincar era sempri sozinho, ele foi meu amigo, ele foi, a unica pessoa que conversava comigo, e que eu falava o que tava sentindo, eu amava ele muito. Depois disso tudo eu e mamãe voltamos pra casa, o ELDI foi depois do enterro do TÃIDOURA. as vezes coisas assim nos faz imaginar, como vai ser no futuro,e que tais coisas assim deveriam ter respostas, para o nosso presente, sendo que só no nosso passado, os momentos, são lindos e felizes,porque nacemos si temos que morre, são respostas assim que eu gostaria de ter em minha vida; não respostas que tivesse, algo religios ou sientifico, que mi impressione, mais sim uma resposta que mi mostrasse, a vedade, dessa minha realidade,------------venhe meu filho ta tarde, vai dormir.----------------mamãe asenhora ta vendo aquela estrela a li,----------------qual----------aquela, que esta brilhando mais forte, quando eu estiver longe é só a senhora olhar pra ela que eu tambem vou esta olhando, assim eu não vou esta mais tão longe, ta---------------ta meu filho, agora vai dormir. o tempo foi passando e muitas coisas ruins, que tinham a contecido comigo tambem, eu estava mi concentrando na escola e na musica, quando tinha um tempinho eu ia fazer musica, era o meu passa tempo, quando eu estava, com meu violão, fazendo musica, cantando eu ia pra outro mundo, um mundo onde eu era o erói, onde eu perdia, mais, tambem ganhava,nesse mundo, eu tinha amigos, e meus irmão, estava, sempre bricando comigo, minhas namoradas,mi davão foras, mais no final,o meu beijo era garantido, no meu mundo as mulheres eram, dossels e delicadas, elas gostavão de romantismo, e eu as conquistava, com minhas serenatas, de amor, elas mi pediam,meus beijos com tanta dosura,com tantar ternura, no meu mundo, dizer eu tiamo é tão normal, eu tequero, pra sempre, no meu munda essas frases, são ditas frequentemente, sem neuma pausa, de dor ou ódio, é simples, ser eu mesmo no meu mundo, e quando sinto saudades de alguem, eu chamo esse alguem, e ela venhe, no meu mundo, o vento nas arvores são como uma orquestra de anjos, e cada sopro, soa como uma bela melodia, de notas, infinitas, notas que não se ouvi, mais que si sente, tocar a alma, no meu mundo minha lei, o meu ar, minha vida, tudo em minha volta, faz parte da musica, é ´so eu cantar e tacar esses musicas, escritas, e compostas de dentro desse meu mundo.-------------- que nada menino o unico, homem que eu conhecei, que escreveu, musicas, e gravou e que gravaga ater hoje, um LP por ano, é o ROBERTO CARLOS, quanto isso, o monte ai, passam mais de dez anos cantando a mesma musica----------------- mamãe, o ROBERTO CARLOS faz 12 musicas d e sucesso, por ano, eu faço uma musica de sucesso por dia, a diferença é que ele tenhe como gravar, eu não, mais um dia a senhora, vai ver, a minha musica tocar, no radio, e o quer, que agente vai comer hoje, ----------galinha, com batata -----------oba. Os mêse foram passando, que nem percebei, que eu ja estava com 16 anos de idade, eu faço aniverssario em março, e ja passou agosto, como o tempo passa rapido, ater parece, que foi ontem que estamos morando na casa de barro, em DAVINOPOLIS, eu não mi sentia tão isolado, das pessoas, mais sentia um vazio, que eu não sabia o que era, bom eu sabia, agente vivia de aparência, a gente ainda tava morando na casa dos outros e não tinha nada dentro de casa, o dinheiro dava pra gente comer, mais não dava pra gente se erguer, ate que um dia a mamãe, veio com um documento, e comessou a prencher, nomes dos filhos´, nome completoemdereço--------------que é isso, ---------------na prefeitura, vão fazer um sorteio de uma casa,----------------ha, ela tava toda animada, com aquilo, os dias foram passando e o assunto tinha acabodo, vi que ela tinha comessado abebe cachaça, eu sabia quando ela ficava triste, ela não falava com niguem, e ficava sempre irritada, com qualquer coisa,--------- mamãe eu vou na cidade compra um som,------------- som--------é pra gente escutar musica, ela quase nem deu bola, pra quilo, foi na cidade, vizitei a Dirci, quando a mãe dela mi viu de longe ja foi dizendo---------------la venhe o meu vilho, mais velho, como a DIRCI era mulher, eu era o filho, homem mais velho, dela, ela ficou feliz da vida, a dona MARIA, lavava roupa pra sustentar 4 filhos e o mais velho deces ero o edilsom com 14 anos de idade, a DIRCI ja tava quase casada, que tabem, tinha que pagar o aluguel dela tabem, junto com o FARNEI, quando ela podia, ajudar a mãe dela ela ajudava, quando ela não podia, a mãe dela que ajudava ela, -------------oi meu filho tu ta bem, como ta tua mãe,------------ ta bem, ---------------- tu ja falou com a DIRCI----------- ainda não,--------------- a DIRCI ja chegou do siviço, Edilsom--------- ainda não eu ficava com vergonha de da dinheiro pra ela por que ela demorava pra aceita, depois que eu fava com a Dirci, eu dava o dinheiro na mão do menozinho,O EDIVAM, e diazia, ------------ja vou, dona maria o eu dexei o um dinheiro na mão, do EDIVAM,-------------- menino ele vai rasgar, quando ela ia mi devouver, eu ja tinha sumido, tuda vez que eu ia fisitar a DIRCI eu deixava dez reais, pra dona maria, o som que eu ia comprar não podia era muito caro e niquem, vendia aprestação, pra garotos de 16 anos sem documentos, quando cheguei em casa a mamãe, mi viu um pouco triste, não falei nada, e fui tocar meu violão, como era domingo,podia tocar o violão sem o barulho das maquinas da ceramica, no outro dia a mamãe, chega com o som, colocou la dentro de casa, e esperou, eu ir almoça, quando eu vi eu nem acreditei, tocava disco e fita cassete, eu dei um beijão na mamãe, e fui legando logo, coloquei no volume maximo, pra saberem, que eu tinha um, som, em casa, meu irmão O DADO tinha uns LPS antigos na casa dele, fui lá e peguei pra mim, peguei só dois, um era dos titãs, e o outro era dos paralamas do sucesso, eu coloca, sempre pra tocar, bem alto, eu queria que quando eu estivesse, ouvindo a musica, queria