
dia foi um grande pesadelo pra mim, eu acho que eu tinha mais oumenos, um a dois anos de idade, vocês devem esta pessando que eu estou anventando tudo isso não estou, isso aconteceu de verdade, aos dois anos de idade a conteceu uma coisa comigo e minha irmã. Minha mãe deixou eu minha irmã em casa, eu lembro que eu estava no sofá, a mamãe tinha uma maquina de costura, que ficava na sala, eu pequei uma gilete, e fiquei brincando, com minha irmã, depois disso só mi lembro de muito sangue, no sofá no chão e minha irmã chorando, toda enguentada, eu tabem mais eu não estava ferido eu tinha cortado as costas da minha irmã minha irmã, era mais nova que eu. Ela que ela não lembra de nada, depois disso eu não lembro de nada, lembro de muita gente chorando e correndo de um lado pra outro, eu não sabea falar a minha irmã muito menos, acho que eles ficaram espantados, e se peguntaram como ela tinha se cortado. desde então numca mais vei a minha irmã, eu gostava, de brincar e sonhava muito,, quase não tinha amigos e imaginava tudo a minha volta, a minha mãe saia pra ir trabalhar, umas 5 horas da manhã, e voltava umas 8 horas da noite ela quase não tinha tempo pra brincar com migo e meus irmãos,nós eramos, eu,[edim][dado] e elde] mais de irmãos total eram 7 irmãos,[Elismar,Eliomar,Eliete,Edinaldo,Edsom,Edilene,Evaldo; dois de meus irmãos, eu não cheguei a conhecer, mais os amo. Eu gostava de ir pra casa da minha madrinha, la na casa dela as vezes, uma casa do lado tocava musicas do roberto carlos, eu dormei feliz da vida, e os meus sonhos eram tão calmos, tudo pra mim era um sonho, as vezes la em casa, um vizinho colocava o radio pra tocar, e eu cantava junto com o radio a casa era de tabuas de madeira, e emtre as fretas, eu ouvia as musicas, minha preferida do Roberto carlos era o calanbeque, eu cantava, tão alto que as pessoas que passavam em frente de casa, passavam pergunntando, quem esta candondo é o radio ou o menino, minha madrinha ela adorava, mi ver cantar; uma vez umas pessoas converssavam e falavam de mim, a minha madrinha mi pegou nos braços- meu filho vai ser CANTOR, quando crecer, eu cantava bem alto, e mi sentia livre, a noite quando eu ia dormir, a minha mãe tinha um radio, que colocava, do lado da cama,quer dizer um lesol que ela colocava no chão, e dormia junto comigo, a noite toda o radio tocava, antes de amanhecer ela partea pro trabalho, eu ficava em casa com meus irmãos, eu o Dado e o Elde, o Dado saia pra ir vender picoler, o Elde ea pra casa da vô, e eu ficava com meus sonhos, as vezes brincava,mi escondendo de mim mesmo como se estevesse um amigo invesivel,depois ea pra rede mi balançar e cantar, aos três anos de idade, Eles já não mi deixavam, mais trancado em casa, um dea eu tinha dormido sem tomar banho, e a mamãe tinha dito pra mim que quando ela chegar do trabalho, eu ia tomar banho, nem que fosse na marra, o meu dea foi uma maravilha, quando amamãe estava chegando, a vô olha lar quem vem, eu sai correndo, entrei de baixo da cama do meu irmão,edormei; todo mundo ficou desesperado mi procurando, agente tinha um pouço no fundo do quintal, e todo mundo pessava que eu tinha caido dentro dele, mais tava tampado,já era noite, e vela pra dentro do poço pra ver se eu estava la dentro, enguanto isso eu dormeia como um anjo debaixo da cama, já era bem tarde quando mi encontraram, minha mãe só mi peguntava se eu tinha comido, meu filho ta com fome, eu só balançava a cabeça, sim, na quele dia eu não tomei banho, mais, era domigo a gente tinha que ir pra igreja, ela mi deu aquele banho, do começo a ter o final eu berrava, dentro de uma banheira, que o tãidoura[Omtonho] tinha feito uma banheira de pineu de caminhão, o tãidoura era pai do meu irmão, mais novo,o casula, eu o amava como se fosse o meu pai,ele gostava de bebe cachaça, mais era o unico que mi dava brinquedo pra brincar ele fazia e depois mi dava,, niguem mais mi deixava sozinho desde então,quando mi deichavam sozinho eu sempre enventava alguma coisa, uma vez tinha uma mulher, bebendo, serveja, no bar da maria garinpeira, e lá tocava muita musica do