tambem, a serteza de que as pessoas tambem, estavam escutando junto comigo, e amamãe gostava. ---------- Cade o DADO, ele não veio trabalhar hoje não, o meu irmão era o primeiro acomessar atrabalhar, nem amanhecia direito ele ja tava trabalhando, na ceramica----------- teu irmão caiu no chão, teve um ataqui de pilepcia, agente colocou ele centado ali, meu irmão tava sentado em uma cadeira, ele parecia uma estatua, sentado, ele tava todo duro, a boca meio torta, e não falava nada,------------ deixa o DINADO descança, era assim que a mulher do seu INDÊ chamava o DADO, dinado, quando foi de tardizinha ele ja tava quase bom, falava meio torto, mais ja podia andar, no outro dia ele, ja tava trabalhando, a mamãe olhou pra mim e disse---------------- agora pergunta pra ele se lembra do que a conteceu,com ele, fui lar covessei com ele, ele não lembrava nada. ----------------- é, ele não lembra, amamãe ficou olhando ele, efalou------------agora vacê sabe, por quer eu nunca batia no teu irmão,quando ele era piqueno, ele tinha esses ataques, e podia morrer qualquer hora, ele não pode leva nem um tipo de pancada na cabeço, porque é capaz de matar ele, eu agora intendia porque ela protegia tanto o meu irmão, o que uma mãe não faz por um filho, ela vendeu casa, os moveis da casa, mudou de bairro, perdeu tudo por um filho, o meu imão DADO, os dias foram passando, e o DADO teve outro a taque, eu tava almoçando, quando soube, ------------ cade ele, levaram la pra dentro da casa dele, quando eu entrei ele tava de caução, jogado na sala, deitado no chão, o chão cheio de pedra, pontudas, ele deitado em cima delas , cem poder si mexer, eu olhei pra ele e ele todo torto------------- mi ajuda cara, mi ajuda, eu tentei levantar ele sozinho pra colocar ele no quarto em cima da cama, mais ele era muito pesado,--------- eu não sei quem foi que falar, não coloca ele na cama que isso passa pras crianças,-----------------e eu vou deixar ele aqui nesse chão, machucando as costas dele, chamei mais gente pra levamtar ele comigo, levantamos e colacamos ele na cama, no quarto na cama dele, a mamãe, ele foi sempre assim nunca passou doença pra nem um dos meus filhos, por que vai passar, pró proprio sangue que é dele, depois disso fui trabalhar, e fiquei pessando no meu irmão mi pedindo ajuda, foi a primeira vez que o meu irmão, mi pediu ajuda. O dia acabou e lá esta eu indo pra escola, hoje a aula foi legal, minha primeira aula de SEXLOGIA, pro fessoura explicava, pra gente soubre os preservativos e como se prevenir de doenços contagiosas, numas dessas, uma menina fez uma pergunta, soubri gravidez, a professora, ---------------tou muito feliz com vocês, é isso que eu quero ver, podem perguntar, qualquer coisa, eu estou aqui é pra responder isso pra você, e sendo bem franca, vocês não podem ter vergonha, de perguntar sertas coisas pra mim, pode perguntar qual quer coisa mesmo, o ONÓFRI-------- pode mesmo fessoura--------------pode, foi pergunta da li pergunta da qui, e niguem parava de perguntar isso ou aquilo, a professora tava de saia longa, com uma calça de laycra, bem apertadinha, debaixo da saia,ela não era tão bonita, era gordinha, e um pouco baixinha, tinha cabelos longos ate os ombros, e o rasto meio quadrado, ela devia ter um1,70 de altura e29 vinte e nove anos de idade, e la vai a menina com suas perguntas, -------------onde fica as trompas da mulher, professoura, tam bem é um orgão do útero----------- sim, ela explicou, falou um monte de caisas, pediu pra alguem fechar a porta da sala por causa do balhulo, que tava fazendo la fora, e simplesmente começou arribar a saia o ONÓFRI, vendo aquilo------------- que isso fessoura, que isso, para com isso, a sala toda comessou a gritar, tira! !tira! !tira, eu comecei a morrer de rir, todo mundo pedindo pra professora tira a saia, e o ONÓFRI, querendo fechar o olho, pedindo pra professora parar de levantar a saia; a professoura---------------- calma gente eu tou de causa eu não vou ficar nua aqui na sala não, e todo mundo da sala -----------haaaaaaa, nesse dia foi muito engraçado, eu ria mais quando olhava pra cara do ONÓFRI, pedindo pra parar, foi muito engraçado, depois a aula terminou e eu foi pra casa dormi, quando eu cheguei, o DADO tinha jantado e dormido, no outro dia ele não lembra de nada, nem quando mi pediu ajuda, ele não lembrava de nada, como era o segundo ataque, dele o seu INDÊ deu a resto da semana de folga. pra ele descançar, com isso ele ficou melhor e parou de dar os ataques. A VIAGEM --------------ELDI, acorda vamos trabalhar, quando não era o DEIVINHO era, o LEALCI, O LEALCI, era muito engraçado e fazia questão de acordar o meu irmão ELDE, pra trabalhar, nesse dia foi ele, que veio, chamar o ELDE, como a nossa casa era de barro, com as chuvas, que davam, o barro da parede, foi embora, e nossa casa tinha um monte de buracos, na parede onde ficava a porta dos fundos, ele olhava pelos os buracos, eprocuva, o buraco, mais proxima da rede do meu irmão e gritava--------------ELDE, safado acorda pra trabalhar, ele acordava, no susto, quando não era isso era aqua; depois disso ele ia trabalhar, o serviço dele não era tão pesado, quanto o meu, mais pra idade dele, e pro tamanho dele, era muito pesado,quando eu via ele pegando peso, na ceramico, ele fazia uma cara, e imaginava, como seria a nossas vidas se agente tevesse tempo de estudar, si a mamãe, numca precisasi de se mudar de um bairro pra outro de cidade e cidade, agente, nunca fazia tantos amigos, e quando agente fazia, um ano depois, ou ate menos de um ano, agente não mais os via, meu imrão, antes de completar 10 anos de idade, pegava no pesado, as poucas vezes que ele ia pra escola, não aprendia nada, ele e nem eu, numca tivemos ensentivo de niguem, alguem, pra falar pra gente, estuda pra vocês serem alguem na vida, ele, ia pra escola, pra ver se fazia amigos, e eu, pra fazer, musicas, é tanto que, a materia que eu, mais gostava era de portugues, não só, porquer, mi ensinava, lê e escrever, mais poquer, falava de poesias, historias antigas de amor, e tambem, minha professoura de portugues, era muito linda, tinha um sorriso, encatador, era a aula que eu mais prestava atençãos, na escola, matematica e as outras materias, eu nem olhava, no dia, da prova, as professoras, sempre, dava, as provas, com as questões, de execicios, que ela nos dava, dia antes, da gente fazer aprova, com isso era só eu decora, duas, três, paginas do meu caderno,e pronto, nota7, 8, 8/5, mais nunca tirava, a baixo da media, eu só queria saber, de portugues, eu prcisava saber, lê, bastante, escrever, eu ia pegando aos poucos,com a minha professoura, as meninas, da escola, não se atiravão muito em cima de mim, porque eu sempre foi tmido, quando se tratava de garotas, mais eu não ficava, pra traz, não, algumas, das minorias, gostavão muito de ficar comigo, pricipalmente, as das igreja, mais pra falar averdade, eu nunca tive, tempo, pra namora, pra pessar em garotas, pra passear, eu tinha tempo, pra trabalhar, e fazer musicas, minhas musas, eu as eventava, dentro, do meu proprio, mundo,, mais na verdade, nunca deixou de ser a PRINCESA, a menina, que eu brincava, quamdo eu estava, na escola PINGUINHO DE GENTE, quando criança, imaginava, como ela estaria agora, com a mesma idade que eu, será, que ela pensa, em mim como eu ainda penso nela, sera, se um dia eu vou mi encontrar com ela, eficamos, juntos, lembrando, de nossa infância; ela era minha musa, que só eu no meu mundo sabia que ela existia, e que ela estava la, fora, penssando em mim,talvez ela possa mi ouvir, e lembra das musicas, que eu cantava pra ela, imitando o radio, ou as musicas, que eu aprendia, cantar com ela na escola,------------edim corre que o EDINALDO, vai matar teu irmão de porrada,-----------oquer, o DADO teve, uma discussão, com o ELDI, o ELDI, chamou ele de filho da putar, e agora tão ai; o DADO, correndo atraz do ELDE, com as cauças, caindo, e o ELDE correndo, na frente dele, segurando as cauças, eles correram muito, as mulheres gritando segura o teu irmao edim, o EDINALDO vai matar ele------------ deixar eles correm um pouco, quando o ELDE mi viu, correu, pra minha direção, ele passou direto; quando abracei, o DADO, e nós dois caimos no chão, ele estava, correndo e eu parado, quando abracei ele não aquentei o peso dele, mais segurei, e caimos, foi outra briga feia, ele veio pra cima de mim, e mi meteu a porrada, eu comedo de bater nele, fiquei apanhando, se eu desse alguma porrada nele ele podia dar, os ataques de pilepicia, quando ele saiu de cima de mim, ele queria ir pegar o ELDI, que estava abraçado com a mãe, da mulher dele, eu mi levantei, puxei ele de volta, peguei, um pedaço de pau ali, e falei----------Eu não posso bater na tua cabeça, mais posso te bater, nas costas, vai querer, eu ja tava, todo arebentado mesmo, minha cara tava ardendo, de dor, meu corpo tava todo vermelho, o DADO, olhou pra mim e disse-------- vai ficar protegendo ele molequi ai que não respeita niquem----------ele é só uma criança, e tu, ja é, um cavalo de grande, e quer bate, nele, porquer?.... ele aous gritos,------------- eu madei ele pegar, uma coisa pra mim, ele não pegou, e ainda mi chingou, filho da puta, , nessa hora ele tenta avançar, no ELDE, pra bater nele,quando eu falei------------Eu não quero saber, quem estar, certo ou errado só sei que niguem, vai bater nele, aqui, ele quiz, ir pra cima de mim, e 3 três, mulheres seguraram ele a DEVANIA, A MÃE, DELA, e a outa irmã dela, a DEINHA, aDEVANIA------------vai não homem não ta vendo que ele ta com um pau, na mão pra te acerta, foi quando, ele começou a gritar----------------------Eu não sei o que tu veio fazer aqui, agente não te chamou; agente chamou a mamãe, tu podia ir sai da nossa vida, porquer tu não vai embora, pra longe da gente, agente ia ser mais feliz sem tu aqui, perto da gente, umas das mulheres falou------------EDNALDO, ele é teu irmão,EDINALDO,, eu ouvindo isso começo a falar---------------e tu que fica ai, fumando maconha, perta de tua filha, devia era criar vergonha, na cara, e ser exemplo, pra ela, do quer ficar querendo bater, nos outros, quando eu teminei de falar isso a mamãe chegou, do trabalho, e ele entrou, dentro da casa dele chorando, deus sabe que amava, meu irmão, apesar de nossas brigas, mais o que eu queria mesmo, era ver nossa familia sem brigas, e unidas, eu entrei pra dentro de casa, e sentei da rede de dormir, meu deus, o que é que eu estou fazendo aqui nesse lugar, não era pra mim ter vindo pra car,fiquei, um tempão ali, pessando no que o meu irmão tinha falado pra mim,, foi onde eu tomei a decisão de ir enbora, mais isso não contei pra niguem, faltava, uma prestação, pra pagar o som,, que a mamãe tinha tirado, pra mim, tudo passou, a apoeira baixou, eu não falava mais com meu irmao, o DADO, comecei, a não ir mais na casa dele pentiar o cabelo, agente nem si olhava mais, quando ovei, uma converça na ceramica, que eu tinha preconceito, do meu irmão, e que eu não gostava dele porque ele era preto. meus irmão, tinham uma pele bem escura, eles eram decendentes de africanos, o pai do ELDE, O TÂIDOURA, era preto, e o, só não avô, o pai do meu irmão, o DADO,, o pai dele era preto, minha mãe era morena escura,------- e os outros todos eram escuros,; EU era amorelo, minha pele era amarelada, quando eu ficava muito tempo no sol, minha pele ficava, vermelha, e escura, se ficasse um dia fora do sol, voltava a ficar amarelo, eu numca soube quem era o meu pai, quando eu perguntava pra mamãe, ela falava pra mim-----------deixa de besteira, menino, eu sou o teu pai e tua mãe, é só o quer tu, precisa saber, e não se tocava, no ajunto. 