choróró, da Roberta miranda e do Raul seixas, eu ficava do lado desse bar com brincando com o vilho da Maria garinpeira, eu não sei como ela se chamava mais era assim que minha mãe chamava ela quando elas brigavom, a mamãe brigava com muitas pessoas vizinhos, com tãidoura,com o tãidoura era quase direto. A mulher que bebia nesse bar chamou eu e um monte de gorotos pra tomar refrigerante, agente comessou a bebe a bebe,,, depois agente saiu atrais dela, todo mundo bebado, eu fui cair em frente a casa da minha madrinha, depois só lembro eu acordando em casa chorando pedindo pra mamãe não mi deixar morrer, eu vômitava bastante, e chorava, a mamãe, ficou brava com a maria garinpeira, que deixou a mulher mi em bebedar, ela chingou a mulher de todo nome, que é ruim. eu tinha três anos de idade,quando isso aconteceu, a mamãe diz que eu era muito pequeno pra lembra disso tudo e que, a minha madrinha que deve ter mi contado isso tudo,, eu não gostava de usar roupas, andava pelado na rua a mamãe, mi colocava cueca, e eu tirava, ela mi batia,e mi colocava outra vez, quando ela saia pro serviço eu tirava, e ia brincar pelado na rua, uma vez eu estava brincando, quando o meu vô, mi deu uma sipoúba[ galhode mato que serve pra bater] nas que eu tomei um susto, que sai correndo e gritando e chorando, quando vei que foi o vô, eu falei, fei da pute, o vô mi deu mais uma lapada com o sipó, eu sai correndo, eu só ovia ele dizendo-vai se vestir pirralho, eu tranguei a porta com um pau eu fiquei falando,fei derapariga,o võ, você esta mi chengando de quer, minino, rapariga, ele abrio a porta e mi deu uma surra, quando a mamãe, chegou, eu contei pra ela solosando de tanto chorar, mamãe ficou brava com eles, ela ficou sem falar com eles um tempão, eu quando via meu vô chegando da roça eu saia correndo pelado pela rua ater chegar em casa depois trancava a porta e corria pra debaixa da cama, ate a mamãe chegar, as vezes ela trazia uns ossos de boi, que ela ganhava na rua e fazia pra gente comer,era só osso, mais ela dizia que o caldo era forte, mais a comida que eu mais gostava era fává com galinha, mais isso era uma vez por ano que agente comia,o meu irmão chegou,com um carro de picolé, ele vai pra cozinha comessa fazer umas coisas la dentro e depois senta no sofá, e começa a comer, eu e o elde sentado no chão, depois ele mi chama,quer comer um pouco, eu balanço a cabeça,sim, ele mi dar a colher e o prato, quando estou acabando de comer, eu fala comigo bem lento como se fosse um roubôr, vai quardar,la dentro, os olhos dele estavam revirados, ele não se mechia, não falava as vezes quando podea olhava pra gente, eu mechea nele, dado dado, e comecei a chorar, ele ficou assim um tempão, eu deitei com o elde na rede, a gente pegou no sono quando a cordei, o dado estava melhor, ele mi perguntou tu comeu tudo, e eu balecei a cabeça,sim, ele fechou a porta e saiu,, isso era umas três horas da tarde, quando ele saiu, o Dado gostava de dançar ele dançava bleiqui, e dança de rua, ele tabem trabalhava numa equipe de som, chamado, Equipe-montenegro, em todo festa que tinha ele tava, e as pessoas, vinham char ele, só pra ele ir dançar,uma vez um caminhão cheio de caixas de som, para na porta de casa, chamando ele pra ir pra festa dança, mais a mamãe tinha amarrado ele no per da maquina de custura, eu acho, eu só que os amigos dele consequiram soltar ele depois de um tenpão, quando a mamãe chegou, os vezinhos contaram que eles quase derubaram a porta, mais eu tinha abrido a janela, e eles emtraram, o dado voltou no outro dia, amamãe nunca batia no dado, ela dezia que ele tinha problema, na cabeça, ele sofria de pilepsia, e vez em quando ele dava esses ataques. minha mãe só podia se preocupar com ele, quando chegava o domindo, ela estava em casa era só alegria, as vezes, quando a gente ia pra igreja é por que ela estava feliz e a noite ela contava lindas historias pra gente domir, quando ela estava treste ela bebia cachaça, e agente não podia sair pra rua, ela brigava com a gente e com quem estava perto da gente.
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