eu sai pra fora de casa, esperei um manhecer, sentei na caused de uma casa do lado da Casa da Mãe felha [Era uma senhora, que foi a primeira moradora do boirro nosso] foi ali que comessei a fazer a minha primeira musica [eu pessava na minha irmã, que eu tinha cortado como Dela Costa; uma gilete com], uma melodia eo soava dela com o nome, edleni, mais só isso ficava pra mim, eu não sabia escrever, eu só tinha quatro anos de idade, esse melodia não saia da minha cabeça, o dia foi passando eu brincava, mais cada momento que passava meu coração batia mais forte porque, eu sabia a hora que a mamãe chegava do serviso, e tava demorando, fiquei comedo dela ter ido imbora, o elde foi pra casa, e eu fiquei na porta de casa esperando a mamãe, o Dado chegou da rua e foi se arrumando, quando o caminhão da equipe e Montenegro ia passar pra pegar, o Dado pra ir pra, festa, enquanto isso eu na porta de casa esperando a mamãe, eu esta suando frio, por que ela estava demorando muito, quando lá longe eu vejo ela vindo, pra casa, meu coração fica tão feliz, quando ela vai chegando perto de casa eu saio correndo e abraço como pernas dela , e gritando a mamãe chegou a mamãe chegou, a mulher vendo aquilo tenta mi tera das pernas dela, mi pedindo pra sair, dizendo que não era a minha mãe, pedindo pra mi soltar eu e ela, comesei um chorou pedindo pra ela ficar , ela dizendo que não era aminha mãe, ela tentando mi terar das pernas dela, e eu não não não mi deixa mamão, avô vendo aquele monte de gente da mulher arrudiado, foi ver o que era, quando ela viu, ela foi mi tira - Meu filho essa não tua mãe não-é, ela quer mi deixar, ela quer ir embora vô, meu filho a tua mãe ta chegando, a mulher tava morrendo de chorar junto comigo, e eu não largava ela, por nada, o Dado veio mi pegou uma Foça, mi disse que ela não era a mamãe, o Dado ficou mi segurando pra mulher ir em bora, e eu gritava, não não não vai mamãe fica Fica comigo, eu fiquei chorando um tempão, o meu irmão menor Elde foi pra casa da vó, e eu fiquei com oDado, ele ficou segurando mi na porta de casa ater eu parar de chorar, mais não parava de soluça, o Dado mi ficava dizendo a mamãe ta ta pra chegar, - eu só balançava a cabeça , ta, não demorou, meia hora chegou, o caminhão da equipe e Montenegro, chamando o Dado, pra ir pra festa, ele pedeu pra ir pra mim dentro de casa, sai ia que ele e que a mamãe tava pra chegar, quando o Dado subiu no caminhão eu comecei a lembrar do sonho, como lagrimas comessaram a cair, o Elde, mi abraçou, e eu comecei a gritar Dado não vai, fica com migo com migo fica, eu entrei em disespero e comesei a chorar como um louco , o meu irmão menor com migo abraçado, ele gritava de cima do caminhão a mamãe ta chegando, fica em casa, eu não ouvia nada que ele tava falando, porquer eu gritava mais alto do que ele, o dono do caminhão, ele leva junto , eu entreguei o Elde pra vô, e subei no caminhão, quando o caminhão foi chegando perto do Quarteu da Policia Militar o motorista do caminhão, ficou comedo, porque eu era uma criança de quatro anos de idade que estava viajando na carroceria de um caminhão , com outro menor de idade, o motorista sugeriu, eu o meu irmão, a gente ia viaja pra uma cidade chamada vila fiquene,pra fazer uma festa la, o Dado ficou chatiado, e voltou comigo pra casa, eu ainda tava chorando baixinho, e ele-calma estamos indo pra casa ta, eu só balançava a cabeça, em, ta chegamos em casa a mamãe ainda não tinha chegado, o Dado ja nao aguentava mais ver chorar mi, quando chegou uma mamãe, eu tremia e chorava, ela não entendia nada eu falar TENTAVA E não consequia, eu estava tremendo, o Dado tava quase chorando, quando foi explicar pra mamãe o que tinha acontecido, depois ele saiu e se arrumou, depois desse dea, ficam comedo de mi deixar sozinho em casa, eu Comecei a ir com a mamãe ela pro trabalho dela, ela trabalhava na prefeitura varrendo, enquanto as ruas da cidade de imperatriz-ma, La estava eu emcima do caminhão do lixo isso a mamãe lá embaixo varrendo as ruas ela passava horas e horas seguindo O caminhão, recolhendo o lixo e uma varrendo ruas, assim e eu fiquei quase duas semanas, indo trabalhar com ela, um dia ela arrumou uma mochila agente fez colocou duas bananas colocou em uma sacola e, dentro da minha mochila, eu pessei que agente ia pra casa da Mãe [minha tia Eliana] agente chegou, numa casa e la dentro tinha um monte de crianças como a gente [eu eo meu irmão menor]. A mamãe conversou com uma mulher e essa mulher pegou na minha mão e na do meu irmão, um disse mamãe, olha mais tarde eu venho pergar vocês ta, Amram !!!!!, fiz com a cabeça quando ela foi saindo o Elde comessou a chorar e eu também, mulher se abaixou, - ela foi trabalhar meu Amor vamos vamos brincar, ela deu umas folhas pra gente pintar, Pitou agente, depois ela escreveu uma [a] [e] [i] [o] [u] .......... desenhou um patinho depois escreveu o nome e depois um peixinho desenhou e escreveu o nome, depois pedio pra todo mundo fazer igual o que estava sem quadro; era o nome da Escala, [pinguinho de gente, tinha tabem, um desenho de um pimgo de aqua com pernas e braços , com o uniformi e sorrido, isso está feito não moro da escola], quando eu terminei um mostrei pra tia, ela olhou, - meu lindo Está bem, eu desenhei não Caderno melhor que uma tia nenhum quadro, ta bem já tinha o pitado desenho, ela mi pegou no braço e foi mi levando pra outra sala, quando vei que meu irmão estava ficando pra traz, meu irmão comessou a chorar e eu também, e bem mais alto, ela mi pegou nos Brocos, e ficou falando Meu Bem a gente vai só passear, olha os os amiguinhos ai enguias quer brimcar com, vamos fazer mais desenhos vamos com isso eu fiquei em outra sala e meu irmão continuava na que estava ele devez equando Levava uma tia mi lá pra sala do Elde pra ele para de chora o primeiro foi assim DEA, o segundo, já foi melhor, e assim continuamos indo pra escola a gente já tinha se acustumado, com as crianças outras, com a tia ,..... a gente estudava a tarde, na parte da manhã uma gente brincava, depois avô dava banho na gente, dava o nosso almoço e nos Levava pra escola quando Valtava pouco pra terminar a aula uma tia nus Levava pra casa uma atraz da escola ater a mamãe agente ir buscar, depois eu Aprendei ir embora sozinho, tambem Aprendei a ir pra escola sozinho, meu irmão e eu. -Teminei Tia já, que lindo meu bem, equanto isso eu ficava bricando toda na escola, na, sala eu tinha um prego achei uma tomada na parede, olhei pra queles buraquinhos, e fiquei olhando, uma tia tava recebendo os desenhos das outras crianças , e eu estava solto na escola, pequei o prego e fui enfiar na tomada, quando vou fiar em um grito, o que é isso minino, todo olhou pra mim, eu não intendei nada, uma tia numca tinha brigado comigo e nem gritado , eu comesei a chorar, e bem forte chorava, ela mi pegou nos braços, - ou meu amor a tia não quis brigar contigo, é que aquilo ali, faz agente ficar dodoi, promete que não vai brincar com mais um quilo, promete, eu fis com a cabeça que sim, era da merenda ora, uma merenda trazia uma gente que, quando a tia viu que a gente não tava mais trazendo merendo, meu irmão e eu com ela comia na casa que ficava de traz da escola, tudo estava ótimo, quando conhecei uma menina, que se chamava Querolany [não tenho serteza, do nome dela], eu só brincava com ela, eu fazia tudo pra ela, ela não tinha amigos e eu bricava mais sozinho, eu chamava ela de princesa, Por que a tia chamava ela de princesa, era muito dificil uma tia chamar o nome dela, não se tinha Chamadas de nomes, uma tia tinha encinado uma musica, pra gente cantar, antes da merenda, eu lembro ater hoje] eu tinha um patinho que gosta de nadar que gosta de nada cabeça dentro d'aqua rabinho um balançar da cabeça dentro d'agua um rabinho balançar, ora na festa da faca amolada Faca Amolada eo pobri patinho foi para o jantar eo pobri patinho foi para o jantar], eu cantava e fazia os gestos uma tia ria, olhando agente dançando, merendava agente e depois ela ia brincar com a gente, quando estava quase na hora de ir enbora, ela contava uma historia; Um dia ela contou uma historia de um sapo um e de uma princesa, desde então, eu brincava com prencesa um, eu como um sapo, eu ficava um sapo emitando na sala e ela ria mifasinava o sorriso dela, eu olhava pra ela e queria esta perto dela, ela sorria tão lindo, com o passar do tempo ela tambem comesou a chamar de mim principe, era só eu e ela na sala, os meus sonhos ela podea entrar junto comigo, e era imprecionante, como os sonhos dela eu entra podea tambem, e sonhar junto com ela, nossa imaginação unica época, que ater um dia ela fica doente, a tia foi quem disse pra mim ela esta dodoi, ela ficou uma semana sem ir pra escola depois avô dela passou ela, pra parte da manhã, as vezes ia eu na parte da manhã pra ela ver, eu tinha comprado um chiclete, e com ele vinha um anél, - Eu vou dar esse anél pra pricesa, quando chequei na escola ela não estava, mais como eu gostava tanto da minha tia eu dei o anel pra ela então, desde , eu perguntava pela pricesa, ea tia venhe demanha pra ver ela ta bem, quando foi umas 9Horas da manhã, fui na escola, mais quando vei, na esquina, la estava, um som maravilhoso era uma banda esaindo, foi aprimeira vez que eu vei o rádio ao vivo fiquei encantado, eu esquecei Princesa da Ater, um som era lindo, eu ficava, empenotizado com tudo aquilo e todos os dias durante 6 meses ficaram enguias ali eu os acompanhei, eles eram como um anjo pra mim. No final de semana era de Os Trapalhões eo fastão, eu morria de rir com o Didi, fastão o COM, quando o Beto barboso EA se a presentar eu ficava dançando na frente da televisão, a mamãe, meu filho dança, dança, os vizinhos e morriam de rir comigo dançando, eu não sei o que aconteceu, mais derepente, uma Casa do Lada tava pegando fogo, nossa como e um deles aq eram de tabuas como duas Estavam pegando fogo, o butijão da casa do vizinho, explodio, queimou tudo uma parede de nossa casa ficou toda queimada, era gente correndo de um lado pra outro, gente gritando, amamãe levou agente pra madrinha da casa e ficamos Ater lá, o fogo acabar no outro dia estava tudo queimado, uma parede de nossa casa esta Queimada vizinho, a casa não, ficou toda destruida, dois meses, depois a mamãe contruia tijolos com a nossa casa, ela ia nas Olarias pedir pedaços de tijolos nosso pra construir uma casa, e deram pra ela, muitos pedaços de tejolos, ela quebrou e Monte fez um primeiro e depois o peso como paredes, depois de tudo construido, não passamos nem um ano ali, eu ea fazer seis anos de idade. ela vendeu a casa, Castelo Branco era o nosso nome de rua, foi ali que eu Aprendei a sonhar, tabem Aprendei atrabalhar, com seis anos de idade, eu impurrava um carro feito do casco de geladeira cheio de lavagem, pra dar pra porcos, eu saia, faça ater Castelo Branco uma vlinha, lavagem recolhendo, pra dar pra comer porcos, não era todos os dias, as vezes uma dona Ducarmo, e eu Comeia um queles restos de comidas que as pessoas jogavam fora, e isso é verdade, si ela Estiver viva ela não vai mi deixa mentir, com esse trabalho, eo consequi uma galinha ganhar um, a mamãe cortou o dedo dele pra marcar, caso ele se ajuntasse, com os outros, que não eram da gente, antes de irmos enbora ele sumiu, a gora o nosso novo endereço. RUA 4 mi Eu só lembro do nome da, tabem e eu não tinha interesse em saber endereço de onde morava beu eu sabia, que eu morava ali, era uma casa de tijolos mais muita antiga ela estava caindo aos pedaços, era tão baixa que o Tãidoura, tinha que si abaixar pra entra na casa, e la foi a mamãe de novo pedir pedaços de tijolos nas Olarias, no natal, ela já tinha derrubado metade da casa ela primeiro derrubou uma parte de trais um quintal fazer, contruio de tijolos, Depois de mais um tempo ela derrubou uma parte da frente da casa e constuio, ela o Toidoura eu fazendo cimento, Elde o, ficou morando na casa davo eo Dado Verwey na casa da minha tia, e assim comessou uma nova vida e pra mim os meus irmãos. Eu e meu irmão continuava nenhum pinguinho de gente eo Dado estudava a noite na Escola Municipal Edson Lobão, e minha mãe aimda na prefeitura, e veio uma série crise pra gente, a mamãe tinha gostado todo o dinheiro na nova casa, e tive que sair fazer biquinho de gente só meu irmão que ficou lar, depois ele sai de lar e nós dois fomos estudar na Escola mesma do Dado só que a tarde, o Elde voltou amamãe com amorar e tambem oDado, o meu irmão sempre com os amigos dele se Confusão em metinham ele já estava comessando usar drogas, sabia disso mais niquem, meu irmão ele não era de mais agente ficar com tambem não era de ficar batendo na gente, as vezes ele batia na gente por causa do tenis dele pra ele ir pras festa que ele sempre ia, minha mãe escondia os sapatos dele meia, só pra ele nao ir pras festas, ele fazia a gente procura, e quando ele não achava, metia porrada na gente ele pessava que agente que escondia as coisas dele que, acho uma mamãe ja estava discofiando COM OS DELE amigos dele. Quando não era isso tava tudo otimo, agente foi crecendo assim. Com 7 anos de idade, continuava sonhando, agora com uma bicicleta o Elde avô voltou com amorar E agora, o meu maior problema é a escola, tinha um carinha la que não gostava de mim, ele mi Batia sempre, que ia pra escola , eu estava comedo de ir pra escola, medo de apanhar, tambem tinha medo da professoura, ela tinha um olhar de bruxa, estava eu na primeira pesadela pra mim era um séri, uma noite eu via coisas no meu quarto, bruxas montrus, e morria de medo do escuro, acustumado com Domir amamãe agora eu tinha um guarto pra mim, apesar que no meu quarto só tinha uma rede pra domir, era mais meu, minha tresteza Começava Quando o programa da Xuxa terminava, era hora de ir pra escola , eu ia chorando, no caminho tambem apanhando da mamãe, ela mi deu um sacode-porque você não quer ir pra escola, - tenhe um minino la, localidade que fica batendo na hora do recreio, professoura EA, mi coloca de castigo por que eu não consigo lê como Licoe que ela passa, olha aqui, as lições, que ela passa, eu vou te ensinar, mais com esse menino você vai ter que resolver sozinho, conta pra diretora, o que esta acontecendo, mais vai pra escola, Não deu outra eu contei pta diretora, Colocaram o menino de castigo mais dois dias depois eu estava apanhando apanhava mais do que, agora era quando chegava na escola na hora do recreio, na quando ia embora pra casa, eo pior de tudo, se eu contasse pra mamãe ela ia bater tambem mi, um dia eu tava chorando no quintal de casa, e um senhor perguntou pra mim, si machucou, vc esta sozinho ai, olha venhe brincar aqui com meu filho, aqui em casa, o nome do senhor E Era Clauci do filho dele, que tinha amesma idade que eu era Roberto, a mulher dele mi perguntou si você machucou-não é que ta quase na hora de ir pra escola ea minha professora, vai mi castigar por que eu não sei lê, uma lição, uma mamãe, vai chegar para a noite e ela nunca tenhe tempo ensinar uma lição pra mim, minha sorte que era o Roberto estudava junto comigo, mais separadas em sala; ela mi pedio pra mim pegar o livro, que ela ia mi Ensinar a le eu não intendia nada, mais Aprendei adecorar rapidinho, as vezes duas enteiras volhas do livro, uma vez foi três paginas frente e verso, uma historia era do priguisoço Jão, essa historia foi muito emgraçada, no final ele morre, com priquiça de descascar uma banana pra comer, é muito priquiçoso; um bom problema eu já resolvei, valta só do garoto, eu falei com o Dado pra pedir pra ele parar, o amigo dele falou assim, ai você não é irmão do não buio, desce o casete nesse muleque, nesse dia o Dado mi deixou na escola, quando entrei na sala levei um soco nas costa, e fiquei chorando, de cabeça baixa, eu tinha acabado de conhecer duas meninas que morava em frente de casa, na hora do Recreio la venhe o garoto, eu olhei pra ele, e metei um soco bem no meio do olho dele que ele caiu no chão, tava 'so eu na sala e ele os meus amigos tinham ido para o recreio, ele levantou e saiu si, eu fiquei confiante, e pela primeira vez não teve medo de sair pro recreio, quando estava tudo bem la vem ele de novo, agora com dois amigos ele veio pra cima de mim, e eu coloquei ele no chão os amigos dele foi pra ajudar ele , e ums garotos estudavam amigo do meu irmão que na 6 Séri deram uns cascudos nus mulequis eo outro disse, é só dois enguias, ater uma diretora e os professores Estevão torcendo pra mim, ele era maior do que eu, depois de duas quedas e soco um no naris, ele saiu chorando, uma inda foi expulso da escola, a diretora não fez nada porque comigo, eu muitas vezes mi escondia comedo dele na secretaria, só eu de criança na secretaria, o restante só professores, como enguias vezes mi perguntavam porque eu não gostava de brincar com meus amigos na hora do recreio, eles ja sabiam a resposta, meus problemas acabaram na escola, só nos finais de semana que eu, apanhava do meu irmão que a mamãe escondia as roupas dele pra ele não sai pras festas, e com isso eu que apanhava, do meu irmão não tinha como corre ele era mais forte batea nos caras da rua, eu era apenas um aquecimento pra ele, era mais so nos finais de semana que isso acontecia, meu irmão era muito Valente e eu só tinha 7 anos de idade, qualquer coisa eu chorava na Sertã, cada mês e Pavam que ali ele ficava mais violento, as vezes ele saia de casa só voltava, depois de muito tempo, minha mãe ovia buatos de que ele estava na turma-do-bacuri, eu não intendia nada, mais tava ficando sério, eu só sabia brincar, mais como foram acontecendo coisas, a mamãe não tinha mais dinheiro nem pra comprar cauvão comido pra fazer, uma vez de tanto compra fiado numa quitanda , que ficava la perto de casa o moço parou de vender pra nós o outro vendia mais falava pra caranba, ele dizia que não podia vender mais pra gente, por agente numca ia pagar ele, ela fazia era isso no meio de gente pra fazer vergonha mesmo, quando eu ia enbora com o saco vazio, chamava mi micolocava ele e uma lata de cauvão no saco, depois de uma semana, amamãe mi pedia pra compra mais cauvão, eu sabia o que mi esperava, quando cheguei Lar ele foi logo gritando Comigo vai ibora só vendo pra tua mãe se ela pagar mi, eu voltei chorando de raiva de odio da quela situação, quanda esta quase doubrando uma esquina, o senhor mi eu e chamava - vai pro imferno velho do diabo, e não voltei, eu falei isso pra mamãe, ela ficou morrendo de raiva e foi comprar em outro lugar, o Clauci, vendo isso tudo do quintal dele, mi chamou, lar pra ir, tinha dado as ferias do meio do ano na escola, o Clauci ia viajar, pra casa de um irmão bem distante dele, foi minha primeira viagem longe de casa, ele disse que agente ia passar Lar 6 dias uma semana, ele perguntou se eu queria ir com ele viajar, sim eu dissi que na hora, quando chegou uma mamãe , pedei pra ela se eu podia ir viajar com Clauci, ela disse sim, ele tinha pedido pra mi Domir sedo que agente ia sair 1 uma hora da manhã, e eu fui dormi sedo quando foi uma 8 horas da noite eu no meu quarto Escuto a mamãe, com o coversando Toidoura-e melhor assim eu não estou com Condições pra sustentar esse minino agora, nem se que tinha roupa pra ir viajar foi com uma roupa do corpo, eu tomei café na casa do Clauci, viajamos, uma em saveiro uma mulher do Clauci, atrais comigo o Roberto, ea irmã dele eo Clauci eo irmão dele iam na frente, eles revezavam no volante, quando foi 7 a8 horas da noite chegamos na casa do irmão dele, agente comeu no caminho e quando chegamos la , ficas três dias na casa do irmão dele, depois fomos para uma fazenda, dentro da seiva do bem, mais 4 horas de viagem pra dentro do mato, agente viu no caminho, uma cascata linda enormi uma ponte de madeira, e pela premeira vez eu vi um trem, o Clauci, contou até 184, o vagão que puchava trem, o irmão dele 230 desistiram depois de comtar, quando chegamos, na fazenda ainda tinha mais 1hora pra onde a gente ia ficar, e fomos mais pra dentro da mata , chegamos o Clauci, amou nassas redes de dormi, e fomos conhecer o lugar, agente tumava banho brejo não, que passava bem pertinho do nosso paio [Cabana de domir, casa de barro e palha] agente dormiu sedo, quando foi de manhã, Quente era o leite, da vaca tirado na hora, depois agente foi ver como faz varinha de mandioca, um senhor que já morava la, disse que ia ensinar, o Clauci a fazer Farinho ea gente cai dentro fazendo farinha, colhemos uma mandioca de colecamos Brejo do molho, uns 8a9 dias depois fomos penerar e decascar, dpois de um grande processo, eles foram passar um farinha no forno, de mechendo muito tempo, de um lado paro o outro, saiu a farinha, eles falam que só eram 5 dias Mais foi passamos as ferias do meio de ano todo, no dia em que o agente ia embora Claci compra 3 três porcos pra matar nenhum pra ele dar um natal mi Segura Ele fica com o maior eo irmão dele ficou com o outro, ele mi pediu pra mi ir na frente pra mi levar o porco pro carro, tava tudo tranquilo, o porco puchão da um mi e derruba no chão e Fogi pra dentro da mata atrais eu tento correr do Porco, mais quando vou pegar uma corda amarrada sem pescoço dele Fogi ele mais pra dentro da mata, eu já não sabia nem onde eu estava, o Claci gritava, mais parece que a voz dele saia em todos os Logares, e não parava de chorar pedindo a mamãe eu tava morrendo de saudade dela, Claci o conceguio mi encontra eu tava morrendo de medo, depois ele viu o porco, e comessaram uma sequi o porco pra todo lado os galhos das Matas sacudiam quando corriam atraz enguias do porco, por fim eles pegaram, e agente saiu da li, quando na chegomos casa do irmão do Clauci, agente foi passear de carro não li da povoado, com isso souberam eles de uma tal de pescaria, voram e o roberto o irmão do Clauci eo propio Clauci foi tambem tabem amulher dele e comeu uma gente, só na Peixi quela noite, passamos a noite ali mesme quando amanheceu, eles foram pescar mais e muitos pexis pegaram, depois agente fomos em bora pra casa do irmão do Clauci o Clauci tinha que sair e mulher dele com o Roberto ea irmã dele iam de ônibus ele disse Que se o dinheiro que ela tinha não dece ir pra mim ficar junto com ela pra mim era que eu ia com ele no carro, o dinheiro não deu, mais eu não fui assim mesmo ônibus, dentro do onibus era só alegria, tava indo pra casa, eu cheguei em casa era domigo, a mamãe tinha faZido o meu pro pledileto fava com galinha cosida alegria era assim, ó Clauci chegou a noite, de carro era umas 7 da noite hora, quando ele chegou eu tava dormindo, ele deu tanta coisa pra comer pra minha mãe farinha precipaumente quando eu acordei de manha agente tinha bastante comida,. comessaram as aulas, e eu estou de volta a escola, tal como foram acontecendo coisa, o tempo foi passando, um dia ater que, o Dado chega em casa desmaiado, uns amigos dele ele troceram que, assim era umas 8 horas da noite, amamãe desisperada, esse minino saiu pra escola e assim volta, diceram que ele tava na prasinha e derepente ele caiu assim, os amigos dele riam dele, ali desmaiado no sofá, teve um que deu um tapa na cara dele, eu pequei e gritei a mamãe , mamãe tão batendo no Dado, uma mamãe pegou um cabo de vassoura, colocou todos os amigos dele pra rua e fechou a porta, ela já bebia por causa das nossas deficudade, por falta de dinheiro, a prefeitura ja tinha dois meses em atraso de pagamentos, mais mesmo assim ela ia trabalhar, com isso ela comessou a mais berbere, e mais dividas com isso, pra pagar, eu antes de completar 8 oito anos de idade já pessava em um imprego arrumar, ela chamou O Clauci e perguntou pra ele se ele não queria comprar a casa dela, ele perguntou por ela queria vender acasa ela ja tinha terminado, de contruir e já ia vender, Ela disse pra ele que se ela não fosse em bora dali os bandidos iam matar meu irmã, eu não sei se isso é verdade da parte da minha mãe, mais que ela falou isso falou, oClauci não tinha tudo o dinheiro que ela tinha pedido, ela pegou o que ele tinha e deixou pra ele pagar a outra metade aos poucos, e saimos de Lar , deixei a escola, deixei meus amigos deixei a minha casa, fomos morar de aluguel em um lugar chamado Vila São José, detro da mata só moto agente tinha só três vizinhos nesse lugar, todo um sacrificio pra sauvar a vida do meu irmão, agente foi morar num lugar que nem existia escola, depois eu foi saber que tinha escola nesse lugar, bem mais longe de onde agente morava, tinha uma rovia cominhão Passavam que, grandes carros, e coma e não tinha a gente atravessar essa rodovia, ficou sem agente Escola dentro do mato, as vezes não tinha comida pra gente comer ela trazia uma quentinha do trabalho pra gente comer, uma quentinha dela, nos finais de semanas, ela manda eu pedir um copo de arroz emprestado pra gente fazer comida, por que agente não a gente tinha um plantava capim que agente chama de vinaqueira, não ria é chamado de grama serrada, mais ou mesnos, é esse nome aqui no Rio, eu eo meu irmão casava leleyley Lagarto passarinho, isso tudo sem comer matopra, as vezes não encontrava Nada, agente, pricipalmente eu, saia pra mata as vezes anoite só voltavam, depois de um ano morando ali, eu conhecei um senhor que o irmão dele tinha uma fazendo, e que precisava de um ajudante, comecei e ai Lar trabalhar, mais não ganhava nada eles não me davam nada, mais como eu mi sentea ali em paz, ajudando acuidar enguias, do gado, o gado mi atendia, e quando eu montava um cavalo eu mi em sentea como se estivesse no céu, voando, O nome do era cavalo Pé de Pano, porquer era o cavalo branco era, e muito magro, mais corria como uma flescha, e era dificel fazer ele parar de correr, pois ele gostava de correr, acho que ele se sentia livre que nem eu, pra poder era, voar mais só quando eu estava com o Pé de Pano, das vezes uma maioria, eu quiava o gado macaco, pesando em Espinho, em tudo quanto era lugar, pés eu andava chinelo sem nus, as vezes eu dava de COM OS caro ideios, um deles eu era, eu não precisava nem se quer, mi com eles precupar se fosse outros matariam enguias na Sertã, mais eu, mais um bicho do mato. Nem um nem Lar Mamãe segurou o Dado, ele menos de um ano ele já conhecia a festa tinha que redondesas, meu irmão daçava que as pessoas paravam pra ver ele dançar, ele tambem gostava muito, quando soube amamãe quele tava numa briga a ela onde Saiu comigo uma noite por dentro do mato pra ver se via alguma festa, montuera de gente, descutindo mais nada, agente tinha saido e ele tinha chegado, todo sujo quebrado,,, coma ele não obedecia mais amamãe, mandou ele pra casa da Barragem minha tia, foi ele, passou dois meses e voltou pra quer, eu o Elde ficava com ele, ele não deixava agente sair de casa espancava gente, mais Batia mesmo, o Elde fragil sempre foi e eu sempre protegia ele, Batia Dado o Nele, para ver minha Reaçao eu pulava em cima dele agente brigava pra caramba, uma vez o Dado mi amarrou sofá não, comessou com uma corda e, a não bater Elde eu gritava socorro mais niguem mi eu ouvia esta dentro do mata 'para um gente que estava morando ali, os dois vizinhos não davao a minima pra gente, agente bicho parecia, nessa hora eu quebrei as cordas e sai correndo atraz dele, e meu irmão menor da lista tambem, os dois só apareceram 10 horas da noite quando chegou amamãe eu tava morrendo de chorar minha vida era um desgraça, não tinha amigos não via gente quando não estava dentro do mato, eu era espancado pelo o meu irmão, não no mesmo dia eu sonhei com a gente se separando, a mamãe saiu pra trabalhar, eo Elde acordou mais cedo, ele ligou o fugão, verveu o chá, quando foi colocar no copo, em cima dele Derramou uma panela de chá, pegou Que sorte so na perna onde ele apoiva o copa ele não gritou chorou não só ele não consequia se mexer quando uma mamãe chegou e viu aquilo ela fez um remedio pra ele quando o caminhão do lixo vei pegar minha mãe pra ir trabalhar, ela levou o Elde, ele ficou morando na casa da vó, o Dado voltou pra casa da Barragem eu ia quase todo dia ea pró amamãe com seviço, comprou um terreno amamãe ali mesmo dentro do mato e com o dinheiro, que o Clauci tava devendo pra ela; da casa que ela venndeu, comtruio Uma Casa 4 por 4 Era Uma cama que DOMIA e eu _mareee, um cacho que não consequia lati, TENTAVA mais, aminha mãe dormia numa rede, a casa não tinha nem porta, naquele domingo eu completava 10 anos de idade e ainda não sabia lê, amigos nem eu tinha Dirar uma pessoa pra mi ensinar uma Lê, eu lembro que agente tinha uma galinha, preta que eu chamava ela de Titita, e um galo que eu chamava de Titito, esses eram como irmão pra mim, uma vez um boi foi mi atacar eo Titito o meu Galo foi lá e mi defendeu, colocou o boi pra fugir, ele protegia todo mundo a mamãe, se ela comessace gritar dentro de casa ele vinha correndo só pra ver o que estava contecendo, os filhos dele assim foram todos, por motivo de fome agente não tinha coragem de matar Nem o galo e nem uma galinha gemte pareciam enguias, minha mãe vendeu o Titito uma mulher que comprou ele mi disse que era pra Criar, mais um dia eu vou passariar atraz da casa dela eu reconheço como penas fazer os pés e Titito, eu sentei uma tresteza, o dinheiro da venda do Galo não valeu pra nada, o salario da mamãe, ja ia fazer dois meses atrasado, agente so tinha uma galinha com 12 novos pintinhos, eu a mamãe não aquentemos foi uma galinha, nossa época que não, la pro nosso quintal uma mamãe atingei mi pediu pra matar com uma baladeira Quela uma galinha, eu ja estava a caçar uma custumado, mais não consequei, as pernas galinha, correi e mamãe mator uma galinha pra comer gente, o posso quen da agente tinha feito, como não tinha Manilha chuva veio o esbarerou o poçor agente não tava mais aquentando ficar ali, e decidimos ir pra perto da DAM da minha tia, eu sai dali com dez anos de idada ficamos três anos, isolado sem ver pessoas, amigos senhe pra brincar, meus sonhos, uma realidade, não era agora, o que importava, pra mim na minha vida, eu não imaginava nem pra onde agente iria morar.